Um auto judicial mais falso que uma moeda de três euros, provas de que um títalo nom fai profissionais de jeito automático, prepotência jornalística e desconhecimento da cultura do país dérom este resultado.
De pouco serviu que o auto judicial desse pistas suficientes para suspeitar, como umha legibilidade bastante simples (alguém leu um auto simples?), a sua concreçom (alguém viu um auto de só umha página?), referências comprováveis (para corroborar a brincadeira)...
De pouco serviu também que no auto, cada vez que se lia a palavra "Chuza", houvesse umha ligaçom para o interior do portal (com o qual já se via que nom estava clausurado). De pouco serviu que mesmo quase todo o auto fosse clicável, quer para dentro da página, quer para este aviso:

Também serviu de pouco que o criador de Chuza seja umha pessoa fácil de contactar, o qual contribuiria para facilitar a nobre actividade de contrastar as informações...
Mas bom, a Voz logrou algo histórico:
1) Converter o 1 de Abril de 2009 no Dia da Vitória Épica (EPIC WIN!!).
2) Lograr romper o Boicoz, fazendo com que umha notícia procedente de La Voz, mais de um mês depois, volte estar na capa de Chuza ![]()
Diante deste sucesso só podemos dizer...
NOTA: e já que estamos, senhores de La Voz... podemos confirmar-lhes que, a 1 de Abril, Berto Yáñez e José Manuel Pousada nom fôrom confirmados assessores de Feijóo... mas tudo pode ser (especialmente para vocês ;-))

Hoje é dia 28 de Dezembro, considerado por muitas galegas e galegos como Dia da Mentira (isso sim, sob o nome cristão Dia dos Santos Inocentes). Mas já que estamos num triénio descolonizador, seria bom lembrarmos que a apreciaçom está sujeita a umha interessante matizaçom. E é que o Dia da Mentira só é celebrado em 28 de Dezembro «na Espanha e em países de língua espanhola», como bem nos lembra a Wikipédia.
Entom, acho que este dia só pode ser considerado umha festividade galega partindo de um conceito quer de Galiza espanhola (ou Galicia), quer da Galiza como país de língua castelhana. E é que a tradiçom galega (comum aos países lusófonos, anglófonos e até francófonos) assinala como data do enxebre Dia da Mentira o primeiro de Abril, quando «vam os burros aonde nom devem ir».
Porém, como tantas outras tradições autóctones, esta estivo a piques de desaparecer, abafada pola maciça presença mediática da celebraçom dos Santos Inocentes como se do Dia da Mentira se tratasse.
Nom falta quem diga que tendo dous dias para festejar mentiras, melhor do que um... ninguém se opom, e se fizemos piadas e risadas os 365 (ou 366) dias do ano, decerto seríamos mais felizes. Também hoje podemos dizer algumha mentira (que nom seja pesada de mais, do contário seria umha putada), mas com a mente aberta e nom colonizada, sabendo que a dizemos porque nos peta, e nom porque no-lo recomendem do nosso bem-querido país vizinho (Espanha). Festejemos alegremente todos os dias do ano, e deixemos tranqüilos os burros até o 1 de Abril ;-)
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