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Sexta, 05 de Março de 2010

Orgulhosos do vosso, orgulhosos do espanhol
Umha exclusiva de...
Ano Rosso Quintana

O 22 de fevereiro, a Coordenadora Galega de Equipas de Normalizaçom e Dinamizaçom Lingüística apresentava umha campanha para que os galegos falem galego. Parece umha parvada, mas neste ponto estamos. A Campanha conta com a voz alta e clara de pessoas da cultura nacional como Luís Tosar, Maria Castro, Martinho Rivas, Susana Seivane, Belém Regueira, ou Antom Reixa, Isabel Risco e Carlos Ares, pessoas das que declaram trilingüemente que o galego precisa mais protecçom, para engadir que estám orgulhosos do seu, orgulhosos do galego.

En claro contubérnio, vários membros destacados da intelectualidade e a cultura espanhola venhen de fazer, cada um pola sua parte, umha série de declarações, mostrando o seu orgulho por pertencer a essa grande naçom chamada Espanha.

O Primeiro é o piriodista, ex-correspondente de guerra, escritor e académico da língua (espanhola, evidentemente) Arturo Pérez Reverte, que acaba de publicar um novo romance ambientado na Cádiz assediada polo francês. Numha entrevista publicada em elcultural.es lança diagnósticos como este:

El español es historicamente un hijo de puta.
“España es un país históricamente enfermo. Se ve muy bien en cuanto escarbas un poco en la historia: desde Indíbil y Mandonio, los Austrias, la Ilustración... Hasta ahora mismo... Mira cómo nos estamos cargando la democracia. En cuando se empieza a perfilar una España distinta, esa España que empieza a ser posible, la destruyen los mismos españoles: la arrogancia de unos y el fanatismo de los otros. (...) Sí, el español es históricamente un hijo de puta (...). Cualquiera que haya leído historia de España sabe que aquí todos hemos sido igual de hijos de puta, TODOS. (...) El problema es que España es un país inculto, España es un país gozosamente inculto, es un país deliberadamente inculto, que disfruta siendo inculto, que hace ya mucho tiempo que alardea de ser inculto”.

Tais palavras estám em sintonia com outras, algo mais longínquas no tempo, mas nom por isso menos vigentes nem esclarecedoras, pronunciadas polo outro grande prócer das letras hispanas, ex-comunista, neoliberal, drogadicto, escritor e ex-apresentador do parte de telemandril Fernando Sánchez Dragó, quando no 2006 recibiu o prémio Petruzzellis della Gattina Fernando Lara por um dos seus tijolos. Dixo Dragó: "Lamento profundamente haber nacido español", e nom ledo de todo, acrescentava:

"Lamento profundamente haber nacido español"
"España es un país de gentes sin educación; donde la envidia, que es el peor pecado, es el pecado nacional, donde la mala leche es brutal y en el que, junto con Italia, hay mayor cantidad de sinvergüenzas del mundo; aquí al pícaro, que en cualquier lugar se le mete en la cárcel, es un modelo y se le alaba y exalta; en España te engaña todo el mundo, el editor, el fontanero y el taxista (...). En España nadie se plantea nada desde una perspectiva moral; este es un país de salvajes y de cafres; España vista desde el extranjero resulta un país ridículo, siempre estamos peleándonos con nuestra sombra y los extranjeros se quedan atónitos cuando ven lo que pasa aquí".

Mas nos últimos dias, somou-se a este coro de orgulhosos Jesús Neira Rodríguez, Professor universitario, salvador de princesas chonis em perigo, tertuliano todólogo e presidente do observatório regional de Mandril sobre a violência degenerada, mais conhecido polo seu nome de superheroi Professor Neira. Aqui temos a sua última performance, quando se inteirou da excarceraçom do seu suposto agressor:

"Me da asco y vergüenza ser español"

O que podemos dizer que lhes sirva de consolo, mais do que acompanhá-los no sentimento?

Escrito às 11:29 nas castegorias: O ecrám barato, Ano Rosso Quintana
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Quinta, 25 de Fevereiro de 2010

Kurtura Grekolatina
Umha exclusiva de...
Ano Rosso Quintana

Aconteceu no passado dia 17, há umha semana. O ex-presidente do Império Pequeno, presidente do Zinc Tank FAES e lider cósmico José María Aznar, com a sua docta melena ao vento, acudiu a um acto organizado por Nuevas (De)generaciones na Universidade de Uvieu (normativa isolo-astur) para pontificar sobre a crise económica e sobre todo o divino e o humano, quando um grupo de estudantes o increpou, chamando-lhe “assassino”, e “criminal de guerra”.

Parecerom palavras mui grossas para aplicá-las a um estadista do seu talhe, apesar de que o próprio ex-presidente proclama orgulhoso a sua cumplicidade na invassom ilegítima dum Estado soberano que leva causadas segundo as últimas estimaçons apenas um milhom de mortos.

Assim que Aznar contestou cum aceno de grande estadista, mostrando aos estudantes que o incriminavam o seu dedo corazón, médio ou pai-de-todos erecto e cara riba, recurso expressivo que, como universalmente se reconhece, constitui um convite ao interlocutor a introduzir-se um objecto de semelhantes talhe e rigidez por via rectal, fazendo explícita desta maneira a presunçom do gosto do apelado por este tipo de práticas estimulatórias antinatura, com ânimo de menoscabar a sua dignidade.

Houvo quem recriminou ao lider cósmico expressar o seu incómodo deste jeito para muitos soez. Mas aginha O Noso Presidente tirou-nos do nosso erro: A figa de Aznar é um gesto que era comunmente admitido em civilizaçons como Grécia e Roma, que forom berço de conhecimentos. Ai o tens! Um gesto de civilizaçom! Disso Frijol controla muito, que para isso estudiou nos Maristas de Leom. Nom aprendeu inglês (disque), e estava exento do galego, mas sabe latim!. A cultura greco-latina é para ele umha fonte de inspiraçom. Bem claro no-lo deixou quando, a imitaçom de Calígula, que quixo promover ao consulado o seu cavalo Incitatus, ele promoveu a conselheiros umha manada de solípedes.

Asim que resulta estranho que, haja gente no seu partido que continue molesta ao ver certos gestos na televisom imperial,quando este Ovídio do século XXI, trás recitar a sua versom do Ars Amandi, increpa a concorrência do foro convidando-os a uma degustaçom de aves de curral. É Kurtura Grekolatina!

Escrito às 11:15 nas castegorias: O ecrám barato, Ano Rosso Quintana
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Quinta, 14 de Janeiro de 2010

À altura das circunstâncias
Umha exclusiva de...
Ano Rosso Quintana

Anteontem, Deus deu umha mostra mais da sua já provada inexistência como ser clemente e bondadoso permitindo que um terramoto de 7'3 graus na escala Richter açoutara a República do Haiti, um poço de merda insofrível onde habitan uns 10.000.000 de pessoas, descendentes na sua imensa maioria de escravos arrincados do coraçom da África, explorados um trás doutro por espanhóis, bucaneiros, franceses, gringos e ditaduras sucessórias de tanta crueldade como ineptitude, amparadas polo poderoso vizinho do Norte. Já era umha putada, ser haitiano, como para que venha um terramoto a esmagar-che a chabola.

Tampouco tenhem sorte os haitianos com as datas. Se quando menos o terramoto fora no Natal, poderiam contar com esse espírito inefável que leva os corações ocidentais a compartir mesa y mantel com os pobres. No 2004, o tsunami do Índico, que foi num 26 de dezembro, e que pilhou a tantos e tantos turistas de férias desfrutando do sol nas praias de Thailandia, e que gravarom com os seus telemóveis o perdidinhos que ficaram os seus hoteis de 5 estrelas, deu pé a umha segunda vaga de solidariedade internacional que arrecadou 7.000 milhões de dólares em ajudas. Michael Schumacher doou 7 milhões de euros, ele sozinho. Mas os haitianos tiverom o seu terramoto em plena costa de Janeiro, quando a tempada de tele-maratonas declinou, e com a crise que ventea polas reganhas das portas.

Mas o coraçom do governo da austeridade de Galiza também amoleceu com as imagens desses pobres malpocados, asomando os seus braços moribundos entre montanhas de entulho e lixo. Por isso, a rumbosa Xunta, por médio da Fundación Axencia Humanitaria de Galicia, vai destinar a assombrosa quantidade de (agarrem-se)… 15.000 euros!!!! para a recuperaçom do Haiti!!!. Dous milhões e méio de pesetas das de antes!!!.

Mira, Feijóo. Permite-me o tuteo, mas o trato de cortesia reservo-o a quem a merece. Feijóo, repito, umha cousa é seres austero, e outra bem distinta é seres um cutre avarento. Para isso nom mandes nada, hom. Se queres mandar tu 10 euros do teu peto a ver se arranjas o Haiti, fai-no, mas nom nos fagas passar a todos por cutres. Porque és o governo de Galiza, tu, mona, e ficamos mal todos. Retratas-te, cutre, mais que cutre. Se podes dar 170.000 euros a umha federaçom "desportiva" para que assassine raposos, nom has de poder mandar outro tanto a essa pobre gente? Se podes dar 40.000 euros ao David Meca para que tome um banho na ria de Arousa, nom podes gastar o mesmo para ajudar a quem o precisa? Cutrenho, avarento. Estira-te, miserento, cicateiro, cochambroso, mas nom dês 15.000 euros nada mais, que me dás vergonha. E nojo. Manda umha quantidade decente, usureiro, fenício, ruim. Que becho mais mesquinho podes chegar a ser, ronhoso, porco, miserável.

Escrito às 21:29 nas castegorias: Se estám passando, Ano Rosso Quintana
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Segunda, 30 de Novembro de 2009

No Dia Nacional da Escócia
Umha exclusiva de...
seoique

É umha merda ser galego/escocês! [40'']
Famosa cena do filme 'Trainspotting' na sua V.O. em Scottish English e
transposta para a Galiza e o galego a meio da sua legendagem em galego-português.

No ano 832, numha Escócia assulagada polas trevas da noite medieval, os reis Angus II Mc Fergus de Alba e Eochaidh de Dalriada dirigiam um exército picto contra os anglos comandados por Aethelstan de East Anglia, polo controlo da bisbarra de Lothian. Aos escoceses vinherom-lhes más cartas, e a vitória parecia longe. Mas durante a noite, o rei Angus sonhou com o Apóstolo Santo André, (as relíquias do qual estavam enterradas em Saint Andrews, logo de ser misteriosamente transladadas desde Constantinopla no século IV) e o rei pediu-lhe pola sua sorte. No dia a seguir, os amedrontados pictos olharom como o ceu azul da manhã aparecia cruzado por duas faixas de nuvens, em forma de aspa, a cruz na que o santo fora executado en Pátras, e a moral subiu como a escuma. Os Pictos e Escotos vencerom, o rei anglo Aethelstan morreu no campo de batalha, e os escoceses adoptarom a cruz de Santo André branca como umha nuvem cruzando o azul do ceu como a sua bandeira nacional. Por essa razom, ademais, os escoceses celebram o Santo André , hoje 30 de novembro, como o seu dia nacional.

Desde estas escuras batalhas esquecidas mais de mil anos atrás... que se passou com a Escócia?

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Escrito às 11:53 nas castegorias: Jenaro Jesus Marinhas, O ecrám barato, Ano Rosso Quintana
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Sexta, 27 de Novembro de 2009

Viva a (TVG) Internacional!
Umha exclusiva de...
Ano Rosso Quintana

Na TVG, um serviço público que os galegos todos pagamos do nosso peto, considerárom de interesse emitir umha entrevista a umha inefável personagem que se fai chamar Josemi Rodríguez Sieiro. Tal fulano viveu toda a súa vida de pápi e mámi, até que aprendeu a viver do conto, e fora desse currículo, nada há de interessante.

Nom sabendo o que lhe perguntarem, os jornalistas dérom em escolmar umha listagem de boutades propelidas polo indivíduo, para que as comentasse. Nom conseguírom nem a primeira, pois o profissional apresentador, dado que estava na TVG, com 100% de audiência galega (mesmo os galego-falantes de fora de Galiza tenhem problemas para a ver) e dado que o seu entrevistado presume de viguês, quixo traduzir ao galego umha das suas parvadas.

A todo isto, o tal Josemi respondeu:


Original Video - More videos at TinyPic

No tengo nada contra el gallego porque soy gallego, pero no lo hablo. Entonces yo no lo he dicho en gallego. Entonces no sé si le estás dando… no sé si estás dando… Mira, sé un poquito más… Te voy a dar un consejo, si me permites. Hay que ser un poquito más internacional, porque posiblemente esto a lo mejor lo pueden pasar en Sudamérica, y lo está viendo… Tienes la posibilidad de que lo esté viendo alguien que no habla… que yo conozco a mucha gente que vive en Sudamérica y no son gallegos, y entonces no te van a entender, ¿sabes? O sea, digo…, digo, si quieres tradúceme también al inglés, tradúceme también al inglés ya que hablas tantos idiomas, lo traduces también al inglés y entonces ya me quedo yo tranquilo.

Que podemos comentar nós sobre esta diarreia mental? Sendo um pouco ousados, e se nos é permitida a licença, só podemos apontar-nos a dar conselhos, como ele fai:

  • Se estás na Galiza, num meio de comunicaçom que emite para os galegos e em galego, e queres que os galegos te entendam, fala galego.
  • Se, apesar de seres natural de Galiza nom falas galego porque és um ignorante, deixa que te traduzam. Doi menos que levar polo cu.
  • Se pensas que o que vas dizer é também interessante para o público de Sudamérica, e queres que te entendam directamente 190 milhons de sudamericanos, 53% da populaçom do continente, que se erguem a cotio cumprimentando-se com um "bom dia", que pronunciam todos os dias palavras tam nossas como berço, ou praia, ou árvore, ou minhoca, e que habitam em cidades como Belo Horizonte, ou Porto Alegre, ou Rio de Janeiro... (emigrantes galegos aparte) fala galego. E se nom o falas porque és um ignorante, deixa que te traduzam. Doi menos que levar polo cu.
  • Ora bem:

    Se queres assemelhar-te a esta personagem, de inteligente mirada, que dí ser viguês porque entre pijos como ele dá da vergonha dizer que é de Ponte Caldelas, (e aos de Ponte Caldelas também); que presume de advogado quando foi incapaz de acabar direito apesar do dinheiro que di que tem a sua família; que trabalha de jornalista quando jamais estudou jornalismo; que fachendeia de elegância vestindo-se do palhaço de Micolor; que vai de mestre de portuculo protocolo quando é um malcriado que interrompe todo o mundo quando está a falar, insultom, frívolo, ridículo e banal; e ao que tomam tam seriamente que aos seus 60 anos aínda lhe chamam "Josemi". Se queres ser como José Miguel Rodríguez-Sieiro Rodríguez-Vila, aliás "Perra chica", "Muñequito", "Palhaço", ou “Cani Virolho”, fala como ele. Espanhol. Para que te entendam no Paraguai. Mas pede, por favor, que che traduzam o conto ao inglês (que tu tampouco sabes), para que a tua estultícia seja un poquito más internacional.

    Escrito às 11:05 nas castegorias: Se estám passando, Ano Rosso Quintana
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    Sexta, 20 de Novembro de 2009

    Gloria das letras bilingües
    Umha exclusiva de...
    Ano Rosso Quintana

    Gloria Lago já pode morrer tranquila. Nom o dizemos por mal, é que segundo dixo no seu dia José Martí, poeta e heroi da independência cubana, há que fazer três cousas na vida: plantar umha árvore, ter um filho, e escrever un livro. Gloria Lago já botou da tripa un vástago, e suponhemos que a falta de árvore, vale toda a cizânia que leva sementado. Agora completa esta tríada da realizaçom humana escrevendo um livro, a sua contribuiçom altruista à desflorestaçom do planeta.

    O tocho chama-se El reloj de Cuco, e foi apresentado ontem, 19 de novembro, no restaurante do El Corte Inglés de Vigo. Gloria apareceu radiante, como ela é, con esse ar próximo e familiar. De feito, todo o mundo ali se tratava de maneira mui próxima e familiar. Entre eles, e com Gloria. Porque Gloria é assim, umha mulher que sabe atrair os afetos de todos os fantasmas espectros sociais. Porque de espectros familiares vai a sua novela. A história dumha saga de industriais viguesa que depois de tocar o olimpo dos deuses, ve-se arrastada ao lodo da iniquidade (sempre quigen dizer isto) pola desgraça e o infortúnio, materializado em forma dumha cruel sentença judicial dictada por un aparelho político repressor que nom tivo em conta afectos nem quereres.

    Por que agora tira à luz esta história? Porque Gloria é a nosa seguidora! Assim o reconhece ela na sua nota de imprensa:

    “La obsesión por minar la imagen de Lago llevó a algunos adalides y cómplices del nacionalismo gallego a abrazar sin duda una cuestionable resolución de la Justicia franquista que afectó directamente al padre y al abuelo de la ahora escritora. Ella decidió entonces hacer público este relato basado en entrevistas personales y mucha documentación, sobre todo en las actas de un sobrecogedor juicio”.

    O textículo tem algumha imprecisom: Nós nom estamos obsesionados com Gloria Lago nem com minar a sua imagem. É algo que ela sabe fazer sozinha ferpeitamente. Tampouco somos adalides, nem cúmplices do nacionalismo. Somos nacionalistas directamente, se quer, e a nossa maior arela é deixar de sê-lo. Preferimos inclusive que nos denomine “esbirros”. Mola mais. E também está trabucada porque nós nom queremos botar merda sobre ela usando a sua família. A sua família emerdou-se sozinha intoxicando, e Gloria emerda-se sozinha intoxicando. Nós só informamos, porque somos dessa imprensa que "fai de tripas coraçâo". Mas nom podemos deixar de reconhecer-nos na sua descriçom, pois foi neste libelinho nosso e humilde que ligamos o apelido de Gloria com aquela saga de assassinos vigueses. Umha indústria que envenenou milhares de pessoas na década de sessenta do século passado, mandou mais de mil à tumba e deixou cega a centenares de víctimas, porque os seus amados progenitores adulterarom com álcool metílico a metade de preço o licor e a aguardente com o que os pobres daquela quentaban a gorxa.

    Asim que ali fomos, estar presentes na apresentaçom ante a alta suciedade sociedade viguesa do seu livro, que é o mesmo que a nossa apresentaçom. Porque Gloria non seria escritora de nom ser por nós. E tem que no-lo agradecer. Como nós lhe agradecemos tantas e tantas horas de diversom.

    Escrito às 0:04 nas castegorias: Sempre nos meios, Ano Rosso Quintana
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    Terça, 17 de Novembro de 2009

    Clássicos da banda desenhada: A monja Alfarjas
    Umha exclusiva de...
    seoique

    A Monja Alfarjas

    Ideia e Desenhos: Enrique Couceiro, Ana Pastor, Manuel Fraga, Carlos Negreira
    Números especiais de grande Formato: Mariano Rajoy e A. N. Feijoo
    Editorial: FAES
    Coleção: El Espanhol Universal, Compostela, 1993-
    (col/b.n., 181 páginas)


    Desde 1992 publica-se na exitosa Revista FAES, da editora homônima FAES (Fábrica Española de Produtos Químicos y Farmacéuticos) dirigida por Jose Maria Aznar, uma série de Episódios da História do Império pequeno intitulada “El Español Universal: Páginas fascinantes da sua Historia” com textos e desenhos das principais figuras da banda cômica espanhola.

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    Escrito às 10:39 nas castegorias: Back to the Future, Arthur Pondal Doylhe, Ano Rosso Quintana
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    1 2 3 >>

    Começámos?

    Comentárom:

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    Tenho umha 'coraçonada'

    Por aquí se va a Madrí!

    Contra Espanha e o Capital, "dientes, dientes que es lo que les jode"