
Uau! Sinto-me como a Kathryn Grayson em Anchors Aweigh! (Levando âncoras!) entre Gene Kelly e Frank Sinatra: Acabo de ser a primeira voluntária a preencrer a folha de recrutamento para um “stage” no submarino #Catalàalatac (classe U-1714) por 15 dias prorrogáveis..t. Nom podo descrever agora mesmo todos-too-hots os pensamentos que me venhem à cabeça do que pode acontecer na sala de máquinas, na sala de torpedos, na cantina, no comedor de oficiais, na ponte de comandamento... no despacho d-do capita-a-aaaah!! Ehehem! O que intento dizer é que, num estado de excitaçom similar ao meu, começou umha ofensiva subversivo-esmorgueira em Catalunya da mão dos Catlanders em joint-venture com a Plataforma per la Llengua que causará estupor no Império Pequeno. Por enquanto o palíndromo com o que o Màrius Serra iniciou a particular arenga em favor da imersom perante todas as autoridades na Diada do 11 de Setembro é antológico: “Català-alatac i Visca el submarinisme!” Surrealismo puro. Salvador Dalí nom o teria feito melhor!
Benquerido futuro tripulante/a,
The Catlanders (facebook.com/catlanders) iniciámos a campanha: IMMERSIÓ!
Animamos-vos a alistar-vos à tripulaçom do submarino #Catalaalatac. O comandante Dr. Cat, seu contramestre (p) Màrius Serra, oficiais Pere Gil e Juli Vert e toda a sua tripulaçom vos damos a bem-vinda a bordo.
Fechamos escotilhas, abaixo periscópio e IMMERSIÓ, IMMERSIÓ, IMMERSIÓ!
Cambio e fora!
Comandante Dr. Cat
U-boat 17-14 CatalaalatacSEGUIDE AS CARTAS DE NAVEGAÇOM:
- Hoje, Segunda-feira 12. 19h. Ante todas as câmaras municipais: Concentrações de apoio ao #Catalaalatac, o primeiro submarino capaz de plantar cara aos destruidores do Império Pequeno. Trazede escafandras, t-shirts às riscas azuis e brancas de marinheiro, neoprenos, pés de pato...
- No dia 26 de setembro, às 19h. alistade-vos pessoalmente ao submarino #Catalaalatac no escritório móvel que estará perantea a Universidade de Barcelona.
- Fazede reenvio do mail, retuit ou em código morse com a mensagem em chave seguinte:
O @mariusserra convida-nos a bord do submarino #catalaalatac. Marinheiros: periscópio abaixo, fechem escotilhas e IMMERSIÓ! http://t.co/943EpTw"
--http://twitter.com/catigat/status/113168374158213120- Difunde a imagem do submarino nos vossos avatares de Tw, Fb, email, etc.
- Estade atentos a futuras intruções da sala de comando. Preparade-vos para eventuais novos ataques ao catalám (com minas judiciais ou similar) e às consequentes respostas desde a sala de torpedos.
Quando cheguei à Catalunha vinculei-me logo ao movimento de libertaçom catalám. Naqueles círculos congeniei com o Francesc Titot Ribera, dos Brams. Umha das suas cançons, sempre de letra subversivo-esmorgueira, falava do trabalho de nós as jornalistas. A cançom ironizava sobre os artigos da imprensa onde se dizia que "uns desaprensivos a golpes de pança, costas e olho se atiram violentamente às porras duns pobres policiais que passavam por lá". Lembrei-me da letra da cançom ao ver que a imprensa futeboleira madrilena hoje trazia na capa um cartaz que mencionava "o golpe de olho que lhe deu o Tito Vilanova do Barça ao pobre dedo do inefável Mourinho do Madri que passava por lá no dia da tangana na final da Súper-Taça do Império Pequeno". Para fazer saber a verdade nom é suficiente que a imprensa culé a diga. Cumpre também que amigos americanos e de fora a espalhem. Isso é o que figeram os meus colegas e compatriotas do Hufftington Post. Dizê-lo alto e claro e fazendo umha segunda leitura do caso Mou, aplicável à nossa luita anticolonial. Os altifalantes do Col.lectiu Emma e hoje "Sei O Que Nos Figestes..." figérom o resto.

A Guerra Civil Espanhola do Futebol
Posted: 23 Aug 2011 07:21 AM PDT
(Publicado no Huffington Post, umha das webs de notícias e opiniom mais prestigiosas dos EUA)
A Guerra Civil Espanhola do Futebol, por Alan Black
Quando um homem que se considera justo se obsessiona com um poderoso inimigo, as chamas estám quase asseguradas. O treinador do Real Madrid, José Mourinho, que se descreve a si próprio como "the special one", está a atear fogo no futebol espanhol com perigosos fogos de artifício que alguns temem que podam botar chispas numha conflagraçom maior: na resseca esca daquela entidade fraturada chamada Espanha.
Nesta guerra civil espanhola do futebol, o insurreto Mourinho, que nem sequer é espanhol mas portugués, transformou-se no Generalissimo Madridista batalhando contra as rivais aspirações da Catalunha, insubmisssa província oriental da Espanha, simbolicamente estampada no espírito e instituiçom do FC Barcelona, a maior equipa de futebol do mundo, orgulho da naçom catalá. O jogo mais recente entre os clubes terminou em pancadaria, com jogadores e treinadores à bulha. Mourinho foi fotografado a atirar o seu dedo no olho dum assistente do Barcelona durante a 'melee'. A três jogadores fôrom-lhes mostrados cartões vermelhos. Após o jogo, Mourinho botou gasolina nas chamas por desprezar o Barcelona, um carro de fogo que ele tem conduzido desde que foi nomeado treinador do Real em 2010. A diplomacia semelha estar morta. A paz, impossível. Como se a ferida da história nunca tivesse curado, sete décadas depois de que o último tiro da Guerra Civil espanhola fosse disparado.
O treinador do Barcelona, Josep Guardiola, um alvo frequente do abuso de Mourinho, teme que a raiva simbólica da competiçom futebolística poda ultrapassar o estádio e pegar nas ruas. A volatilidade nom está só a ser vomitada desde o vento do futebol. A naçom está em crise: dívida externa enorme, desemprego massivo, as pessoas a empobrecerem-se e a enfrentarem sinistros pacotes de austeridade. Quando a agulha que mede a pressom do futebol atinja o ponto de explossom, será o aviso de que Espanha mesma pode romper?
Certamente em Catalunha, os movimentos para a autodeterminaçom fôrom medrando em anos recentes. O FC Barcelona é umha vara de foguete na rota para a autonomia de Espanha. No passado, o clube patrocinou programas para expandir o uso da língua catalá. Dos seus jogadores estrangeiros espera-se que conheçam a cultura local; os símbolos e a bandeira da naçom catalana som visíveis no Nou Camp, o estádio do clube. O conservador Madri e os nacionalistas espanhóis forom molestados. Com o Barça a dominar, o Real no campo, e os jogadores do Barça a serem o núcleo da equipa nacional espanhola (campeá do mundo), a Catalunha agora está a levar mais do que nunca as rédeas do destino de Espanha.
Muitos estarám a esperar que cabeças mais sábias prevaleçam nesta batalha polo domínio no futebol espanhol. O "special one" precisa de transformar-se no "cooler one"." Barcelona pode ter de procurar a paz pola sua própria mao, o que é duro para um clube que foi atacado e suprimido polas tropas fascistas do Generalíssimo Franco durante a Guerra Civil, e mais duro ainda quando o Real Madrid era ostensivelmente a equipa de Franco. A memória é longa em Espanha. E o ressentimento continua a ser cozinhado.

Agora que os novos governos coloniais estám a fazer os seus discursos de investidura invocando a educaçom trilingüe (leia-se bilingüe espanhol-inglês) com pinguinhos de vernáculo mallorquín-menorquín-formenterense, valenciano-bienentendido ou gallegu, segundo a colónia em questom, ocorreu-me fazer umha contribuiçom desde a minha terra de acolhida mas na língua dos rancheiros do Texas. Repto aos governeitors Campos, Bauzà e Núñez-Feijóo a que na sua aposta para ampliar idiomas estrangeiros aos nativos a costa de aculturizá-los do seu próprio, passem o vídeo que vos apresento a seguir. A ver se daquela querem tanto o inglês como dim.
SPAIN'S SECRET CONFLICT from Jordi SF on Vimeo.
Una lliçó d'anglès... i d'història
Ara que els nous governs colonials estan fent els seus discursos d'investidura invocant l'educació trilingüe (llegeixi's bilingüe espanyol-anglès) amb gotetes de vernacle mallorquín-menorquín-formenterense, valenciano-bienentendido o gallegu, segons la colònia en qüestió, se m'ha acudit de fer una aportació des de la meva terra d'acollida però en la llengua dels ranxers de Texas. Repto als governeitors Camps, Bauzà i Núnez-Feijoo a que en la seva aposta per ampliar idiomes estrangers als nadius a costa d'aculturitzar-los del seu propi, passin el vídeo que us presento a continuació. A veure si aleshores volen tant l'anglès com diuen.
Comentárom: