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    Quinta, 06 de Maio de 2010

    Devemos ao amigo Antom Santos, presente entre o público da tertúlia dandy celebrada n'A Cova da Terra, Lugo, em 21 de novembro de 2009 a referência ao texto programático que serve de título e recordatório para hoje, 6 de maio, lembrarmos um dos grandes do galeguismo: o dandy, ironista, céptico, modernista, ridiculista e ativista, Arturo Noguerol Bujam, quem de não o ter impedido as balas selvagens dos feixistas em setembro de 1936, celebraria hoje – não duvidamos- com nós os seus bons 118 anos.

    Resposta:

    Arturo Noguerol, nome sempre associado às iniciativas culturais e políticas de Vicente Risco, Lousada Dieguez, Florentino Cuevillas, e Otero Pedrayo, foi um dos mais brilhantes vultos entre aqueles grandes, emparelhado pelo seu talento na análise com Porteiro, Peña Novo e Lousada, pela sua erudição, um dos contertúlios do seleto Cenáculo ourensão.

    Advogado, funcionário municipal, jornalista, editor, anglófilo, conservador, saudoso da Galiza antiga de paços e brasões, estudioso da questão social e da reforma do agro. Conversador brilhante, orador notável, com raro talento para os projetos mas pouco dado a concretizar em escritos as suas ideias. Melhor em palavras do seu imenso amigo Otero Pedrayo:

    Foi no galeguismo o arbitrista, o financeiro, o home das trazas e recursos precisos para sacar adiante unhas eleiciôs, a edición de um libro, a carreira de um rapas de proveito.

    Inda pensando no probe amigo bailan no turreiro da miña adimiración pró o que non entendo os números em ringreira, em requintadas estratexias dispostos pra fundare a grande editorial espalladora da cultura galega.

    Tiña Noguerol a palabra enxoita e fina. Seu friaxe em grande parte calculado por o seu humorismo pechava un calmo e fondo entusiasmo. Fora do galeguismo Arturo Noguerol non tomaba ren em serio comenzando por a sua profesión.

    O libro dos amigos, Ediciones Galicia del centro gallego, Buenos Aires, 1953, p. 133-134.

    Filho de família abastada e possíveis, educado a meio caminho entre o Ourense onde o seu pai era concelheiro e os paços fidalgos de Parada de Amoeiro, estudante em Salamanca, licencia-se em direito e abre gabinete de advogado para pronto se vencelhar ao Agrarismo de Basilio Álvarez e Acción Gallega, com quem em 1914 romperia definitivamente e a quem terminaria por acusar de regionalista e populista de barato.

    Inadaptado, decadente, interessado esteticamente pelas novidades literárias e artísticas de toda parte, pela cultura e arte popular e pelos temas de moda no Ourense do momento, ocultismo, budhismo, teosofia, fundará com Risco a Revista La Centuria (1917) e já instalado no galeguismo, única cousa que tomava a sério e constantemente, será um dos principais acionistas e primeiro gestor da Revista nós na sua primeira etapa (1920-1923).

    Figura muito ativa nas Irmandades até a Assembleia de Monforte [o segundo que nos faltava entre Castelao e Lousada na foto!!] e básico na ING, apaga-se um tanto depois, com o naufrágio da ING e a Ditadura de Primo de Rivera, para continuar a trabalhar no galeguismo cultural e na defensa da Língua galega na Administração e no sistema educativo.

    Conservador de fasquia liberal à anglosaxona, interessado pelos problemas do agro, os transportes, a vida dos trabalhadores, da economia e o trabalho na Galiza contribuirá com breves ensaios ao estudo da problemática laboral e social da Galiza, com uma combinação, na sua prosa ligeira, de cavaleirosidade fidalga de cavaleiro cristão e leituras Socialistas avançadas...

    Secretário Municipal em vários destinos, desde Pereiro de Aguiar até Serantes. Homem íntegro e de valia, quixotesco, cavaleiro e destemido, Noguerol foi detido em Agosto de 1936 e e preso no Castelo crunhês de Santo Antão, sob acusação de propaganda subversiva, por espalhar novas "tendenciosas".

    Em realidade, e segundo fontes bem informadas, sabemos que a depuradíssima técnica ridiculista de Noguerol consistia em se emboscar numa "terrraza", pedir um café, cruzar as pernas e ler em voz alta, com absoluta seriedade, as mais interessantes colunas da imprensa zúmbica, entanto elevava com desafio uma sobrancelha.

    Livre de cargos foi retido ilegalmente numa cela no Concelho de Serantes e em Setembro desse mesmo ano com outros "desafectos" membros da Corporação Municipal "paseado" com toda burla e noturnidade o 11 desse mês.

    A Ética do Gentelman

    Porém, e como deixou apontado um dos seus melhores "plagiadores", que enterravam semente, eis que desde o Avalon mesmo ou da Ilha dos mortos, por intermediação do seu filho e no arquivo familiar chega-nos esta "Ética do Gentelman" da que tiramos, para bom uso do nosso ávido público, e para que entenda bem a velha tese do Quixotismo o Quixote e Cervantes serem galegos e o tal livro retranca armadilhada, alguns trechos:

    I.

    [...] Para mi el galleguismo es algo más importante que todas esas cosas de detalle, porque por encima y contra la autoridad del Estado se eleva la autoridad de la conciencia colectiva del pueblo gallego. Por este motivo decidí escribir esta obra, en la que me atendré más a s intensidad que a su extensión, a fin de contribuir a la formación de un proyecto sugestivo de vida para los gallegos de corazón viril, espíritu ilustrado, capaces de sacrificarse por los demás y dignos de mandar.

    II

    […] es indispensable previo un estudio profundo de las necesidades sociales, de las fuerzas que actúan en la vida de nuestra sociedad y de los procedimientos más adecuados para encauzar estas y satisfacer aquellas, crear un ideal, que no sea una simple construcción de nuestra fantasia o un mero producto de nuestros anelos, sino una representación anticipada de una realidad futura; y realizarlo con una voluntad inquebrantable como la que descubre en estas palabras de Don Quijote: “Bien podrán los encantadores quitarme la aventura, pero el esfuerzo y el ánimo es imposible”

    [..]debemos procurar la riqueza para no levantar altares al oro en nuestros corazones, ni para pasar una vida melle y regalada, ni para hacer ostentación indebida de ella, sino para contar en todo momento con un punto de apoyo, que nos facilite nuestra actuación en el mundo. El hombre domeñado por la pobreza no puede obrar, pero la riqueza nos proporcionará el poder y nos capta la estima y el respeto de los demás, merced al orgullo que surge de la simpatía, por la cual se participa de los sentimientos del rico, debido a la idea agradable de los objetos cuyo goce proporciona o es susceptible de proporcionar la riqueza.

    III

    Los galleguistas debemos ser los promotores de las reformas, los hombres fuertes y dueños de si, calientes y sufridos, instruidos y disciplinados, capaces y protectores del débil, arrogantes y altivos de corazón, tolerantes y hospitalarios, cortos en palabras y largos en obras; los gallegos más competentes y útiles para nuestra tierra y los que la representamos allí donde nos encontramos y la dispensemos nuestra tutela[…] siempre tendremos derecho a gobernar Galicia.; tendremos el derecho indiscutible de una minoría consciente que salvó y salvará a nuestra raza de la tendencia suicida que le imprimió la necedad ilustradora, para imponer nuestra voluntad a la masa inerte, moldearla y vigilarla con nuestro cuño, pero sin olvidar que solo porque el todo sirve para las partes, han de acomodarse las partes al todo.

    Es indispensable que los galleguistas amemos la lucha por la lucha misma; […]que apetezcamos la fatiga y el peligro; que hagamos de la comedia de la vida un sport, que vivamos una vida creadora, una vida de afirmación y negación de la propia personalidad; una vida pletórica de irracionlidad y contradicciones, sin que en el fondo esté afectada por la “deliciosa incongruidad de ideas” que distingue a los que no tuvieron la dicha de hallar un fin elevado para su actividad y de las que se dijo “no saben, no entienden, andan en tinieblas” (salmo LXXXII.5)

    Las huestes galleguistas necesitan caballeros cristianos, hombres buenos y generosos que se desprendan de si, piensen en el porvenir de nuestra tierra, luchen por el ideal y llevn sobre sus hombros el imperio de Galicia[…]

    IV

    Todos los esfuerzos de los galleguistas deven encaminarse a que Galicia sea otra sin dejar de ser gallega, a que el espíritu gallego sirva de expresión al espíritu de la humanidad, a universalizar nuestros valores dejando en todo señales imperecederas de nuestra existencia; y a imprimir al pueblo gallego un movimiento de progreso que por sí mismo no produciría y a despertar sus dormidas energías, su fe en el destino, aunque para ello sea necesario proceder con violencia y dictatorialmente a fin de libertar a la democracia gallega del círculo de hierro con que la aprisiona el vulgo intecletual de curas, barberos y bachilleres y la masa de inconscientes, desaprensivos y rezagados[…]

    Es menester, pues que busquemos muestro “nós” transcendente, inaccesible para el hombre que vive vida empírica, sensible, aparencial, que borremos nuestras limitaciones específicas, sin suprimir nuestras cualidades específicas y, manejando hábilmente lo carcterístico, lo enxebre, imprimamos a nuestra obra un sentido universal; que conservemos y difundamos el idioma gallego; la lengua es el alma del pueblo, su filosofía potencial: que cada uno de nosotros dea (sic) de si cuanto pueda dar; en esto estriba la base de nuestro poderío futuro; que ejercitemos ostensiblemente nuestros derechos; que el dinero y los negocios de los gallegos sea para los gallegos; que aprendamos a mandar obedeciendo apasionadamente a los jefes acatados, administrando bien nuestros intereses y tomando a pecho los asuntos de la parroquia o concejo donde vivamos; y que procuremos el progreso de nuestra tierra mediante el cultivo de las organizaciones típicas (compañía familiar, concello, etc…) no innovando más que lo estrictamente necesario para corregir los defectos que se noten[…]

    V

    […]todo cambio en Galicia de la política electoral española tiene que traducirse forzosamente en un cambio de caciques, porque toda la actuación política del régimen está basada en la ficción del sufragio universal mediante la protección a las oligarquías adeptas al mismo: el caciquismo gallego responde a un estado canceroso del organismo socil provocado y mantenido por laActuación del Estado, continuador de los intereses y de la política criminal y centralizadora de los Reyes Católicos.

    VI

    Galicia reclama de los gentleman la violencia resolutiva de este estado gangrenoso […] y haga que todas las actividades marchen hacia el engrandecimiento de nuestro pueblo y la constitución de un poder que comprenda a todos los gallegos, encarne los nuestros valores tradicionales, restaure los antiguos prestigios de Compostela, represente la tradición y el porvenir, realice la unión hipostática del espíritu caballeresco tradicional con el espíritu utilitario moderno y se ponga frente a todo aquel que atente directamente contra el derecho inalienable e imprescriptible del pueblo gallego a la realización de un fin que es la nacionalización del universalismo atlántico.

    VII

    […]Esto no quiere decir que la coerción que Galicia reclama de nosotros carezca de normas reguladoras. Las tiene, helas aqui:

    “procure siempre acertarla –el honrado y principal – pero si la acierta mal –defenderla y no enmendarla (Romancero)”
    “no re agrades de traidores – ni les mires a la cara- de quien de ti se fiare – no le engañes que te engañas – perdona al vencido triste – que no puede tomar laura – no des lugar que tu brazo – rompa las medrosas armas – mas en tanto que durare en tu contrario la saña – no dudes el golpe fiero- ni perdones la estocada.

    VIII

    […] La organización, como dijo acertadamente Rosa de Luxemburg, también se forma durante la lucha, al mismo tiempo que las masas despiertan. En efecto, jamás a los caballeros andantes de Galicia han de faltarles escuderos que les sigan y ayuden en las arremetidas contra los enemigos de nuestra tierra, ni apóstoles que propaguen su fe, ni historiadores que relaten sus hazañas, ni poetas que canten sus glorias ni público que reciba gusto de la leyenda del relato de sus hechos.

    IX

    Galicia fue y será. […] Castilla, lo mismo que Sancho, no nació para gobernar ni defender ínsulas ni ciudades de los enemigos que quieren acometerlas. Gane y are, pues, sus tierras y pode y ensarmiente sus viñas, pero no obstruya los caminos de Galicia que nació para señorear. Galicia será el genio creador de una civilización nueva desenvolviendo el libre crecimiento de su humanidad. Los gallegos dominaremos entre los hombres porque jamás decaeremos; permaneceremos fuertes y viviendo entre nosotros, organizados sobre la base del proteccionismo mutuo y de una disciplina rígida y unidos por el lazo inquebrantable de la morriña y de la atoconciencia de nuestra fuerza y nuestra misión providencial para acoger en nuestro seno a todos los pueblos y establecernos como reyes en todo el mundo e imponer nuestro dominio a fin de libertar a los hombres de la opresión de leyes viciosas, de la corrupción de costumbres depravadas y de la esclavitud de los prejuicios de la psiquis moderna.

    Encima de Compostela brilla un nuevo sol de la Humanidad. Quien le rinda Culto gozará de fama y renombre universales.

    Tirado de:
    Román Alonso, Jesús-Fernando : “A ética do gentleman Arturo Noguerol Buján” em : Boletín auriense. -- Ano 35, t. 35 (2005) ; p. 245-260
    [descarrega A Ética do Gentleman em pdf].

    Para Saber mais:

    Arturo Noguerol, funcionário e galeguista.
    Vídeo realizado por Pio Garcia Audiovisuais S.L. para a Fundaçom Lois Peña Novo.
    Primeira parte. Para ver o vídeo completo, aqui.


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    3 comentários

    Comentário de: Libertino Cachafeiro [Visitante]

    Vaia personagem!!!!
    O dandismo tem que trunfar, para que esse tópico

    "-Reintegracionista? Entonces tú qué eres: perroflauta o batasuno?"

    Desapareza.
    Sexta, 07 de Maio de 2010 @ 00:18
    Comentário de: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Email
    *****

    dandismo ou morte!

    frente a todo aquel que atente directamente contra el derecho inalienable e imprescriptible del pueblo gallego a la realización de un fin que es la nacionalización del universalismo atlántico.

    B)
    Sexta, 07 de Maio de 2010 @ 00:25
    Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Email
    *****

    Em realidade, e segundo fontes bem informadas, sabemos que a depuradíssima técnica ridiculista de Noguerol consistia em se emboscar numa "terrraza", pedir um café, cruzar as pernas e ler em voz alta, com absoluta seriedade, as mais interessantes colunas da imprensa zúmbica, entanto elevava com desafio uma sobrancelha.


    Isto parece-me mui interessante, Dom Arthur. Poderia o senhor dar mais detalhes? ;)
    Sexta, 07 de Maio de 2010 @ 12:39

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