
Ontem, em "Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos..." celebramos (pois é, dizemos bem) o 33º aniversário da morte de...
Francisco Franco Bahamonde, um homem tam pequeno, tam pequeno que... o seu retrato cabia nas pesetas.
- Ano Rosso Quin(tana)
Cabe-me, em nome do júri, dar os parabéns a todos os participantes polas suas fantásticas achegas. E, nomeadamente, cumprimentar o feliz ganhador, que receberá um exemplar das Obras Completas de Manuel Curros Henriques.
P.S. Ano Rosso, melhor que seja de Guijuelo. No júri somos nacionalistas, mas temos estômago.

Queres sair em Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos?
APRESENTA FRANCISCO FRANCO BAHAMONDE!!!
Participa enviando a tua apresentaçom!!!
Quase todos os dias a nossa página lembra, para divertimento d@s noss@s repórteres e leitoras/es, os momentos mais importantes do mais de cinco vezes secular processo de colonizaçom de Galiza por Espanha.
E no 33º aniversário de morte [1] de Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo Franco y Bahamonde, Salgado y Pardo de Andrade (A.k.a. Jaime de Andrade) tínhamos que fazer algo minimamente especial. Nom todos os dias do ano podemos celebrar (sim, falamos com jeito) a morte dum dos poucos genocidas nascidos nas terras da nossa naçom.
Acostumados como estamos a falar de espanhois que avassalam Galiza e galeg@s que deixam que @s asovalhem; já nom era sem tempo que algum nativo passara -com verdadeira força e ímpetu- de pasivo para activo e desse um pouco polo cu na sua terra e em todo o Império Pequeno. Também é certo que seguia a moda da época: Ditadores de altura algo-menor-do-que-a-média, com grandes traumas e com tendência a mover o braço direito cara o céu.

Por isso queremos que todos e todas sem excepçom, leitores pasivos e comentaristas habituais, peguedes no teclado e completedes, depois de olhar fixamente para a imagem acima, a seguinte frase: "Francisco Franco Bahamonde, um homem tam pequeno, tam pequeno que..."
Deixade nos comentários as vossas apresentações. Um júri especializado (formado por vermelhos, judeu-maçons, maricons e separatistas) selecionará a melhor de todas e amanhã (se Franco nom levantar a cabeça [2]) a apresentaçom ganhadora será publicada aqui mesmo em destaque.
Além disso, o seu autor ou autora receberá um exemplar das Obras Completas de Manuel Curros Henríques (autor de cuja morte comemoramos em 2008 o centenário), livro que poderá liberar para Bookcrossing ou fazer com ele o que lhe pete ou queira ou lhe der a gana.
Assim que já sabedes: Francisco Franco Bahamonde, um homem tam pequeno, tam pequeno que... como nom lhe chegava com umhas alças montou o Alzamiento!!!
[1] As datas importantes também eram do gosto do franquismo, e cumpre respeitar o trabalho dos médicos do Generalíssississimo. Se eles figerom o esforço de manter quente o pequeno corpo do idoso até que a sua desconexom calhasse com outro data importante como a porte de Primo de Rivera para assim aforrar feirados – esse era o espírito de trabalho do Movimento- nom os imos contrariar.
[2] Nom vos preocupedes, Franco tem direito à réplica mas é muito pouco provável que vos conteste. O pouco empenho de Garzón nom é suficiente para contratar algum doutor Frankenstein que faga realidade o sonho de Jose Luís Pita Caruncho: "Yo ofrecí todo mi cuerpo, todos mis órganos, porque quería que me trasplantaran el cerebro de Franco. Era un hombre irrepetible y yo sabía que si él desaparecía, este país se iba a pique. Y a los resultados me remito." (Podemos assegurar e asseguramos que em breve poderemos contar com umha versom digitalizada e completa desta fantástica história).
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