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    O 7 de setembro [nom] é o nosso aniversário

    Um exclusivo de...
    Jenaro Jesus Marinhas
    Quarta, 07 de Setembro de 2011
    jornada de galicia
    En la imposibilidad de reflejar gráficamente el desplazamiento de los Reyes y su Corte a lo largo del tiempo a que se contrae la información del 'Libro del Limosnero', brindamos el detalle de los itinerarios seguidos en la que podemos llamar "jornada de Galicia" de 1486. Apoyo y complemento de los datos de nuestra fuente es desde luego, el 'Itinerario de los Reyes Católicos', 1474-1516, confeccionado por el profesor ANTONIO RUMEU DE ARMAS (Madrid, CSIC, 1974). El mapa esta tomado de Abraham Ortelio, 'Teatro de la Tierra Universal' (Amberes, 1588).

    ITINERARIOS
    1486

    [...]
    30. Ponferrada: 29-VIII/7-IX.
    31. Villafranca del Bierzo, 9-IX.
    ... .............................
    32. Sarria.
    32. Portomarín.
    34. Mellid.
    35. Santiago: 15-IX/6-X.
    36. El Padrón.
    37. La Coruña: 9-X.
    38. Betanzos.
    39. Lugo: 10-13.X.
    40. Sarria: 13-X.
    41. Cebreros: 16-X.
    42. Villafranca.
    43. Ponferrada: 18-19-X.
    [...]


    [El Libro del limosnero de Isabel la Católica By Pedro (de Toledo, Bishop of Málaga), Eloy Benito Ruano, Real Academia de la Historia (Spain), págs. 52-53].

    525 aniversário da chegada dos Reis Católicos ao Reino da Galiza
    O 7 de setembro [nom] é o nosso aniversário

    [Em 1486] los reyes viajaron como peregrinos a Santiago de Compostela (...) El viaje tenía que ser necesariamente austero y con poco séquito, ya que se trataba de una peregrinación (...) Entre los acompañantes estaba el 'limosnero' de los reyes, Pedro de Toledo, que se encargaría de ir anotando con cuidado todas las dádivas y limosnas que daban a los que se topaban con el cortejo regio; esas anotaciones nos sirven hoy para conocer con detalle el periplo real y las anéctodas particulares que jalonaron aquel mes gallego de los monarcas.” (pág. 17).

    Segundo El Libro del limosnero de Isabel la Católica nun dia igual a hoje, há 525 anos atrás, os Reis Católicos saiam de Ponferrada caminho de Santiago.

    Sempre segundo o citado El Libro del limosnero, Fernando e Isabel tinham chegado a Ponferrada no dia 29 de agosto permanecendo, portanto, nove dias na cidade ponferradina.

    Dizer que chegaram a Ponferrada é tanto como dizer que chegaram à Galiza pois naquela altura (e, precisamente, até aquela altura) o Bierzo ainda pertencia ao Reino da Galiza.

    Mapa do reino de Galiza elaborado por Gérard Mercator e Jodocus Hondius, cum pormenor do mesmo em que ainda se situava Ponferrada como entrada do reino. 1619 [Galipedia].

    Se na segunda-feria da semana passada, 29 de agosto, nom publicamos um post comemorativo do 525º da chegada dos Reis Católicos ao Reino da Galiza como era preceptivo, deveu ser porque ainda estávamos de férias (ou algo parecido ;) ).

    “El 7 de septiembre de 1486 los reyes empezaron su viaje en Ponferrada, donde lograron la pacificación de los estados del conde de Lemos, y luego prosiguieron por el camino en dirección a Villafranca del Bierzo y el río Valcarce en su ascensión al Cebreiro."

    Apesar do que digam alguns autores pequeno-imperiais (e apesar do que nós próprias/os podamos chegar a pensar, colonizadas/os e habituadas/os como estamos a pensar no território galego como sendo apenas o das atuais quatro províncias) a viagem dos Reis Católicos ao Reino da Galiza começa em 29 de agosto (com a sua chegada a Ponferrada) e nom em 7 de setembro (com a sua saída da cidade ponferradina).

    A provincia do Bierzo no reino de Galiza

    [...] Como castigo á rebeldía dos seus dous titulares sucesivos (Pedro Álvarez Osorio e Rodrigo Henríquez de Castro) os Reis Católicos dividiron o condado de Lemos no ano 1486, mercando eles mesmos Ponferrada e creando o marquesado de Vilafranca [92] co que serían recompensados os condes de Benavente. Recaía o Bierzo en mans castelán-leonesas, definíndose o límite entre o reino de Galiza e o de León, que pasaba a situarse no Cebreiro [92], servindo unha pedrafita como marco divisorio entrámbalas entidades[93].

    Non obstante, e pese á final adscrición do Bierzo ás terras de León, non impediu [...] que territorio berciano continuara a ser tradicionalmente considerado parte integrante de Galiza, así escritores e humanistas como Fernán Pérez de Oliva, Jerónimo Zurita (... por las novedades que sucedían en Galicia por la ocupación de Ponferrada que se tenía por don Rodrigo Osorio conde de Lemos...)[88], Lope de Vega, e viaxeiros como Bartolomé de Villalba y Estraña, Nompar de Caumont II, Claude de Bronseval, Arnold von Harff e outros, continuaron a considerar na súa obra o Bierzo occidental como parte do reino de Galiza, aludindo a diferentes enclaves como galegos, (Ponferrada) llave e principio del reyno de Gallizia [94], (Vilafranca do Bierzo) tiene esta villa buena vega, aunque ya está en Galicia [95], mesmo afirmando firmemente que: Pont Ferrat (Ponferrada), fin d’Espagne, commencement de Galice (Ponferrada, fin de España e comezo de Galiza)[96].

    [http://gl.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Galicia#A_provincia_do_Bierzo_no_reino_de_Galiza]

    Se publicamos hoje (quarta-feira, 7 de setembro) este post comemorativo e nom o figemos quando correspondia (que era na segunda-feira, 29 de agosto) é porque daquela estávamos de férias. O 7 de setembro [nom] é o nosso aniversário, insistimos.

    Esclarecido este ponto gostávamos de falar do assunto que levou aos Reis Católicos a Ponferrada e a permanecerem nove dias (e nove noites) na cidade ponferradina.

    "Aparte las acciones reconquistadoras de aquel año, dos puntos llaman singularmente nuestra atención en esta lectura. El primero es la presencia de los Reyes en Ponferrada, recién afirmado el señorío realengo sobre la villa y levantado el largo y duro asedio a que el conde de Lemos, D. Rodrigo Enríquez Osorio, había sometido poco tiempo atrás a su viejo castillo (1485). El segundo, la llegada y estancia de los monarcas en Compostela, donde dieron el consabido abrazo a la estatua del Apóstol y ganaron las indulgencias de los peregrinos."

    [El Libro del limosnero de Isabel la Católica By Pedro (de Toledo, Bishop of Málaga), Eloy Benito Ruano, Real Academia de la Historia (Spain)].

    Com efeito, caminho de Santiago os Reis Católicos figerom um alto em Ponferrada para tomarem pose da última praça galega que (após a queda da fortaleza da Frouseira (1483) e do castelo de Cal da Loba (1485)) ainda se lhes resistia (V. GUERRA COM CASTELA (1475-1486) E SUBMETIMENTO DE GALIZA).

    “Finalmente, entre 1483 e 1485, as respectivas rebeliões de Pero Álvarez Osorio e de Rodrigo Henríquez de Castro [a.k.a. Rodrigo Henríquez Osorio], sucessivos condes de Lemos chegavam ao seu fim. O primeiro falecia de morte natural, deixando pendente a resolução da discrepância; o segundo foi cercado e derrotado pelos reis de Castela e Aragão. Com esta última rebelião anulava-se toda oposição da nobreza frente à monarquia dos reis católicos no reino da Galiza. Além disso, a derrota de Rodrigo Henríques [de Castro ou Osorio] implicou a remodelação do mapa da Galiza, deixando O Bierzo de fazer parte do condado de Lemos e consequentemente da Galiza.

    Sufocada já toda oposição no reino, em 1486 os Reis Católicos visitavam Galiza, sendo o símbolo do fim de uma época, da Idade Média na Galiza e o pleno domínio régio na Galiza, que o cronista Jerónimo Zurita chamaria “domar aquella tierra de Galicia”.”

    [http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_da_Galiza#Resistência_dos_nobres_galegos_aos_Reis_Católicos]

    CASTILLOS DE ESPAÑA >> CASTILLO DE LOS TEMPLARIOS (PONFERRADA)

    1483. Muere el Conde de Lemos [Pedro Álvarez Osorio]. Su nieto [filho, segundo outras fontes], Rodrigo [Henríquez] Osorio [a.k.a. Rodigo Henríquez de Castro], ocupa los Castillos de Ponferrada y Corullón. Pero la fortaleza es reclamada por Juana Osorio [filha do finado Pedro Álvarez Osorio, nascida em 1470, fruto do seu segundo matrimónio com Maria (de) Bazán] y también por la familia Manrique.

    1484. Se crea una comisión que no soluciona el problema. Por tal motivo, los Reyes Católicos deciden entregar Ponferrada a Juana Osorio.

    1485. Rodrigo [Enríquez] Osorio, II Conde de Lemos, no acepta la sentencia. Sus tropas ponen sitio a Ponferrada, tomando la fortaleza en el mes de abril. Se manda un ejército al mando del Almirante de Castilla para rendir las plazas leales al rebelde Conde.

    1486. Se encuentra asediando la Fortaleza de Ponferrada donde se ha hecho fuerte don Rodrigo [Enríquez Osorio]. Como el II Conde de Lemos no tiene la menor intención de rendir la plaza, compran los derechos del lugar a Juana Osorio por veintitrés millones de maravedíes. Hecho esto se inicia un fuerte castigo artillero sobre el castillo que capitula en verano, tras un duro asalto. Una vez tomada la fortaleza por las tropas reales, los Reyes Católicos inician obras de reparación y refuerzo de la misma. Se paga al artillero Gonzalo Vázquez para que se haga cargo de las mismas. Nombran alcaide de la fortaleza a Juan de Torres, quien hace poner las armas de los Reyes Católicos en la misma.

    A resistência galega nom acabou, portanto, em 1483 com a decapitaçom do Marechal Pardo de Cela senom que duraria ainda três aninhos mais, até 1486. Por isso, mesmo sendo super-fãs como somos do Marechal (veja-se senom a categoria Onde estás cabeçom?), de Sei O Que Nos Figestes... achamos que, dacordo com a proposta do experto na realeza galega Anselmo López Carreira, a de 1486 (melhor do que a de 1483) “pode ser a data simbólica da submissom de Galiza”:

    “Rodrigo Enríquez de Castro, sucesor [do revoltoso Pedro Álvarez Osorio, conde de Lemos] no seu condado, segue o mesmo camiño, apoderándose de Ponferrada en 1485. Os reis acoden persoalmente coas tropas. Ante a ameaza cede e o seu poder se derrumba.

    [...]

    Desta forma a partir de 1485 os Reis Católicos superaran os obstáculos que estes nobres interpuxeran á súa política centralizadora, feita desde fóra en beneficio da gran aristocracia castelá-andaluza co beneplácito do alto clero galego. Como mostra da vitoria acadada, os reis viaxan a Santiago de Compostela en 1486. Esta pode ser a data simbólica da sumisión de Galicia”.

    [Historia Xeral de Galicia, A Nossa Terra, Vigo, 1997, págs. 199-200].

    "Aunque don Pedro [Pardo de Cela] pertenecía -pese a carecer de título nobiliario- al estrecho círculo de aristócratas de primera fila, no reunía los requisitos suficientes como para liderar con autoridad una hipotética coalición de los grandes nobles gallegos; ese liderazgo le correspondía, por prestigio, poder y dinero, al conde de Lemos, y por eso se entiende que los reyes se tomasen la molestia de viajar a Galicia precisamente en 1486, cuando hubo necesidad de pacificar la revuelta del conde en Ponferrada (...) Tres años después de estos trágicos episodios [a decapitaçom do Marechal] los reyes viajaron como peregrinos a Santiago de Compostela (...) Además, era preciso pacificar al conde de Lemos, que se había sublevado en Ponferrada (...).” (págs. 16-17)

    Nestas datas (entre o 29 de agosto, que os Reis Católicos entrarom na Galiza, e o 19 de outubro, que sairom dela, sempre por Ponferrada) comemoramos, portanto, “os 525 anos do que Castelao, citando (livremente) os Anais de Aragom de Jerónimo Zurita, denominou a «doma e castraçom do Reino de Galiza» (retirado do nosso fundacional Manifesto Cruel e Poderoso).

    Nom é de esperar que o governo feixista de Feijóo, que ainda há dous meses atrás passou olimpicamente de comemorar o 75º aniversário do Plebiscito do Estatuto de Galiza de 1936 (menos mal que, daquela, ainda tínhamos o Xornal!) comemore tam senlheira efeméride.

    Até que chegue a nossa hora, de Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos continuaremos a fazer o que, na medida das humildíssimas possibilidades, nos seja possível.

    Próxima estaçom: Vila Franca (9 de setembro de 1486).

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    Escrito às 12:24:30 nas categorias: Jenaro Jesus Marinhas, Back to the Future

    2 comentários

    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Segundo as fontes, Rodrigo Henríquez Osório, II Conde de Lemos, é filho ou neto de Pedro Álvarez Osório, I conde de Lemos.

    Por isso, habilmente, Anselmo López Carreira fala de Rodrigo Henríquez Osório como sendo “sucessor” de Pedro Álvarez Osório, evitando molhar-se dizendo se o segundo é filho ou neto do primeiro conde de Lemos ;)

    Também, dependendo das fontes, Rodrigo Henríquez Osório, II Conde de Lemos, é filho de Beatriz Henríquez de Castro ou dumha tal María Valcárcel.

    O conflito pola propriedade do castelo de Ponferrada Rodrigo Henríquez Osório, II Conde de Lemos, teria-o com Juana Osorio ou María (de) Bazán, segundo as fontes.

    Se Rodrigo Henríquez Osório, II Conde de Lemos, é filho (e nom neto) de Pedro Álvarez Osório, I conde de Lemos. E se Juana Osorio também é filha de Pedro Álvarez Osório, I conde de Lemos (e da sua segunda esposa, María (de) Bazán), daquela Rodrigo e Juana seriam meio-irmãos.

    Mas na Galipedia, o que se di, é que os que som meio-irmãos som Rodrigo Henríquez Osório, II Conde de Lemos, e María Bazán (quem, se Rodrigo é filho de Pedro, seria madrasta de Rodrigo!! E se Rodrigo é neto de Pedro... seria a sua “avoastra”!!!).

    “A súa confrontación [a c. de Pedro Álvarez Osorio, I Conde de Lemos] coa Real Audiencia e os Reis Católicos sumiran o condado nun período de inestabilidade, que a propria morte do conde no ano de 1483 non conseguiría deter, senón máis ben acrecentar pois desataba abertamente unha disputa entre o lexítimo herdeiro, Rodrigo Henríquez de Castro e a súa media irmá (?!?), María Bazán, emparentada cos Pimentel, condes de Benavente e ferventes partidarios dos Reis Católicos, que tiñan importantes desexos territoriais no Bierzo.” (Galipedia).


    Mimadrinha, que sarilho! Vaia Li(vr)o de família! Aqui já havia tomate e isso que a América ainda nom tinha sido "descoberta"! ;)
    Quarta, 07 de Setembro de 2011 @ 12:30
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    O 7 de setembro nom é o nosso aniversário... mas é o aniversário da independência do Brasil! Feliz dia da Independência, irmãs e irmãos brasileir@s! "Independência ou morte!" :D


    Independência ou Morte!, de Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
    Quarta, 07 de Setembro de 2011 @ 17:43

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