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    Um exclusivo de...
    Jenaro Jesus Marinhas
    Segunda, 16 de Março de 2009

    Após as Citações Célebres de Pipi Estrada e Miguel de Unamuno, o protagonista da nossa Citaçom Célebre de hoje é um poeta castelhano de nome desconhecido.

    Esta citaçom é a primeira dumha série de Citações Célebres que iremos retirando do Sempre Em Galiza (SEG, Livro II, Cap. XXIII), livro publicado por A. R. Castelao em 1944 e que bem podia ter-se intitulado Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 460 Anos.

    Mas deixemos que seja o próprio Castelao quem no-la apresente:

    Há na América muitos galegos que nom conhecem de Hespanha mais que a sua aldeia e o porto em que embarcarom, e assim nom sabem doutras pátrias hespanholas. A este respeito cumpre que refiramos um sucedido:

    Quando foi a Madri o coro galego de Feijóo levava consigo um tamborileiro de Cerponzons, um velho que nunca saira de Galiza. Quando já levavam quinze dias em Madri, o tamborileiro, apouvigado pola morrinha, dixo-lhe a Feijóo: “Eu quero ir-me a Hespanha!” Pois bem; aos galegos que falam de Hespanha e levam no sentimento da sua terra, eu quero dizer-lhes que a nossa Terra é umha Pátria e que esta Pátria foi aldrajada por outros hespanhois a quem só devíamos inspirar agradecimento e admiraçom. E que o conto nom seja que os galegos, aparentemente renegados, tomem a Hespanha como a tomava o tamborileiro de Cerponzons...

    Eu sei que todos os galegos estamos orgulhosos de sermos filhos da Terra mais fermosa de Hespanha e quiçá a mais fermosa do mundo. Pois bem; nem isso foi compreendido e respeitado polos castelhanos. E para prová-lo abondará transcrever aldragens em verso –em verso, para que doam menos- devidos ao engenho dos escritores de Castela: (...)

    E já sem mais preâmbulos, DENTRO VÍDEO!!!

    Agradecimentos especiais a Jaime Cantizano (DEC), Hermerico Pinheira O Suspensórios e Henriqueta Pichel.

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    Escrito às 10:43:20 nas categorias: Jenaro Jesus Marinhas, Citações Célebres

    10 comentários

    Comentário from: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Correio-e

    Muito boa...
    Segunda, 16 de Março de 2009 @ 12:57
    Comentário from: Gennara del Bruzzo [Membro] Correio-e

    Parabéeeens! :) :) Por certo, que agora sai-nos por aí concorrência http://chuza.org/historia/y-todo-gracias-a-feijoo-2
    Segunda, 16 de Março de 2009 @ 19:41
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Arthur Pondal Doylhe, Gennara del Bruzzo, muitíssimo obrigado! :)

    With a little help from my friends no vídeo recriei o aldrajante poema de autor anónimo tal e qual Afonso R. Castelao o reproduziu no Sempre em Galiza (que é tal e qual pode ler-se aqui também):
    Reino infeliz, país desventurado,
    De España muladar, rincón del mundo,
    Entre tinieblas siempre sepultado,
    Áspero, duro clima, templo airado,
    Infeliz, bárbaro trato, signo inmundo.

    Só na hora de editar este post foi que descobrim aqui a existência dumha outra versom ligeiramente diferente do mesmo:
    Reino infeliz, país desventurado,
    De España muladar, rincón del mundo
    Entre niebla siempre sepultado.
    Áspero, rudo clima, temple airado.
    Infiel, bárbaro trato, sitio inmundo.
    Gente sin sociedad, campo infecundo.

    Será que algum de vós sabe de onde foi que tirou Castelao este poema?

    Para já, muitíssimo obrigado a quem der a resposta!
    Segunda, 16 de Março de 2009 @ 20:34
    Comentário from: Cacheiruda [Visitante]

    Topei isto na web, parece a transquiçom dum livro de literatura espanhoa, mas nao sei se a fonte é fiável. Diz que foi composto por un Cura de Fruime,

    A ver se ajuda!

    http://www.archive.org/stream/laliteraturaespa012241mbp/laliteraturaespa012241mbp_djvu.txt
    Segunda, 16 de Março de 2009 @ 22:32
    Comentário from: Cacheiruda [Visitante]

    Desculpas, nom era o cura de Fruime, era um castellano ao que lhe contestava o primeiro. As leituras rápidas ....
    Segunda, 16 de Março de 2009 @ 22:46
    Comentário from: Vixía [Visitante] · http://torrevixia.blogspot.com
    *****

    Tentarei averiguar eu tamén o que vostede pregunta, Dom Jenaro. E no tocante ao video, esa voz si que é tenebrosa! :.
    Terça, 17 de Março de 2009 @ 01:46
    Comentário from: Joaquim Reboiras [Membro] Correio-e

    N'As Uvas na Solaina, de Marcos Valcárcel, encontrei um comentário de um tal Xosé M. González com o poema completo, e diz assim:

    Reino infeliz, país desventurado,
    de España muladar, rincón del mundo
    entre niebla siempre sepultado.
    Áspero, rudo clima, temple airado.
    Infiel, bárbaro trato, sitio inmundo.
    Gente sin sociedad, sitio infecundo.
    En el nombre de Dios santo y eterno,
    con cuanta fuerza tiene el exorcismo,
    te conjuro y apremio, triste averno,
    para que me declares por ti mismo
    si eres, en realidad, el propio infierno
    o si eres el retrato del abismo.


    http://asuvasnasolaina.blogspot.com/2007/04/casa-de-citas-2-plido-sol-en-cielo.html?showComment=1177756260000
    Terça, 17 de Março de 2009 @ 11:22
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Cacheiruda, Vixía, Joaquim Reboiras, muitíssimo obrigado aos três! :)

    No enlace que nos comenta a amiga Cacheiruda (Full text of "La Literatura Espanola Resumen De Historia Critica Tomo III", do acadêmico da Real Academia de Ciencias Morales y Políticas Ángel Salcedo y Ruíz) o poema é atribuido a "un poetastro castellano [que] compuso esta diatriba contra Galicia y los gallegos".

    Algumha cousinha mais vamos sabendo sobre esta aldragem em verso (em verso, para que doa menos) mas continuamos sem saber nada sobre a fonte original. Continuaremos a pesquisar.

    Terça, 17 de Março de 2009 @ 11:56
    Comentário from: Gennara del Bruzzo [Membro] Correio-e

    Quanto se aprende com Sam Google e convosco! 88|
    Terça, 17 de Março de 2009 @ 13:01
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Xosé M. González, no seu [por Joaquim Reboiras] referido comentário n'As Uvas na Solaina, chama "Míster" ao Google:
    Aí o está, o máis famoso. Curiosamente, ata o de agora non debía estar na rede en versión completa se mr. Google non engana. Isto si que é barroco e o demais imitacións.

    Tu, Gennara del Bruzzo, já o elevas à categoria de Santo! Canonizado ou nom, quanto se aprende com o Sr. Google, sim senhor! :D
    Terça, 17 de Março de 2009 @ 13:11

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