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Quarta, 22 de Outubro de 2008

Fundamentos de Andaluzia
Umha exclussiva de...
Franco Vicetto
O autor do post a ler Blas Infante
O autor do post lê um livro do notário de Coria, assassinado em 1936

As últimas iniciativas de Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos estám a ter um eco inesperado no movimento andaluz de libertaçom nacional. E nom para bem, precisamente. Além dos comentários de Andaluz neste blogue e de Narsaak no YouTube, acabamos de descobir um foro independentista onde somos acusados de atacar a cultura andaluza por utilizarmos trajes e música tradicional desse país para nos disfarçar de espanhois. Eis a nossa versom dos factos e a nossa particular declaraçom de amor aos andaluzes e andaluzas.

Resposta:

Contava Blas Infante que, numha ocasiom, Antonio Maura visitou um cortijo andaluz. O dono, orgulhoso, mostrava-lhe as instalaçons. "Aqui é onde dormem os porcos", explicava num recinto limpo e luminoso. Ao chegarem a um rocho escuro, sujo e imundo, cheio de pacas de erva seca, dom Antonio perguntou, tapando o nariz: "O quê é isto?". "Aqui dormem os jornaleiros", respondeu o dono da quinta. Maura ficou demudado e, muito sério, deu-lhe um conselho: "Pois será-lhe melhor que nom despertem".

O Império Pequeno tomou boa nota do conselho de Maura e dedicou-se a esterilizar e assimilar a cultura andaluza. Na Galiza sabemos bem que um povo nom só é submetido pola força das armas. Existe um psicolonialismo, ou colonialismo mental, que consiste em nos fazer crer que nom valemos nada, que as soluçons virám sempre de fora, criadas por mentes de superior inteligência. Perdemos assim a consciência de colectividade e falta-nos a vontade de nos constituirmos num ente político soberano. Vítima do mobbing imperialista, um povo pode ser facilmente dominado para lhe reservar um futuro baseado no turismo e nos subsídios como forma de vida.

Assim, podemos lembrar os casos da cordobesa Raquel Rodríguez (miss Espanha em 1994) ou a granadina Rosa López (vencedora de OT em 2002), que tivérom que ingressar por urgências num centro de logopedia para que lhes extirpassem o sotaque andaluz. O pequeno-imperialismo gosta de exaltar os aspectos lúdicos da cultura andaluza (as feiras, o canto, o baile, a semana santa), como contraponto da imagem globalmente negativa (pobreza, impontualidade, incultura, deixadez) que projecta de Andaluzia. Porém, nom tem reparos em apresentar como espanholíssimas as mais brilhantes manifestaçons culturais andaluzas, como o flamenco. Mesmo o cavalo que no mundo inteiro se chama andalusian horse é conhecido no Império Pequeno como PRE (Pura raza española).

Por desconhecimento, distância cultural ou comodidade intelectual, os nacionatas/indepes galegos e galegas tendemos a assimilar com naturalidade a equaçom Andaluzia = Espanha, esquecendo que a incorporaçom de Al-Andalus ao projecto pequeno-imperialista espanhol data da época dos Reis Católicos (em 1486 foi a decapitaçom de Pardo de Cela e em 1492 a conquista de Granada). Porém, os nossos amigos e amigas andaluzas devem saber que os nossos dardos envenenados sempre tenhem como alvo o espanholismo, e nom as manifestaçons culturais andaluzas assimiladas e exportadas polo Império Pequeno. Que matemos o mensageiro, nom significa que nom gostemos da mensagem. ;)

Em Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos enviamos um saúdo fraternal ao povo andaluz, lembrando as palavras do Manifesto Andaluzista de Córdoba de 1919, quase coetáneo do Manifesto Nazonalista de Lugo de 1918:

Mienten quienes dicen que Andalucía ríe. La risa de Andalucía es la mueca del genio enloquecido por el martirio, debilitado por el hambre; de un genio que tuvo y tiene por fondo un optimismo creador. (...) ¡Arriba los corazones! ¡Andaluces! ¡No emigréis, combatid! La tierra de Andalucía es vuestra.

Escudo andaluz
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35 comentários

Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

Parabéns, non agardaba esta resposta, a verdade ;)

Pero bo, non vos tomedes mal algunhas malas respostas por parte de independentistas andaluces, xa que, eles (coma eu) non podemos entender, que se teña que utilizar a identidade, a cultura, e as tradicións de Andalucía, pra mofarse dos españolistas. Porque eu, nunca o faría, nin con galegos, nin con casteláns, vascos, cataláns, asturianos, aragoneses.. pódese atacar ó españolismo sen caer neses mesmos tópicos creados polo españolismo (Andalucía = España, Flamenco = Cultura Española).

Non sei se chegades a entenderme, é díficil falar disto por internet, pero agora mesmo non teño a oportunidade de facelo en persoa.

Franco Vicetto, vexo que estás bastante posto no MLNA, alégrome, a verdade. Como dicía Blas Infante "En Andalucía no hay extranjeros" e temos que facer desa frase unha reivindicación: Se loitamos polo mesmo, pola liberación nacional e social dos nosos pobos, frente a un inimigo, que é o Estado Español, temos que facer real a practica do internacionalismo entre pobos oprimidos.

Unha aperta revolucionaria.
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 02:00
Comentário de: Galeguzo [Visitante] · http://madeiradeuz.org

Com leituras tão raras, não me estranha que o pessoal de Sei o que... esteja tanpallá :D
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 10:30
Comentário de: alema [Visitante] · http://alema.org

nótase que andaluz moi galego non é...
escribe "bó" en vez do galego "bueno" ;):D
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 10:32
Comentário de: alema [Visitante] · http://alema.org

#3 perdón... en #1 escribiu "pero bo" en vez do "pero bueno" galego xenuíno :D

(nota aos administradores: tedes que poñer opción para poder editar os comentarios ;-) )
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 10:37
*****

Que palavras mais fermosas senhor Franco Vicetto...! Abraiada me deixa a sua sensibilidade.
Tem de amar você muito a sua terra, para poder perceber as outras terras com essa fondura!
O seu comentário, di muito de você como pessoa.
È uma sorte conhecer gente como você. Mágoa que no mundo sejam minoria os que falam desde o sentimento e o pensamento próprios.
Parabens.
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 10:43

E porém, é você novinho, como se adivinha tras do livro.
Alguns tem os anos muito bem empregados e outros, chegaram a velhos néscios. e estúpidos.
E não me refiro a ninguem dos que por aquí passam. Falo em geral. Não se me vaiam anojar.
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 10:48
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email
*****

Que raio de homem! What a Man Ray! ;)

Acrescentar que sobre Blas Infante há um filme biográfico (que tou com muita vontade de ver mas que ainda nom vim) intitulado Una Pasión Singular (Antonio Gonzalo, 2002).
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 16:29
Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

Alema, o "pero bueno" é tan galego coma o "moitas gracias" que escoitei por terras galegas :>>
Quarta, 22 de Outubro de 2008 @ 19:02
Comentário de: Narsaak [Visitante]

O recoñecer un erro honra a quen o fai; agradécese. Esta mensaxe-aclaración é un perfecto primeiro paso pero non se debería quedar aí senón que deberiades/deberían retirar os vídeos, blogs, webs, referidos como o de "tan gallego como el gazpacho", que chega a resultar esperpéntico mírese como se mire.

Franco, vexo que polo menos coñeces o movemento andalucista e a súa visión política e social, pregúntome como (iso parece) tendo voz neses colectivos, blogs, etc. non fixeches nada por impedir a asociación da cultura andaluza co españolismo, caendo nos mesmos tópicos e prexuízos que estes últimos.

Só dende o coñecemento e o apoio mutuo entre os pobos conseguirase a liberación dos mesmos e a libre federación entre eles.

Para rematar, déixoche unha ligazón que igual che resulta de interese: http://universoandalucista.blogspot.com/2008/07/manifiesto-de-barcelona-de-1977.html

Un saúdo dende Andalucía.
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 01:58

Pois recuperar um chisco o internacionalismo solidário não nos viria mal, não.
As estratégias dos imperialismos-grandes e pequenos levarom-nos a olhar demais e de mui perto o próprio embigo dum jeito algo egoísta.
Mas tamém forma parte da sua estratégia: "Divide y vencerás".
Assim foram colocando etiquetinhas a todo o mundo:
extremenhos e andaluces, odeiam aos catalães por tacanhos e aproveitados.
Toda a península, agás Portugal, odeia e teme aos bascos por violentos e independentistas.
Toda a península tem aos galegos por extractores de marisco, parvos e de dereitas.
Toda a península tem a Andalucia por umha escola de sevillanas e romances de coplistas, toureiros e demais frikis.
Aos madrilenhos, sem excepção, por chulos, maleducados e abusadores...
Assim poderiamos chegar até o infinito e mesmo extendendo-nos a outros Estados.
A cultura espanhola, é o que tem. Fomenta a desconfiança entre os povos, entre as pessoas, os ódios enquistados...E ninguém se salva da queima de ranciosidade fascista e insolidária.
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 09:26
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email

Endelué, Andalú, tieneh una grásia contigo que no ze pué agüantá! Sodes todos os andaluzes igual de "pesaos" ou é apenas cousa tua? ;)

A ver se vos inteirades tu e mais os teus colegas de que isto é umha página de humor (humor político, mas humor) e que se nom chega a ser pola internet as nossas juergas flamencas nom teriam chegado nunca às vossas vistas e ouvidos... e todos tam contentes!

A nossa luita (e quando digo "nossa" estou a referir-me única e "exclussivamente" à luita de Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos) é retranqueira e anticolonial, nom é internacionalista (como mesturando alhos com bugalhos erroneamente pensades tu e mais os teus) mas intra-nacional. OK? ;)
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 10:47
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email

Andaluz, Narsaak ou como te fagas chamar.
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 11:33
Comentário de: Narsaak [Visitante]

[quote="Jenaro"]
A nossa luita (e quando digo "nossa" estou a referir-me única e "exclussivamente" à luita de Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos) é retranqueira e anticolonial, nom é internacionalista (como mesturando alhos com bugalhos erroneamente pensades tu e mais os teus) mas intra-nacional. OK?[/quote]

Queda perfectamente claro; o mesmo chauvinismo de quen vos opondes, as mesmas actitudes. Por sorte, todo o movemento non é igual e por exemplo @s andaluces/as non temos que construír a nosa identidade por oposicións-contradicións coas demais (non necesitamos facer vídeos contra o españolismo onde saquemos o Obradoiro o 25 de Xullo, por exemplo, e asociémolo ao nacional-catolicismo casposo, racista (Santi matamoros) e militarista español -nese caso, habería que oiros-); iso é moi penoso.

Na Galiza chámanvos túzaros, non?
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 13:24
Comentário de: AProfe [Visitante]

Luita intra-nacional? Se é que somos uns machotes! jajaja
Cando alguén nos fai ver que metemo-la zoca, igual sería bo un pouquichiño de autocrítica, por ver se temos algunha posibilidade de mellora e tal.

Bicossss.
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 15:19
Comentário de: Narsaak [Visitante]

Esquecéuseme antes: eu son Narsaak, Andaluz é outra persoa distinta.

AProfe: moito anticolonialismo, moito intra-nacionalismo, e logo remata o discurso cun "OK" yanki. Isto non é serio hahahahaha.
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 16:10
Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

Pra Marinhas (de Andaluz, que non Narsaak)

¿Paréceche de ser un "pesao" criticar algo tan criticable como é atacar ó españolismo dun xeito no que estades "españolizando" a cultura andaluza?

Pois mira, só estamos repostando eiquí dous andaluces, e poderían ser máis, pero xa vexo que a ti non che gustan as respostas cando non son do teu gusto.

Gustaríame ver se nós, fixeramos o mesmo coa cultura galega, a ver o ben que sentaríache a ti o noso "humor". Xa lle dixen a Franco que se pode facer humor douto xeito, sen caer en tópicos.

Vexo, que hai xente que acepta críticas constructivas, porque axudan a reflexionar. Aprofe o reflexa moi ben, pero como dixen, hai xente coma ela, Lurinha, ou Franco, que o entende, outros viven no seu mundo.

Unha aperta internacionalista ;)
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 17:12
Comentário de: Ano Rosso Quin(tana) [Visitante] · http://www.blogoteca.com/arqueoloxia

Está visto que o sentido do humor é o menos común dos sentidos.
Andaluz, mira, moi ben todo o que dis, e tal, e creo que xa quedou clara a postura de todos, pero...se non sabes entender unha broma, marcha do "pueblo"!!!
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 17:23
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email
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"non necesitamos facer vídeos contra o españolismo onde saquemos o Obradoiro o 25 de Xullo, por exemplo, e asociémolo ao nacional-catolicismo casposo, racista (Santi matamoros) e militarista español -nese caso, habería que oiros" (Narsaak).

É claro, caros Andaluz & Narsaak, que nom sabes com quem tás a falar ou nom sabes onde é que tás. Isto nom é o site de Briga nem
da AMI (já agora, um beijinho para elas/es), isto é um site humorístico-político que tira o seu nome dum programa do coraçom (ou qualquer cousa do gênero) em que nom é mui comum a política correcçom

Que se passa? Que em Andaluzia já tá tudo solucionado e tendes que vir aqui a joder la marrana? (desculpai o tom favelado mas é que isto, como já vos digem, é o mais parecido a um programa do coraçom que podedes encontrar). Aqui temos muito o que fazer assim que, se nos desculpades um momentinho... Porque nom comprades um latifúndio e vos perdedes nele? Porque nom tendes quartos? Tampouco tenho eu e nom ando por aí dando o "coñazo" (com licença de tablao, aliás, de Rajoy) ;)

Andaluz, Narsaak, lamento informar-vos de que a vossa missom pedagógica foi todo um fracaso! ;) Sodes uns missionários-pedagogos fracasados! Se tivéssedes um pouquinho de sentido do humor...

E vou parando porque já me tá a inchar a veia do pescoço que nem a Maria Patiño! ;)

"igual sería bo un pouquichiño de autocrítica, por ver se temos algunha posibilidade de mellora e tal" (AProfe)

Autocrítica na imprensa cor-de-rosa?!? JAMAIS!!! :))

"Pois mira, só estamos repostando eiquí dous andaluces, e poderían ser máis" (Andaluz).

Como devo tomar isso, Andaluz? Como umha ameaça? ;)

Obrigado, Ano Rosso, com o grande que é Andaluzia, Espanha y la Humanidad e estes dous frikis tinham que meter-se aqui a tocar-nos os caralhos! :p
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 18:31

Em SLQH nom guerream.
Essas cousas só passam em La Noria e Dónde estás, corazón?
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 19:37
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email
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O único que sei de Dónde estás, corazón? (Antena 3 TV) e La Noria (Tele 5) é o que vejo através de SLQH (La Sexta), um programa brincalhão (e brigalhão) que, aliás, é praticamente o único que vejo na televisom. Seja como for, We Didn't Start The Fire (e digo-o assim, em inglês, porque sei o muito que a algúm internacionalista de três patacos que anda por aí lhe Joel ;) ).
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 20:47
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email
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E para quem nom souber como as gastam nesse programa (SLQH, La Sexta) porei dous exemplos de extrema incorrecçom política vistos e ouvidos com os meus próprios olhos e ouvidos (respetivamente) em datas bem recentes. Andaluzes de Jaén, tomade nota de quais som os nossos referentes:

Num programa o Ángel Martín perdia toda esperança de sair airoso da sua pessoal batalha judicial com Tele 5 porque, segundo ele, estes som italianos e se ele fosse o juiz nom se arriscaria a acordar com a cabeça dum cabalo na cama! :))

Num outro programa, falando da China e dos chineses (nom me lembro a conto de quê) a Patrícia Conde dixo que os chineses eram mui boinhos porque se tavas com fome eram capazes de arrancar-se o cão do colo para dar-cho de comer! :))

É claro que isto tem muitíssima mais graça contado polos protagonistas. Se alguém encontrar os vídeos no YouTube... ;)
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 21:12

Sim. Pois esse é o que eu vejo e por eles sei que os de La Noria e Dónde estás corazón? sempre andam a guerrear.

Por certo, senhor Marinhas. De você tamém falam muito . De como lhe fai às beiras ao presentador do programa de Maria Patinho, que anda você algo saído demais polo moço esse.
O inglês nom é internacionalista, é imperialista grande grande. Por essa razão nunca quixem estudar inglês.
Nem penso fazer tal cousa, se não me vejo mui apurada..
Já sei que, objectivamente, é umha parvada como um mundo, mas dou-me para alí .
Quinta, 23 de Outubro de 2008 @ 22:00
Comentário de: And a thool [Visitante]

Imos ver...
É como se agora nos venhem dous nacionalistas (internacionalistas) castelhanos e nos dim: "quiero denunciar esta página por su comportamiento fascista contra el idioma castellano. El castellano es el idioma de Castilla, no un símbolo del españolismo, y eso los internacionalistas lo deberiais saber. A ver si tenemos un poco más de respeto por el idioma del pueblo (internacionalista) castellano".

É claro que os galegos criticaremos o que nos saia do nabo. O mau dos amigos andaluzes que nos visitam é que estam muito colonizados e entendem o Estado Espanhol como algo unitário, federal, mas unitário. Eu som independentista, e polo tanto para mim o que opinem ou aconteça no resto do Estado espanhol é algo do que nom tenho muita preocupaçom.

Digo eu que aos nossos amigos internacionalistas andaluzes nom lhes gostará que aos galegos nos imponham a cultura andaluza (espanhola) como a caralhada da féria de avril, o flamenco, as touradas...

Nom imos ter que ser os galegos os que cedamos sempre, homem já está bem digo eu.
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 03:07
Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

O último, vaia perlas.. cada un que abre a boca é pra dicir máis parvadas.

Ben dito, o castellano é a lingua de Castilla, é quen chame español ao castelán, está colaborando coa españolización das diferentes culturas dos pobos oprimidos polo Estado Español.

Equivócasche, rapazinho, estaremos colonizados (coma vós) pero non porque o pobo andaluz asi o quisexe. E, nin eu, nin os independentistas andaluces, entendemos o Estado Español como algo unitario, pero si entendemos que hai unha cousa que se chama INTERNACIONALISMO, que é o respeto e a solidaridade con TODOS OS POBOS DO MUNDO, (non só EH, PPCC, Cuba, Venezuela, Palestina e Irlanda) e xente coma ti, parece que non sabe o que significa iso, xa que ti "criticas o que te sae do nabo" :roll:. Nin federación, nin unidade, eu loito por unha Andalucía libre e socialista, por un estado soberano andaluz; pero unha cousa non quita a outra, e por loitar pola miña patria non vou esquecer outras loitas.

Ti non és independentista, ti és un chovinista, insolidario, que non ten nin puta idea (xa está ben de bo roio, cando se din tantas parvadas) da realidade social, cultural e nacional doutras nacións que non sexan Galiza. E coma non tes nin puta idea, non fales do que non sabes.

Os compañeiros de Yesca (Castilla) SI que son internacionalistas:

(Apoiando aos galegos na Auidiencia Nazional)
http://www.briga-galiza.org/principal.php?pag=ler&id=490

(Apoiando a compañeiros catalanes)
http://independencia.losforos.es/foro/viewtopic.php?t=3863

(A vascos)
http://independencia.losforos.es/foro/viewtopic.php?t=2377

(A kurdos)
http://independencia.losforos.es/foro/viewtopic.php?t=4298

(A cubanos)
http://independencia.losforos.es/foro/viewtopic.php?t=4020

E podería por máis exemplos de solidaridade. Gustaríame ver a outras organizacións facendo concentracións ou manifestacións por compañeiros reprimidos noutros pobos que non son o seu, pero xa sabe.. os que non ten "preocupación polo que pase no resto do Estado Español" non vén máis alá do seu ombligo.

Por certo, pra os que fan a comparación: castellano = español:

http://independencia.losforos.es/foro/viewtopic.php?t=1061


E mira, xa está ben de ir de vítima. A ti non imponchen a cultura andaluza. Eu non vexo na Galiza a ninguén bailando sevillanas, nin tendo que ir á Feria de Abril, e os que van ás touradas, é porque queren, non porque "O Estado Español sexa tan malo malísimo que obriga á xente a ir". Pra os que non o saben, en Euskadi hai máis afición polas touradas que por exemplo en Andalucía, que, xa que estou, direi que non é nada andaluz, nin algo do que poida sentirme orgulloso. Ese "espectaculo" onde se tortura e asasina a animais, non é nada cultural, é un puto negocio.

Que pouco respeto por outras culturas, foder.. eu nunca diría nada da muñeira, da gaita, da Rapa das Bestas, nin de ningunha expresión cultural galega, xa que teño moito cariño por Galiza, pola súa cultura, e pola súa xente.

E pra rematar dis que "xa está ben de que os galegos cedamos sempre" :-/. Non, se agora imos ter a culpa os andaluces... manda carallo.
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 06:27
Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

Perdón por algún erro ortográfico, escribir a altas horas da noite é o que ten.

O dicía por no "é" do segundo parrafo, quería dicir: e. E na frase: "non VÉN máis alá do seu ombligo" quería dicir: ven.

Non podo editar o comentario, e claro, pode que algún aproveite os meus erros pra atacarme (coma no foro INDEPENDENCIA :roll:).

Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 06:53

Pois a mim parece-me bem interesante este debate, porque nunca tinha chegado a este ponto em outros foros . Penso que pensar não está demais e, o que di o senhor andaluz tem boa parte de razão.
Mas, senhor andaluz, não me negue que a toda hora nos estam a bombardear nos meios com o uso e abuso da sua cultura.
De facto, se repara você em todos os "famosos do frikie-famoseo" que enchem horas e horas de programação nas cadeias de TV, um 80% são de Madrid para abaixo . A Semana Santa, a feira de Avril, as touradas- Em Euskadi haverá muita afeição taurina, mas diga-me você o nome de algum toureiro basco, ou galego, ou catalam, ou asturiano, ou navarro...-Essas cousas são próprias da pseudo-cultura andaluza e vém do seu pais, e levamos anos, e anos, e anos aturando essas panocadas pola TV e antes pola rádio .
Já sei que quem as espalha é o espanholismo interesado em foder-nos a tudos mas, também é normal que, numha primeira visão, identifiquemos o espanholismo com toda essa trangalhada.
Entendo como se sente. Um día, quando eu era ainda umha rapariga, escutei na rádio a umha actriz catalana que se chamava Mary Sampere fazer um chiste dumha criada galega meio parva e, quando o público botou a rir, ferviu-me o sangue, mália não ter nem quinze anos. Mais tarde, quando fum alviscando mais cousas de Catalunya, não identifiquei para nada a aquela senhora com o que era Catalunya nem com a actitude geral dos catalães.
A primeira vez que lim Mafalda, amolei-me com Quino e o seu Manolito Goreiro. Mas...Sabe umha cousa? Ao fim decatei-me de que, por falta de cultura e necessidade económica, há muitos galegos que aparecem assim e, se não se conhece o por que, parece que todos os galegos sejamos brutos e miserentos. Forma parte do nosso lado escuro, da sombra que projectamos por mor das nossas eivas. E há que aceitar que é assim, e que não passa nada. Até acabei reconhecendo ao Pai do Manolito num tio meu que emigrou a BB.AA. e, como primeiro negócio tivo um "colmado" e, cada vez que falávamos do conto, minha irmã e mais eu, diziamos: Cuspidinho. Claro que ele prosperou e agora não tem um Manolito, mas umha filha que pertence a essa jet que opera as "lolas" e demais. Mas o pai, sempre seguiu com o espírito do senhor Goreiro porque era quase analfabeto e um supervivinte da vida.
Não sei se esta léria, discurso ou homilia, lhe deixou a você algo claro.
Há que aprender a rir-se de um mesmo e a reconhecer as próprias comicidades.
E agora lembro um espectáculo do fantástico grupo Chévere do ano 93, que se intitulava Galiza mutante, ou algo assim. Sei que a estrea foi na Praça que há detrás da Escola de Artes Mestre Mateo e não parei de rir desde o princípio até o fim. Não deixavam títere com cabeça no panorama galego. Até as pandeireteiras, com suas saias e seus aventais escuros, ao darem a volta, ensinavam o cú.
Na Galiza, desde sempre, ficamos afeitos a rir-nos de tudo. As cantigas de Escárnio vém de longe.
Assim que não nos tome tão a sério e ria você tamém. Rir-se de um mesmo, é o milhor ejercício de inteligéncia.
Na próxima manife que façam, vaiam vocês, os andaluces, verá como não lhe parece um insulto, mas umha brincadeira.
Desculpas pola extensão. Não há límite, não? :oops:
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 09:47
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email
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Lurinha: acho que a senhora me confunde com outra pessoa. Eu nom sou o Jesús Mariñas, nem o Jenaro Marinhas del Valle. Eu sou-lhe o Jenaro Jesus Marinhas, e venho-lhe sendo do Vale, da revista Vale ;)

A língua inglesa nom é "internacionalista" nem "imperialista" (ao menos nom o é em muita maior medida que o castelhano/espanhol ou o galego/português). Gostemos ou nom o que nos dias de hoje é o inglês é umha língua internacional, aliás, universal cujo conhecimento pode ser-nos de grande utilidade às/aos galegos para rompermos o cerco hispanófono, a hispano-dependência. As/Os luso-reintegratas galegas/os como a senhora e como eu temos de ser mais anglófilos que o Paco Vázquez. Think about it! ;)

And a thool: Os nossos amigos andaluzes têm parte de razom mas perdem-na toda pola culpa da sua absoluta falta de sentido do humor (esquisito, eu tinha entendido que os andaluzes eram alegres e divertidos!). Era melhor que figeram de conta que somos portugueses e deixaram de dar-nos o coñazo polo simples facto de que os dous povos, o galego e o andaluz, estamos colonizados polo mesmo Império Pequeno. Numha reencarnaçom anterior tivem o prazer de tratar com nacionalistas castelhanos e sinto por eles (igual que polos andaluzes) o máximo carinho e respeito. Mas que nom ousem vir aqui a dizer-nos que armas podemos (e que armas nom podemos) empregar na nossa luita anticolonial que nós tampouco vamos lá governar a sua casa!
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 11:54
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro] Email

Quanto ao seu último comentário, amiga Lurinha, dizer que (exceto com a primeira frase) concordo "de ponta a chicote" com tudo o que a senhora nele di. Eu também sou super-fã do grupo Chévere e esse número das pandereteiras russas que a senhora comenta já o tenho visto eu na Sala Nasa em várias ocasiões. Hilariante. De-Lira-nte. Mas, o que lhe vas explicar a este par de andaluzes descastaos? ;)
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 12:09
Comentário de: And a loose [Visitante]

É melhor que deixemos o debate. Nom viram de onde apareceram estes sujeitos?
http://independencia.losforos.es/foro/

Isto, trás de uma suposta "unidade internacionalista dos povos 'peninsulares'", topa-se uma caralhada de primeira ordem. Até "Estremaúra" reclama a sua independência do Estado espanhol...
Isto é surrealista e semelha mais uma estratégia do establishment (perdoade o imperialismo) espanholista. A estratégia é fácil e a levam fazendo muitos anos já: "Café para todos". Se destacamos a independência de três povos absolutamente diferenciados como Galiza, PPCC e Euskal Herria, a confrontaçom seria Espanha vs (desculpas de novo) povos diferenciados com língua e cultura próprias. Mas, como neste caso, se fazemos que até a Estremadura espanhola peça a independência (só falta La Rioja) o espanholismo está ponhendo ao mesmo nível umas reivindicaçons legítimas com umas reivindicaçons absurdas e inexistentes tanto no passado como na actualidade, com o fim de desprestigiar os verdadeiros povos diferenciados.

Temos que ser mais inteligentes. Eu solidário com os povos, sim, mas tonto nom. E por encima de todo eu som galego.
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 12:53
Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

Lurinha: ¿e que culpa temos os andaluces/zas de que a nosa cultura guste tanto?

Se o españolismo, se apropiou dela, pra facer unha falsa "identidade española", ¿o pobo andaluz que culpa ten?

Tamén direi que a cultura andaluza é moi rica e extensa, non é só flamenco e sevillanas.

A min nin gústame a Semana Santa, nin as touradas, e a moitos andaluces/zas tampouco, non sei a que vén iso.. creo que todxs sabemos que os medios saben explotar ben o que lles dá cartos.

E repito, ti poderás ver na TV todo iso e máis, pero se non o queres ver, non vexas a tele a rematas antes. Porque na TV só hai sensacionalismo, e manipulación (no 80% da programación).

Certo, case todos os asasinos de touros son españolistas nacidos en Andalucía, e iso, a min dáme vergonza, pero é que coma dixen antes, iso non é nada cultural, nin que sexa exclusivo de Andalucía (En Mexico e outros países tamén hai moitos asasinos de touros). E, a afición polas touradas, naceu de os de sempre, dos españolistas, dos caciques, da burguesía andaluza, de toda esa escoria que mancha o nome da nosa terra.

Tamén os andaluces/zas, falando da imaxe que o españolismo quere dar de nós, nas series e demáis sempre somos as criadas, os incultos, os paletos, os sumisos.. e máis e máis merda. Non verás en ningunha serie a un personaxe andaluz facendo de historiador, médico, calquer cousa.. porque claro, Andalucía é a terra do "salero y de la fiesta". Máis tópicos e tópicos, en Andalucía hai festas como en todo o mundo, máis, tamén somos dos pobos que máis son explotados no rural, na mar, e en calquer sector do traballo. Só hai que ler algunhas obras de Blas Infante pra ser consciente de esa realidade.

Agora, falando do "salero y de la gracia" que dis que non temos humor.. gustaríame coñecer a algún dos que di iso, porque os meus amigos, non poden dicir que sexa unha persoa seria, ou que non teña humor. Pero, cando vexo faltas de respeto ao meu pobo, comparacións insultantes, e demáis.. pois non vou rir, coma comprenderedes.

Dacordo contigo no que dis de que hai que aprender a rirse dun mesmo, claro que si, eu o fago, e eiquí tamén rimos de nós mesmos, e non pasa nada ;).

Xa gustaríame ir ó vindeiro acto, pero a distancia mo impide, pero si, gustaríame, porque podería falar en persoa e supoño que chegaríamos a aclarar todo.

Un saúdo.
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 21:59
Comentário de: Andaluz [Visitante] · http://www.fotolog.com/leeydifunde

¿Sujeitos? falou o que aínda non saíu da caverna :roll:

É un foro, un simple foro onde expresar a túa opinión de diferentes noticias, convocatorias, ou calquer cousa que teña cabida nun foro de debate. ¿Que haxa "nacións" no foro que non o son? si.. algunhas hai, claro que si. Máis, por iso non vou deixar a oportunidade de poder coñecer as loitas doutros pobos. Nese foro hai xente, moi comprometida coa loita do seu pobo, dende bascos, cataláns, casteláns, andaluces/zas, canarios, aragoneses, asturianos.. e, tiven a oportunidade de coñecer a compañeiros bascos e casteláns en persoa. É xente comprometida, militante, e sobre todo, INTERNACIONALISTA, sendo coherente co ser revolucionario.

¿PPCC, EH, e GZ pobos diferenciados? ¿de que? ¿do "pobo español"? ¿dese mesmo pobo que non existe?

¿Queres dicir que un pobo por non ter unha lingua propia (aínda que a teña, pero non sexa oficial grazas a (PNV, BNG ou CIU) non é unha nación? , ¿Entón pra ti Argentina, Venezuela, Colombia, Uruguay, e demáis pobos que non ten lingua propia, son "españois" non? :roll:

Ayy.. canta ignorancia :D

Independientemente, de que cada pobo dos citados, teña ou non unha lingua, non podes dicir que sexa unha nación ou non por non ter unha lingua propia (xa que en moitos casos as linguas autóctonas foron exterminadas grazas aos Reis Caóticos).

Rapaz, ti non és intelexente (vendo os teus "argumentos" :))) nin és internacionalista, e moito menos solidario, és a típica persoa que fala do que non sabe.
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 22:28

Para mim já fica claro desde o começo do tema..
Sou ácrata, libertária, solidária e galega
Sexta, 24 de Outubro de 2008 @ 22:29
Comentário de: crazy juani [Visitante]

Coido que ninguén do Movemento Ridiculista se molestaria, incomodaria, cabrearia, despotricaria, rosmaria, atacaria... :no: porque en calquera lugar da enteléquia chamada España :> se criticara ao imperio pequeno representando as falsidades que venden da cultura galega.

Invitámos-vos a facelo (eu polo menos). Xa sei que o tedes difícil, posto que o único que se me acorda agora é aquel eterno estudante de Mondonhedo en Madrid das películas dos '70 que ia buscar empanadas e grelos a la """aldea"""
Sábado, 25 de Outubro de 2008 @ 00:01
Comentário de: crazy juani [Visitante]

Por certo que esa imaxe non foi executada, precisamente, para criar autobombo do imperio pequeno
Sábado, 25 de Outubro de 2008 @ 00:05

Não é Martírio umha das que satiriza e caricaturiza essas lérias?
Por certo. O pior, pior, pior, da cultura "espanhola" com muito, são as "mantillas"
Nunca vim cousa mais ridícula e escaralhante que a felicitação de Natal do ano passado de Paco Vázquez, onde saía o embaixador no Vaticano com sua faixa no peito e as mulheres da família com essas "mantillas".
Esperpéntico. Para rir e não parar.
Mais, o caso é que em Padrão, por exemplo, as senhoras de boa família ainda seguem a levar a "mantilha española na litúrgia da Semana Santa.
Deveriades de fazer um slogan co tema da "mantilla". É o mais horripilante e râncio que nos deixou em herdanza Carmen Polo.
Sábado, 25 de Outubro de 2008 @ 00:44

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Contra Espanha e o Capital, "dientes, dientes que es lo que les jode"