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Terça, 17 de Novembro de 2009Clássicos da banda desenhada: A monja AlfarjasUmha exclusiva de...
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Resposta: Durante estes anos, sobre ideia original de Enrique Couceiro e Ana Pastor e desenho do veterano Manuel Fraga (Franco, Franco!!!, Manolinho “El Facha”, A transação, A prestigiosa noite do caçador), Alfonso Rueda (Apanha o dinheiro e corre, Todos os homens do presidente), Alberto Núñez (Super-Agente Feij009, Demolition Man, Public Enemy) e Carlos Negreira (La, La, La.., Capitão Millan, A mi La Legión), em entregas semanais de 3 ou 4 páginas, incluídas as Colaborações especiais do entrudo de Mariano Rajoy (Porteiro de Noite, O funcionário, “Muy, muy gallego”) foram-se relatando os principais episódios da historia do Império Pequeno desde a Reconquista até o Feixismo. Uma das sub-séries mais logradas são os episódios “Alfarjas ou a Monja Alférez” que se publicam pontualmente e com continuidade trimestral desde 1993 (Agosto, nº189 e nº190). Neles desenha-se a rechamante figura histórico-lendária, já no seu tempo e após a publicação da sua autobiografia, de Dona Pilar Farjas (em palavras de Vázquez de Neira, em 1612 "essa traidora manha"), a sonada Monja Alfarjas (1585 – 1650). e restaurado por Ano Rosso Quintana. [Podes alargar a imagem fazendo clic aqui] Novicia manha à carreira que decidiu passar a Galiza em busca de aventuras. Para não ser reconhecida vestia-se de homem, e fez carreira pola prontitude e fidelidade com que obedecia às ordens dos seus superiores. Nomeada Conselheira de Sanidade polo mesmíssimo Vice-rei da Galiza, Feijó o moço, foi encarregada de difíceis missões destinadas a liquidar a resistência galaica por meio de “privatizações” e outras formas violentas de choque. Especialista em medicina preventiva, fanática católica e fumadora compulsiva, pola sua constante tendência a se meter em brigas e tirar da espada por causa da religião, algum assunto de dinheiros ou naipes foi deixando um ronsel de peripécias, algumas delas rocambolescas, opuseiras e mesmo gurtelescas enquanto prosseguia tratando de se fazer um nome e apanhar a mais fazenda, até a sua final fugida a Roma –sem dúvida pola natureza bunhelesca do seu caso- como protegida do Papado. A Banda desenhada foi escaneada desde as revistas originais. A. Pondal Doylhe & A. Rosso Quintana
2 comentários
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas [Membro]
Achava que FAES era o acrónimo de FAlange ESpanhola... mas já vejo que não!
Terça, 17 de Novembro de 2009 @ 10:53
Comentário de: Arthur Pondal Doylhe [Visitante]
Há que dizer que o restauro de Ano Rosso é o melhor do POST... ![]() Saúde
Terça, 17 de Novembro de 2009 @ 11:04
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