O que mais se pode dizer acerca do que sobre NÓS disse a asque-rosa Rosa Díez que ainda nom se tenha dito... ou que sim se tenha dito já? Pouca cousa, na verdade. Mas de Sei O Que nos Figestes... nom podíamos ficar sem dizer nada no que diz a este respeito e, dicionário da RAE em mão, ocorreu-nos dizer, aliás, fazer o seguinte:
Contudo "el sentido más peyorativo del término" que a palavra gallego tem continua a parecer-nos que nom é o de tonto (parvo) ou tartamudo (tatejo, tartamudo, gago). O de "persona nacida en España o de ascendencia española" (espanhol) parece-nos muitíssimo pior. Tonto ainda pode-se dizer carinhosamente ("Estate quieto, tonto"). Espanhol, nom.
- Rosa Díez? Umha ideia que a defina!
- Poderia ser "gallega", no sentido mais pejorativo do termo. De facto é umha espanholaça.
gallego, ga.
(Del lat. Gallaecus).
1. adj. Natural de Galicia. U. t. c. s.
2. adj. Perteneciente o relativo a esta comunidad autónoma de España.
3. adj. En Castilla, se dice del viento cauro o noroeste, que viene de la parte de Galicia. U. t. c. s.
4. adj. Ant., Arg., Col. y Ur. Dicho de una persona: Nacida en España o de ascendencia española. U. t. c. s.
5. adj. C. Rica. tonto (? falto de entendimiento o razón).
6. adj. El Salv. tartamudo.
7. m. Lengua de los gallegos.
8. m. C. Rica y Nic. Especie de lagartija crestada que vive en las orillas de los ríos y nada con mucha rapidez.
9. m. C. Rica. libélula.
10. m. Cuba y P. Rico. Ave palmípeda de plumaje ceniciento, rabadilla, vientre y cola blancos, patas, pico y párpados rojizos.
11. m. Cuba. En un ingenio, dispositivo que aplana y nivela la caña antes de ser molida.

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O protagonista da nossa citaçom célebre de hoje é Mariano José de Larra, jornalista, escritor (e junto com Espronceda, Bécquer e Rosalia de Castro máximo exponente do Romantismo literário pequeno-imperial) nascido em Madri, capital do Império Pequeno, num dia igual a hoje há duzentos anos.
Esta pérola galegófoba do autor de Vuelva usted mañana foi extraida dum artigo intitulado Do racismo ao paternalismo, sem pasarem pola História que a nossa amiga Maria Pilar Garcia Negro publicou no número 17 (de Maio a Agosto de 2001) da revista Terra e Tempo. Deixemos pois que seja própria Mari Pili quem no-la apresente:
A ollada depredadora é común a tírios e troianos. Asi, Larra, o moi liberal e europeísta Larra (que morre, precisamente, o ano en que nace Rosalia de Castro, 1837) obsequia-nos con sentenzas tan gratas como esta:
Special Thanks to Alfredo Tascas & Henriqueta Pichel sem cujas barís vozes a realizaçom deste vídeo nom teria sido possível.
Há ano e meio, o novo reintegracionista Francisco Rodrigues denunciava que no dicionário da Real Academia Española figuram as definições pejorativas tonto (parvo) ou tartamudo (gago) para o verbete «gallego», e que o fam mesmo acima da definiçom correspondente ao indivíduo natural da Galiza ou à língua deste país.
Como é lógico, os bons galegos nom lêem dicionários espanhóis, daí que nom soubessem nada disto. Portanto, as revelações do senhor Rodrigues causaram grande mal-estar, chegando mesmo a falar-se de organizar algumha campanha na direcçom de eliminar essas definições no dicionário da RAE. Pois bem, recentemente soubemos (através de Chuza) que a dita campanha existe, e está aí. A campanha visa a eliminaçom destas definições textuais:
5. adj.C.Rica. Tonto (falto de entendimiento o razón).
6. adj.El Salv. Tartamudo.
Porém, o sempre preclaro Celso Álvarez Cáccamo reparou numa grave eiva e propõe um acréscimo de tal jeito que também se apague a seguinte definiçom:
4. adj. Ant., Arg., Col. y Ur. Dicho de una persona: Nacida en España o de ascendencia española. U. t. c. s.
Comentárom: