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    Contra Espanha e o Capital, "dientes, dientes que es lo que les jode"

    Ferrín contra Castelão, Castelão contra Ferrín

    Um exclusivo de...
    Gennara del Bruzzo
    Segunda, 22 de Março de 2010

    Recentemente, o presidente da Real Academia Galega, Xosé Luís Méndez Ferrín, concedeu umha alargada entrevista para a revista Tempos Novos. A transcriçom da conversa oferece-nos um Méndez Ferrín em estado puro, um completo retrato do carácter e pensamento ferrinianos. Tanto, que a análise dará-nos para várias entregas. Eis a primeira.

    Para começar The X(osé)L(uís) Files, centraremo-nos numha das declarações mais impactantes chegou quando foi perguntado acerca da sua opiniom sobre o reintegracionismo, o presidente da RAG respondeu:

    O mesmo que con Galicia Bilingüe. É xente que está en contra do idioma. Que fagan o que queiran. Teñen a rúa, os foros sociais, os medios de comunicación, os sindicatos. Que vaian predicar á porta de Citroën.

    Ainda que me doia, desde o carinho e o respeito devo corrigir o bom de Dom Xosé Luís, pois cuido que essa comparaçom é bastante ousada... porque cuido que entre as pessoas reintegracionistas e as pessoas que alinham com as teses de GB deve haver, polo geral, poucas coincidências. E mesmo que as houver, se com isso se pudesse estabelecer umha relaçom de concordâncias, há outras instituições teoricamente nacionais que também poderiam sair mal paradas.

    Pensemos, por exemplo, na hipotética diferença entre as reacções da presidenta de GB, Gloria Lago, e o secretário do Conselho da Cultura Galega, Henrique Monteagudo, ante a última versom conhecida do decreto galegófobo da Junta:

    - Gloria: «Esto ya pinta bastante mejor»
    - Henrique: «é menos insatisfatório»

    Passem e julguem! :)

    De outra parte, fiquei também surpresa com a frase destacada na manchete da entrevista: «Os inimigos do galego apresúranse a evitar que a lingua sexa útil». Ignorando ao que se podia referir Dom Xosé Luís, procedim a ler tanto a pergunta do entrevistador como a resposta na íntegra. Por razões de espaço vou resumir um bocadinho:

    - [...] Como se conseguen escenarios de uso [da língua] para poñer en práctica a competencia adquirida?
    Facendo a lingua necesaria. [...]

    - E aquí como se fai útil?
    Facéndoo útil na nosa casa. Que para ser funcionario ou facer unha oposición haxa que saber galego [...]. Hai empresas [...] que demostran como pode ser útil [...]. Por iso os inimigos do galego se apresuran a evitar que sexa útil. Cómpre pensar que a defensa do galego non se lle pode deixar ao dominio público, á Xunta ou ao Estado. Aquí hai unha loita, e unha guerra, na que nós imos desaprecer ou sobrevivir. Así que, conciencia e orgullo nacional. Se iso non se consegue, é un suicidio colectivo.

    Desta fecunda resposta tiro como liçom principal o seguinte: que para evitar a desapariçom do galego, cumpre fazer necessária a língua, lograr que seja útil. E aqui introduzo umha questomzinha: o que será mais útil, um galego extenso ('reintegrado') ou um galego reduzido ('isolado')?

    Para Dom Xosé Luís, à vista do mencionado uns parágrafos mais acima, imaginamos que a versom reduzida, talvez por aquilo da «consciência e orgulho nacional». Para orgulho, o dos habitantes do monte Medúlio, que optaram pola morte antes que se renderem aos romanos. Talvez o primeiro suicídio colectivo documentado na Gallaecia?

    Mas nom fagamos atençom a umha profana como eu. Deixemos que falem os mestres:

    «O galego é um idioma extenso e útil, porque -com pequenas variantes- fala-se no Brasil, em Portugal e nas colónias portuguesas.»

    (Castelão. Sempre em Galiza, Akal Editor, cap. IV, livro 1º, pág. 41-42)

    Acaso a RAG pretende fazer do galego todo o contrário que Castelão propugnava? Será, talvez, que a mesmíssima Academia é um desses inimigos do galego? Seja como for, isto parece umha luita de titãs. Ferrín contra Castelao, Castelao contra Ferrín. Quem pode sair vitorioso??

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    O 'fantasmom' do Castelao

    Um exclusivo de...
    Jenaro Jesus Marinhas
    Quinta, 07 de Janeiro de 2010

    Afonso Rodrigues Castelao (retratado por Joaquim Pintos) e
    capa do livro 'Fantasmones rojos: La venjança falangista contra Catalunya (1939-1940)'.

    Coincidindo com o sexagésimo aniversário da sua morte (Buenos Aires, 7 de janeiro de 1950) em Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos publicamos hoje umha rareça sobre Afonso Rodrigues Castelao que o Camarada 64, da Lliga Anticolonial dos Països Polacs, encontrou, digitalizou, converteu a texto e teve a bem enviar-nos para a sua publicaçom.

    Trata-se da difamatória semblança biográfica do pai da pátria galega, saída da pena dum tal José María García Rodríguez, publicada originalmente em Solidaridad Obrera Solidaridad Nacional (20-VII-1939) e resgatada para o livro Fantasmones rojos: La venjança falangista contra Catalunya (1939-1940).

    Segundo este livro, José María García Rodríguez é:

    Poeta, narrador i crític d’art. L’any 1942 publica No éramos así a l'editorial Caralt. Militant falangista, participa activament en tasques de propaganda i d’adoctrinament programades pels Serveis de Propaganda de Falange arreu del territori, fomentant conferències en associacions com La Hermandad de ex-cautivos. Posteriorment, l’any 1944, el trobem com a dirigent de La obra Sindical del Hogar y de Arquitectura encarregada de la construcció de vivendes socials a la Barceloneta i a Ciutat Meridiana.

    Porém segundo o nosso amigo e informante, o Camarada 64:

    Un bon vivant. El típic pijo fatxa de la part alta, vamus!, que com tots, a la seva darrera etapa es va folrar cobrant comissions per l'edificació de cases barates i amb aluminosi a la Barcelona més deprimida: La Barceloneta, el barri de pescadors humils i Ciutat Meridiana, un township de gitanos i andalusos pobres amb clavegueres a cel obert fins als anys 80.

    Sei o que digestes (de NÓS) nos últimos 525 anos! Muitíssimo obrigado, Camarada 64! E já, sem mais dilaçom... DENTRO LIVRO!!!

    RODRÍGUEZ CASTELAO
    Por José María García Rodríguez

    Nacido en Galicia, era conocido como político de izquierdas, como dibujante y como artista. ¿Artista? En realidad, no sé yo, si podría decirlo. He tenido verdaderos líos con el Arte. Pero no con un arte cualquiera, sino con el Arte. Con ese señor endomingado y presumido que se escribe con A mayúscula, y que tiene la prestancia de los premios finales de curso que se dan a los niños aplicados y sosotes.

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