SOQNF ultimamente

  • Morre SOQNF. Mas morre de rir

  • Mais um sucesso: "¿Cómo estaba la plasa?"

  • Acabou a diversom, chegarom os Reis Católicos e mandarom parar

  • Fernando e Isabel, a mesma merda é!!!

  • U-1714*Catalaalatac! Porque a melhor defesa da Língua...

  • Fernando e Isabel, o casal de moda, flagrado em Vila Franca do Bérzio

  • O 7 de setembro [nom] é o nosso aniversário

  • Olho com o dedo ao olho!

  • Os passos do 'Graal' de Conde Roa

  • O novo projeto de Carlos Negreira, Ana Fernández e Anxo Lorenzo

  • Apostasia Antes do Apóstolo 2: mais/menos três!

  • O dia das letras está preto...

  • 18-A: Três meses depois, eis o vídeo!

  • A Apostasia segundo SOQNF

  • Pois isso, Mariano

  • Quem mexeu no meu códice?

  • "Conquista El Alentejo"

  • “Bienvenido, Mr. Mayor!”

  • Está tutto, Está tutto, Está tutto amig@s?

  • Anxocalypse now

  • Galiza, ano 2012

  • Matricular-te em 'Reli'? Ela nunca o faria!

  • Umha liçom de inglês... e de história

  • Jenifer, a nena de Iate, Els Catarres e Os Diplomáticos

  • A Lucy vai de #acampadaBCN... e levantam o acampamento!

  • Preparando o Assalto

  • O pepino espanhol volta à Europa

  • Modernos da Galiza, solidariedade

  • #acampadaobradoiro: “gosto” disto, “nom gosto” do outro

  • Plurilinguismo à Valenciana

  • 1486-2011

    525 anos de Doma & Castraçom

    Eurovisom 2011

    HOMENS DA LUTA
    Clube de Fãs - Galiza
    Entra no nosso grupo da rede social FACEBOOK
    Fai-te amig@ do nosso hominho no Tuenti!
    Canal SOQNF no YouTube

    Comentárom:

  • plinio rideiro de castro neto em Os Castro II: Azul sobre prata
  • Emilia Pardo Bazán em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Picheleiro em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Camarada 64 em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Lucy Ewing em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Vixía em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Trave em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Profundador em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Queridos amigos de la derecha extravagante: em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Jenaro Jesus Marinhas em Acabou a diversom, chegarom os Reis Católicos e mandarom parar
  • Queridos amigos de la derecha extravagante: em Acabou a diversom, chegarom os Reis Católicos e mandarom parar
  • manuelmorrinha em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • koroshiya itchy em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • La otra em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • koroshiya itchy em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Libertino Cachafeiro em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Naito de Cangas em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Turkoo em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Arturo de Nieves em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • La otra em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Arthur Pondal Doylhe em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • OdiloGZ em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • papuxa em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Eloi dos freiría em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Manu em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Jenaro Jesus Marinhas em Acabou a diversom, chegarom os Reis Católicos e mandarom parar
  • Jenaro Jesus Marinhas em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Alexandre em Acabou a diversom, chegarom os Reis Católicos e mandarom parar
  • Alexandre em Fernando e Isabel, o casal de moda, flagrado em Vila Franca do Bérzio
  • Gennara del Bruzzo em Morre SOQNF. Mas morre de rir
  • Começámos?

    Contra Espanha e o Capital, "dientes, dientes que es lo que les jode"

    Caminho a_Teu

    Obrigado, Beatriz

    Um exclusivo de...
    Alfredo Tascas
    Quarta, 04 de Novembro de 2009
    De-pen-de

    Ainda haverá quem tenha queixa. Depois de que ao finado Governo nacional-socialista da Xunta de Galicia lhe desse por infiltrar, de jeito taimado e muito gallego -no mal sentido-, perigosas proclamas independentistas em inocentes carros destinados a atender os nossos velhos, a actual titular da também finada Vice-presidência, Beatriz me-Mato-de-risa, vem de cortar polo são. Literalmente.

    A imagem publicada pelo Merixo no Xornal de Galicia mostra às claras o objectivo governamental de conectar coa Galiza do comum, cujas gentes vivem bem longe dos devaneios soberanistas. A new-age da Junta traz consigo umha adaptaçom estética ao carácter galego. Nem para cima, nem para baixo. Nem dependência, nem independência. Depende.

    Facebook DoMelhor Twitter

    Mais putas que as galinhas

    Um exclusivo de...
    Ano Rosso Quintana
    Segunda, 24 de Agosto de 2009

    O passado mês de agosto, com aleivosia e estivalidade, o consejero de instrución bilingüe Jesús Vazquez, e a consejera de políticas de austeridad Beatriz Mato perpetrárom a anunciada mudança de imagem das perigosas galescolas, sinistros estabelecimentos onde cativos apenas destetados sofriam a inoculaçom dumha abjecta ideologia denominada língua galega, mediante a qual alcançavam a imediata capacidade de fabricar bombas-lapa, mas a risco de sofrerem graves lesons cerebrais que impediriam a esses mesmos rapazes assimilarem a matemática, as ciências naturais e a religiom, úteis saberes que os nenos españoles dominam perfeitamente.

    O nome de "Galescolas", certamente evocador, e a sua casinha "blissymbol" com bandeira galega, será substituído (mediante umha austera medida que custará 22.000 euros só em cartazes), polo inócuo, simpático e divertido nome de "A Galiña Azul". A razom que leva a identificar um infantário con esta aprazível ave da familia dos faisánidos tingida dessa insólita cor é algo que nom se pode explicar cabalmente. É surrealismo puro, e como tal devemos apreciá-lo. Quiçá iniciem umha tendência a baptizarem os centros de ensino com outros nomes igualmente absurdos, como "o osso libidinoso" ou "a sardinha esparrada". Talvez "Os nhus do Serengheti" seja o próximo nome dos centros da ESO.

    Há quem pensa que o novo nome tem a ver com um livro de contos escrito polo finado do Carlos Casares, Deus o tenha sentado a carom do seu silhom (também) azul. De facto, a conselheira Mato afirma que "pagará" à família Casares pola sua "capacidade criativa" (sic!). Mas deve haver um erro: Carlos Casares publicou "A Galiña Azul" em 1968, como um conto dirigido a umha nena chamada Ana que deixara a súa Galiza natal para ir viver com seus pais a Santander. No conto em galego ("a túa lingua" di Casares à nena) saía umha galinha azul, que punha ovos de cores. A pobre da pita sofria as iras do alcaide, que a quería levar presa por cacarejar "cocorocô" em vez de "cacaracá", até que os seus paisanos decidírom pintar todas as galinhas de azul para confundirem deste jeito as forças da ordem e evitar o assédio policial. Os alcaides do ano 1968 eram-vos assim, que nom deixavam nem cacarejar na língua própria. Algum haverá mesmo que ainda exerce desde aquela época. E decerto que som do mesmo partido que os conselheiros.

    Por isso nom cremos que exista relaçom entre o conto de Casares e os conselheiros surrealistas. Era um conto escrito para estimular o amor pola língua galega, assim que ou bem nom o lêrom, (o qual non é grave, pois os dous conselheiros nom parecen adeptos à literatura infantil) ou bem nom o entenderon (ora por estar en galego, ora por non serem quem de entenderem un livro para nenos). Ainda que a mesma viúva de Casares estivesse presente no acto, lembrando sem rubor que nesse livro está "todo o pensamento do seu autor". Que todo o pensamento dum escritor poida condensar-se num livro infantil é um elogio ao alcance de mui poucos.

    "A galiña azul" pretende, em palavras do conselheiro, "formar a ciudadanos librepensadores, portadores de derechos universales y actores protagonistas de la libertad que debe caracterizar una democracia sólida como la nuestra". Crianças de três anos convertidas em cidadaos livre-pensadoras? Actores protagonistas dumha democracia sólida? A pedagogia destes renovados centros deve ser pa flipar! Como o vam conseguir? Pois segundo a conselheira, era "imprescindible" umha mudança de imagem da rede de escolas infantis, "alejada de la confrontación y del debate ideológico". Umha escola sorridente com umha bandeira galega, como a que tenhem na porta todas as escolas do país, é para ela umha imagem perniciosa. Segundo ela, a educaçom infantil deve ser um "espacio libre de instrumentalización y del adoctrinamiento político (...) y que no les adjudique a los niños una identidad preestablecida". Admitirám nenos baptizados pola Igreja?. A nova imagem pretende ser "amable" e "identificativa" das primeiras etapas formativas (sic), "en libertad, en igualdad, en diversidad, en solidaridad, en tolerancia..." A muita gente que nom leu Casares as galinhas azuis lembram-nos outras cousas. Surrealismo puro.

    Facebook DoMelhor Twitter