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    Indignade-vos! (II)

    Um exclusivo de...
    Ano Rosso Quintana
    Sexta, 04 de Fevereiro de 2011

    Duas visões da história.

    Quando tento compreender aquilo que causou o feixismo, o que fijo com que fôssemos invadidos por ele e por Vichy, digo-me que as classes proprietárias, com o seu egoísmo, estiveram com um medo terrível da revoluçom bolchevique. Deixaram-se guiar polos seus medos. Mas sim, hoje como entom, umha minoria ativa se rebela, isso avondará, teremos o fermento para que a massa levede. Certo, a experiência de um velhinho como eu, nascido em 1917, diferencia-se da experiência dos jovens de hoje. Eu solicito frecuentemente aos professores de secundária a possibilidade de intervir diante dos seus alunos, e digo-lhes: vós nom tendes as mesmas razões evidentes para comprometer-vos. Para nós, resistir, era nom aceitar a ocupaçom alemã, a derrota. Era relativamente simples. Simples como o que seguiu, a descolonizaçom. Depois a guerra da Argélia. Fazia falta que a Argélia virara independente, era evidente. No que di respeito ao Stalin, todos nós aplaudimos a vitória do Exército vermelho contra os nazistas, em 1943. Mas assim que tivemos conhecimento dos grandes processos estalinistas de 1935, e mesmo se fazia falha ter uma orelha aberta para o comunismo para contra-arrestar o capitalismo americano, a necessidade de opor-se a esta forma insuportável de totalitarismo impujo-se como umha evidência. A minha comprida vida deu-me umha sucessom de razões para indignar-me.

    Estas razões nascerom menos dumha emoçom que dumha vontade de compromisso. O jovem normalista que eu era, esteve muito marcado por Sartre, um condiscípulo mais velho. A Náusea, O Muro, nom O Ser e a Nada, forom muito importantes na formaçom do meu pensamento. Sartre ensinou-nos a dizer-nos: "Vós sodes responsáveis em tanto que indivíduos". Era umha mensagem libertária. A responsabilidade do homem nom pode confiar-se nem a um poder nem a um deus. Pola contra, deve comprometer-se no nome da sua responsabilidade de pessoa humana. Quando ingressei na escola normal da rua de Ulm, em Paris, em 1939, entrava alí como fervoroso discípulo do filósofo Hegel, e seguia o seminário de Maurice Merleau-Ponty. O seu ensino explorava a experiência concreta, a do corpo e as suas relações com o sentido, grão singular enfrontado ao plural dos sentidos. Mas o meu otimismo natural, que quer que tudo o que seja desejável seja possível, levava-me mais bem para Hegel. O hegelianismo interpreta a comprida história da humanidade como possuidora dum sentido: é a liberdade do homem que progride etapa a etapa. A história está feita de choques sucessivos, é a aceitaçom de desafios. A história das sociedades progride, e no final, unha vez que o homem consegue a sua liberdade completa, temos o Estado democrático na sua forma ideal.

    Existe desde logo outra concepçom da história. Os progressos feitos pola liberdade, a competiçom, a carreira cara o “sempre mais”, isto pode ser vivido como um furacám destrutor. É assim que a representa um amigo do meu pai, o homem que partilhou com ele a tarefa de traduzir ao alemão Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. É o filósofo alemão Walter Benjamin. Tirara umha mensagem pessimista de um quadro dum pintor suíço, Paul Klee, o Angelus Novus, no que a figura do anjo abre os braços como para conter e rejeitar umha tempestade que ele identifica com o progresso. Para Benjamin, que se suicidará em setembro de 1940 para fugir do nazismo, o sentido da história, é a marcha irresistível de catástrofe em catástrofe (3).


    O "Angelus Novus", de Paul Klee.

    A indiferença: a pior das atitudes.

    É verdade, as razões para indignar-se podem parecer hoje menos nídias ou o mundo demasiado complicado. Quem manda? quem decide? Nom é sempre singelo distinguir entre todas as correntes que nos governam. Já nom temos que tratar com uma pequena elite cujas artimañas entendemos claramente. Éste é um vasto mundo, no que bem percebemos que é interdependente. Vivemos numha interconectividade como nunca endexamais existiu. Mas neste mundo, há coisas insoportabeis. Para vê-lo, há que mirar bem, pesquisar. Eu digo-lhe aos jovens: Procurade um pouco, ide-lo atopar. A pior das atitudes é a indiferencia, decir: “eu aí nom posso fazer nada, eu mas arranjo”. Comportando-vos assim, perdedes umha das componentes essenciais que faz ao humano. Umha das componentes indispensáveis: a faculdade da indignaçom e o compromisso que é a sua consequência.

    Podem-se já identificar dois grandes novos desafios:

    1 A imensa diferença que existe entre os muito pobres e os muito ricos e que nom deixa de incrementar-se. Esta é uma inovaçom dos séculos XX e XXI. Os muito pobres no mundo de hoje ganham a penas dois dólares por dia. Nom se pode permitir que esta diferença se incremente ainda mais. Esta soa constatación deve suscitar um compromisso.

    2 Os direitos do homem e o estado do planeta. Eu tive a oportunidade depois da Libertaçom de estar associado à redacçom da Declaraçom universal dos Direitos do homem adoptada pela Organizaçom das Nações Unidas, o 10 de Dezembro de 1948, em Paris, no pazo de Chaillot. Foi a título de chefe de gabinete de Henri Laugier, secretário geral adjunto da ONU, e secretário da Comissom dos Direitos do homem que eu, junto com outros, fui levado a participar na redacçom desta declaraçom. Eu nom saberia como esquecer, na sua elaboraçom, o papel de René Cassin, comissário nacional de Justiça e de Educaçom do governo da França livre, em Londres, em 1941, que foi prêmio Nobel da Paz em 1968, nem o de Pierre Mendès France no seio do Conselho económico e social ao que os textos que nós elaborávamos estavam submetidos, antes de serem examinados pela Terceira comissom da assembleia geral, encarregada das questões sociais, humanitárias e culturais. Somavam cinquenta e quatro membros, daquela, as Nações Unidas, e eu ostentaba o secretariado. É a René Cassin que devemos o termo de “direitos universais”, e nom “internacionais” como propunham os nossos amigos anglosaxóns. Já que aí estava a aposta ao sair da segunda guerra mundial: emanciparse das ameaças que o totalitarismo fixo pesar sobre a humanidade. Para emanciparse, havia que conseguir que os Estados membros da ONU se comprometeram a respeitar estes direitos universais. É um modo de desartelhar o argumento da plena soberania que um estado pode fazer valer enquanto se livra a crimes contra a humanidade sobre o seu solar. Este foi o caso de Hitler, que se estimava dono da sua casa e autorizado a provocar um genocídio. Esta declaraçom universal deve muito à revulsión universal contra o nazismo, o feixismo, o totalitarismo, e mesmo, pela nossa presencia, ao espírito da Resistência. Eu sentia que fazia falha fazê-lo rápido, nom deixar-se enganar pela hipocresía que havia na adesión proclamada pelos vencedores a estes valores que nom todos tinham intençom de promover lealmente, mas que nós tentávamos de impor (4).


    Asemblea da ONU, o 10 de Decembro de 1948, en París.

    Nom resisto as ganhas de citar o artigo 15 da Declaraçom universal dos Direitos do homem: "Todo indivíduo tem o direito a uma nacionalidade"; o artigo 22: "Toda pessoa, em tanto que membro da sociedade, tem direito à Segurança social; esta vai dirixida a obter a satisfaçom dos direitos económicos, sociais e culturais indispensabeis para a dignidade e o livre desenvolvimento da sua personalidade, graças ao esforço nacional e à cooperaçom internacional, tendo em conta a organizaçom e os recursos de cada país”. E se bem esta declaraçom tem um alcance declarativo, e nom jurídico, nom deixou de desempenhar um papel poderoso desde 1948; tem-se visto aos povos colonizados aferrarse a ela na sua loita de independência; ela sementou os seus espíritos no seu combate pela liberdade.

    Constato com agrado que no curso dos últimos decenios multiplicaram-se as organizações nom gubernamentais, os movimentos sociais como Attac (Associaçom para a taxación das transacções financeiras), a FIDH (Federaçom internacional dos Direitos do homem), Amnesty... que som activas e competentes. É evidente que para ser eficaz hoje em dia, faz falha actuar em rede, aproveitar todos os meios modernos de comunicaçom.

    Aos jovens, digo-lhes: Mirade arredor vossa, encontraredes os temas que justifiquem a vossa indignaçom -o trato dispensado aos imigrantes, aos sem-papéis, aos romanís-. Encontraredes situações concretas que vos levem a dar curso a uma acçom cidadã forte. Buscade e encontraredes!.

    (CONTINUARÁ)

    NOTAS:
    (3) Hessel refere-se ao derradeiro escrito de Walter Benjamin, Über den Begriff der Geschichte (Sobre o conceito de História), de 1940. Nele usa uma acuarela de Paul Klee, Angelus Novus, como metáfora do seu conceito da História: um ser arrepiado pelo progresso, causante da ruina da sociedade. O quadro fora comprado por Benjamin a Klee em 1921, quem a deixou em Paris, guardada na Biblioteca Nacional, em 1940, antes de tentar fugir dos nazistas. Benjamin morreu esse ano em Portbou, em Catalunya, provavelmente suicidado ante a inminencia da sua entrega aos nazistas pelas autoridades feixistas espanholas. O quadro passou logo por diversas mãos de antes de ser legada ao museu de Israel de Jerusalem. (N. do T.).
    (4) A Declaração universal dos direitos do homem foi adoptada o 10 de Dezembro de 1948 em Paris, pela Assembleia geral das Nações unidas por 48 Esados sobre 58 membros. Oito abstiveram-se: Sudáfrica, a causa do apartheid que a declaração condenava de facto; Arabia Saudí, pelo mesmo, a causa da igualdade de homens e mulheres; A União Soviética (Rússia, Ucraina, Bielorrusia), Polónia, Checoslovaquia, Jugoslávia, estimavam por sua parte que a Declaração não fora bastante longe na tomada em consideração dos direitos económicos e sociais e sobre a custeión dos direitos das minorias; note-se porém que Rússia em particular opunha-se à proposição australiana de criar umha Corte internacional dos Direitos do homem encarregada de examinar os pedidos dirigidos às Nações unidas; há que lembrar aqui que o artigo 8 da Declaração introduz o princípio do recurso individual contra um Estado em caso de violação dos direitos fundamentais; este princípio ia encontrar na Europa a sua aplicação em 1998, com a criação de uma Corte européia dos direitos do homem permanente que garante este direito de recurso a mais de 800 milhões de europeus.

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    Escrito às 11:47 nas categorias: Se estám passando, Ano Rosso Quintana

    12 comentários

    Comentário de: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Email
    *****

    Grande trabalho, Ano Rosso, até parece que estamos indignados... ;)

    E não é nada singular, o papel combativo-escatológico-esperpéntico, a crítica a esta realidade esperpéntica e zumbica como de Allo' All'o em que nos obrigam a viver deste humilde blog encaixa perfeitamente com essas dinâmicas expostas.

    Adoita ser a indignação dos que não deveriam se indignar, dos mais ou menos acomodados socialmente, dessas capas misturadas de obreiros livres e especializados, artesanais, pequeno comerciais e dos pequenos intelectuais e artistas na margem a que maior poder explosivo tem por se focar estruturalmente na procura de uma mudança ao tempo de status e de modelo político.

    Nos espaços periféricos submetidos e nas colônias as classes meias baixas, normalmente ilustradas e ainda pensantes e ativas socialmente com regras e sistemas de pensamento ainda "tradicional" (nacional) é sobre as que se age de jeito mais destrutivo por parte do Estado aplicando ou deixando de aplicar políticas que potenciem o caciquismo e a desorganização.

    E é nestes espaços encorados onde a indignação é um detonador poderoso de movimentos populares de caráter rompente e reconfigurador.

    :>
    Saúde,

    Arthur
    Sábado, 05 de Fevereiro de 2011 @ 12:03
    Comentário de: La Otra [Visitante]

    ...Aos jovens, digo-lhes: Mirade arredor vossa, encontraredes os temas que justifiquem a vossa indignaçom

    Yo también se lo diría pero no trataría de orientar su indignación.

    ...A pior das atitudes é a indiferencia

    Totalmente de acuerdo

    ...A responsabilidade do homem nom pode confiar-se nem a um poder nem a um deus

    Por eso la religión católica recalca el concepto del libre albedrío como responsabiliad y libertad del individuo, no así la pseudo religión nacionalista etnicista.
    Sábado, 05 de Fevereiro de 2011 @ 13:10
    Comentário de: Ano Rosso Quintana [Membro] Email
    *****

    Eu nom podo mais que admirar a este velhinho, Senhor Arthur. E realmente, a pasividade na que vivemos é abafante.

    Senhora Otra. Hessel nom tenta orientar a indignaçom de ninguem. Só pide compromiso cos dereitos universais que nos som sistematicamente conculcados. E como som universais e som humanos, a indignaçom e o compromisso cara eles fainos (precisamente) humanos.
    E nom me venha a decir que o catolicismo é o que nos dá o libre albedrio. Era boa, que para ser libres, tivesse que vir un deus a emanciparnos.
    En canto á religiom nacionalista-etnicista...
    http://www.youtube.com/watch?v=1JKAM2gxPxQ
    Sábado, 05 de Fevereiro de 2011 @ 16:48
    Comentário de: la otra [Visitante]

    no sé si leen ustedes los comentarios a los posts que ya no está en primer lugar, tal vez esté hablando sola, pero intentaré puntualizar de todos modos.

    Señor Esfínter Colorado:
    esperaba de usted algo mas de consideración a mi inteligencia.
    El hecho de que fascismo y catolicismo hayan aparecido unidos merced a algunos representantes de la iglesia que han prostituído sus principios no convierte a la iglesia en nacionalcatólica, parece mentira que se lo tenga que explicar.
    Tampoco no entiendo que necesite explicación la cuestión del libre albedrío, no hay que hacerce católico para ejercitarlo, y ni siquiera habria que ejercitarlo de forma consciente.

    Y por último, el autor sí da a traves de algunos ejemplos indicaciones de qué es lo que podría indignarnos. Como lo hace a modo de mero ejemplo no dije que él estuviera "orientando indignaciones" y me limité a decir que no deberían ser orientadas. Es que ultimamente desde el poder se está metiendo demasiado las narices en nuesras vidas, en nuestras cabezas, y los nacionalistas se empeñan en decir con qué nos debemos de identificar y a mi todo eso me repatea, ¿sabe usted? yo huelo a un ingeniero social a un kilómetro y me pongo a correr como un cheetah.
    Un saludo.

    Segunda, 07 de Fevereiro de 2011 @ 17:31
    Comentário de: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Email
    *****

    Um pouco de sentidinho, é cousa que nunca vem de mais. Certamente cada pessoa é um mundo e tem tanto direito a ter opinião de tudo como lhe pete, quanto deveria ter a consideração de não importunar a outros que não as compartilham com elas.

    Eu normalmente penso no Senhor Picwick e ainda em Benjamim Franklin, senhores com humor e caráter, se eles se indignariam ante as situações que nos entram pelos olhos.

    E digo-me, situando-me (e mais pensando em me aposentar e viver de rendas que em intervir socialmente) na butaca de clube onde passaria as tardes (depois de trabalhar as manhãs durante 20 30 anos acumulando capital e investimentos na minha pequena indústria) e de saudar aos meus vizinhos sem me meter nas suas vidas e menos nas suas opiniões e cacholas... digo-me... ai, se vivesse num país normal e não no País Africano (diria Valle com razão de Espanha) em que moramos... e eles se indignariam?

    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 09:00
    Comentário de: Ano Rosso Quintana [Visitante] · http://www.seioque.com
    *****

    Senhora Otra. Sempre a leo con agrado. Tenho ademais en alta estima a súa intelixencia. Outra cousa é o uso que dela faga.
    Cito: "Eu desejo-vos a todos, a cada um de vós, ter o VOSSO motivo de indignaçom". Iso non é orientar. Cítoa a vostede: "Yo también se lo diría pero no trataría de orientar su indignación". Se nom parece que vostede di o que eu interpretei,... Mais nada. É o típico problema da distancia entre o que queremos decir e o xeito de decilo: eses dous continuos sustanciais amorfos que emparellamos facendo neles cortes arbitrarios. Así o aprendín eu.

    Quen meteu á Igrexa e o nacionalismo neste bote foi vostede. Non está no ánimo meu meterme por entre as reviradas cincunvolucións que adobian a súa seseira, pero se hai un poder capaz de meterse na vida de un, na cabeza de un, e de decir con que nos debemos identificar; un poder que nos di que debemos e non debemos facer, convertindo unha obriga sagrada o relato periódico aos seus ministros das máis escuras intimidades, e nos indica como e con qué sentido debemos ter relacións sexuais, e con que sexo; o poder que non se conforma con benzoar cada acto da vida dos seus súbditos, (o nacemento, o amor, a procreación, a educación, a morte...) senón que deslexitima e denosta a quen non o fai conforme á sua lei. O poder que monopoliza as arelas de trascendencia de millóns e millóns de persoas, manipulando o atávico medo á morte que todos temos polo procedemento de ofrecer paraísos que ninguén viu ao desorbitado prezo de renunciar ao gozo da vida e de seguir os seus mandados: entre eles, e explicitamente, o financiamento deste aparello desmedido de control mental. Ese poder, senhora Otra, non se chama nacionalismo. Chámase Igrexa Católica, apostólica e romana.
    E este poder, Senhora Otra, colaborou co xenocida Francisco Franco non de maneira esporádica e anecdótica. Colaborou man a man, e pe a pe, en conxunto e sen a penas disidencias na instalación dunha tiranía sanguinaria e criminal, cuxas víctimas seguen aínda enterradas nas gáveas das estradas, sen que a Igrexa, aínda hoxe, mova un dedo por eles. Víctimas que foron, directamente, da Igrexa, que participou masivamente nas sacas, paseos e asasinatos, auxiliados polo seu inmenso poder de control social, e disto se poden dar abondosas datas, cifras e nomes. Xa que vostede di ter un olfato tan fino, capaz de cheirar enxeñeiros sociais a 1000 metros, dígame: cómo pode aguantar ese FEDOR.
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 11:41
    Comentário de: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Email

    Oh... as minhas admirações gradi-Rosso, e que Gandi-Rossa intervenção...
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 13:07
    Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Email
    *****

    Eu também tiro a minha monteira toureira em sinal de admiraçom polo nosso colega Ano Rosso! (perdoade-me que me apresente assim mas, como estamos a 8-F...) ;)
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 13:24
    Comentário de: Afonso Roda Pés [Visitante]
    *****

    Esfínter Colorado? he he he he

    Coidade-me a la Otra, não ma magoedes cos vossos duros comentários.

    Ela só practica o libre albedrío, e não sempre de forma consciente: "la cuestión del libre albedrío, no hay que hacerce católico para ejercitarlo, y ni siquiera habria que ejercitarlo de forma consciente."

    E digo "não sempre" Esfínter Colorado! he he he
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 20:36
    Comentário de: Ano Rosso Quintana [Visitante] · http://www.seioque.com
    *****

    Debería acrescentar: O meu nome é Ano Rosso, aquí, na China Popular, e en La Otra. :>>
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 22:00
    Comentário de: la otra [Visitante]

    Veo muy complicado lo de entrar a debatir cuestiones teológicas con usted en este escenario, estimado señor ano, porque de eso se trata, de una cuestión de teología y no de intríngulis organizativo. Creo que disfrutando de una larga sobremesa podría explicárselo, porque creo que de material neuronal usted dispone y aunque no intentaría convencerle, sí al menos que valorara la postura que yo y otros como yo tenemos al respecto de mi religión, pero aquí, lo siento pero no puedo.

    Que tengan ustedes muy buenas noches. Mañana veré con interés el vídeo ese sobre nuestra querida mani de hace dos años. Muy agradecida por traer a mi memoria tan buenos momentos.
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 23:02
    Comentário de: Manuel Morrinha [Membro] Email
    *****

    É grande Hessel e é grande o seu tradutor. Eu estou a aguardar impaciente o panfleto (no bom e original sentido da palavra) em francês que me envia um amigo bretão. Recomendaria à "outra" que tomasse tília em grandes quantidades antes de escrever:p
    Quinta, 10 de Fevereiro de 2011 @ 14:10

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