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    Arthur Pondal Doylhe
    Segunda, 06 de Junho de 2011

    Uma vez superada a ressaca eleitoral e depois de executada a clave S-698, imos inteirando-nos dos planos de demolição do Conde Roa.

    El O'País da sexta passada entrevista o vindouro Corregedor da capital da Galiza. Muitas são as questões palpitantes e nada tem desperdício:

    "Acudiremos a empresas privadas para algunos servicios sociales"

    P. ¿Cómo va a enfocar el nuevo departamento de Familia?

    R. Tenemos varios proyectos que se refieren a conciliación de la vida laboral y familiar. Trataremos de recuperar habitantes, bien a través de los que en los años ochenta se fueron o bien haciendo una ciudad más habitable para la familia. Desde el punto de vista tributario, vamos a tener en cuenta cuantos miembros componen la unidad familiar para tratar de hacer rebajas en algunos impuestos.

    P. Dijo que una concejalía de Cultura del PP no se parece a una del BNG. ¿Cuál es la diferencia?

    R. Tenemos un concepto mucho más abierto de la cultura. No pedimos vinculación nacionalista para recibir subvenciones del ayuntamiento. Tenemos una visión mucho más internacional. Obviamente también nos gusta lo gallego, ¡no nos va a gustar! somos de aquí, nacimos aquí, trabajamos aquí y aquí vivimos.

    P. ¿La austeridad llegará a Cultura?

    R. Hay tareas prioritarias. La crisis nos obliga a ello. Mantendremos e incrementaremos las dotaciones para servicios sociales y procuraremos que la cultura no sufra. Queremos potenciarla, pero creemos que puede crecer a través de convenios, de negociación con fundaciones de carácter privado, que lo que pueda sufrir de presupuesto público se pueda recuperar con el privado.

    P. Afirmó que en los municipios no hay falta de dinero sino mala gestión. ¿Ya se arrepiente o cree que se puede hacer más en Santiago con lo que hay?

    R. Dije que no todos los ayuntamientos deben ser enjuiciados de la misma manera. Claro que hay necesidades económicas en los ayuntamientos, pero no todos deben de tener el mismo tratamiento porque no todos han gastado de la misma manera.

    P. ¿En Santiago se puede hacer más? Pretende potenciar los servicios sociales, pero son caros.

    R. Este presupuesto es el que es, ya no podemos intervenir, tendremos que actuar en el del año que viene. Sí se puede hacer más con menos y, sobre todo, hay que tratar de agilizar la vida económica de la ciudad.

    P. ¿Externalizando servicios sociales?

    R. En gran medida muchos están externalizados. Creo en la resolución de los problemas y cuando a uno le resuelven un problema le da igual que ponga Ayuntamiento de Santiago o empresa tal concertada con el ayuntamiento. Acudiremos en algunos casos a las empresas privadas y en otros no. En crisis, incrementar los gastos generales es muy complicado. Vamos a actuar con moderación y cuando se pueda crecer y la dichosa crisis pase, veremos a ver qué nos planteamos. Ahora lo importante es que la gente vea que sus problemas se resuelven.

    Enfim: preparem-se para o assalto...

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