
A imagem que abre esta exclusiva é um roubado exclusivo e reinterpretado para seioque.com do web do diário pequeno-imperial As. Na capa do jornal, tristemente, podemos apreciar a cara de criança resignada aos abusos da espanholidade que lhe fica ao nosso querido Prisciliano após os tocamentos a que o submeteu Ángel María Villar, presidente da Federação Espanhola de Futebol e já conhecido como "O Apalpador das Cachas".
Em declarações exclusivas a esta jornalista, o nosso patriótico herege manifestou aceitar com paciência secular o desprezo da igreja que um dia tentou reformar, que lhe neguem o seu nome, que o tentem espanholizar cada dia... que não haja uma cúria galega e patriótica... confessou partilhar a apostasia das jovens galegas, que vê com orgulho como nasce o culto ridiculista...
mas... se algo me disse Prisciliano, e bem clarinho, na entrevista que lhe fiz foi o seguinte: "Não suporto que cada vez que começo uma das minhas sonequinhas apareça um destes degenerados sobando-me as cachas e falando-me em fechar Espanha! O das chaves é São Pedro! E a espanhola é Santa Teresa! Um dia vou deixar a porta abertaaaa... e vão marchar todos os povos zómbis da Espanha... e os espanholitos vão ficar sem império nenhum! Sem império pequeno nem grande nem nada!".
Depois da sua (ou nossa) visita a Prisciliano, segui o Ángel María Villar este. Angel María voltou ao seu, à sua fé por todas nós conhecida...
... a fé essa que um tal Suso propagou dois mil anos atrás, a dos que acreditam em que o vinho do barato, que é o que mais "coloca" e a maior estafa que as galegas de bem lhe metemos aos espanholitos que visitam Compostela, é vinho e não água adulterada...
... e assim deixei de o ver, longínquo. Ladeando, aos tombos pelo caminho Francês... ia embora um esperpento espanhol:

Embora ela tenha chegado a se definir como "a antítese da diva" por ter começado a cantar em cenários de madeira, a cantora e apresentadora arçuana Ana Kiro, revela-se-nos, na análise da sua trajetória, como um referente fundamental na história da música galega muito ligado à luita pela soberania nacional.

"Gente com gente..." que me diz sempre uma boa amiga que tem toda a razão do mundo. Quando uma lê pela primeira vez (ou ouve de viva voz, se tiver pior fortuna) estas palavras de Rosa-d'EspaÑa, sente-se ofendida. Pensa... serão "cazurros", que dizia o outro, estes "politiquinhos" pequeno-imperiais!
Sequestrada pelo zombismo a que nos tem submetidas o Império Pequeno... por inércia, pensei naquilo que queria dizer Rosa-d'EspaÑa, e imaginei Frijolito com a camisola da selecção galega! A imagem, inacreditável e grotesca, levou-me a uma interessante reflexão. Será que se pode ser galego "no mau sentido da palavra"? Por que pensamos sempre que Rosa-d'EspaÑa está errada? Será que, embora sem ela o saber, desta vez disse algo de jeito?
Certo, há uma maneira de ser mau galego... que é aquela que deprecia e deslegitima os seus. Ah, minha Rosa-d'EspaÑa, desta vez ainda disseste alguma coisa de jeito! A seguir, vai a imagem da selecção de "mui galegos, no sentido pejorativo da palavra" que eu imaginei.
Como diz muito e bem aquela minha amiga:

José L. Baltar, Juan Canalejo, Camilo J. Cela, José Posada, Paco Vázquez, A. Núñez Fejó, Gloria Lago, Mariano Rajoy, Francisco Franco, Manuel Fraga e Millán Astray.
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