
No dia 2 de Abril de 1846, um dia igual a hoje há 163 anos, produzia-se em Lugo o pronunciamento do comandante Miguel Solís contra o governo pequeno-imperial. Com dous tomates! Com um par! Ao mando do Segundo Batalhom do Regemento de Samora Solís pronunciava-se contra o governo da Sua Majestade, a Rainha Isabel II de Espanha, presidido polo conservador Ramón María Narváez (do partido moderao).
Nom demorariam em somar-se ao levantamento outras cidades galegas: Compostela (dia 4), Ponte-Vedra (dia 9), Tui, Vigo e comarca (dia 10). Em contra do esperado, a insurreiçom nom prendeu no resto do Império Pequeno, propiciando que na Galiza (graças à decissiva intervençom de Antolim Faraldo) esta afinal tomasse um cariz provincialista, anticolonial.
A Revoluçom Galega de Abril de 1846 acabaria como el rosário de la aurora (mal) e Solís (protomártir do nacionalismo galego) frito a balaços no adro da igreja de Paleo, concelho de Carral. Disque foi ele próprio quem deu a voz de fogo ao pelotom. Toma que toma toma que toma toma que toma toma que tomatá!
Do reino Suevo a Solís passando por Ponte Sampaio... permaneçam atentos.
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