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    Contra Espanha e o Capital, "dientes, dientes que es lo que les jode"

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    Manifesto cruel e poderoso

    Um exclusivo de...
    seioque
    Segunda, 18 de Agosto de 2008
    1483-2008 | 1486-2011

    Na fria manhá do 17 de Dezembro de 1483, a cabeça de Pero Pardo de Cela, que acabava de ser decepada do seu corpo, começou a rodar polas escadas da praça da catedral de Mondonhedo. O carrasco dos Reis Católicos tentou pará-la, mas a cabeça virou sobre si mesma, ganhou velocidade e, ainda hoje, 525 anos mais tarde, continua a rebolar como um vertiginoso espectro polas corredoiras e polas autoestradas da Galiza.

    Resposta:

    A cabeça do velho e carrancudo marechal anda amolada nos últimos tempos. A mocidade galega, que já fala maioritariamente em castelhano, celebrana rua as vitórias da selecçom espanhola de futebol. Ciclistas e modistas assinam manifestos «por la lengua común». Até os filhos dos nossos próceres castelhanizam os seus nomes para que os entendam no Starbucks! No entanto, o galeguismo, desnorteado e claudicante, aferra-se às faragulhas do poder institucional.

    Os ventos da história semelham propícios ao projecto pequeno-imperial encetado por Isabel de Castela há 525 anos. Como diriam num célebre episódio de Star Trek, «(Galician) Resistance is futile».

    É bem assim? É a futilidade o desígnio de toda resistência? Em tal caso, sejamos conscientemente fúteis! Na linha subversivo-esmorgueira marcada polos esquisitos cadáveres da Via Anti-Colonial Activa (VA-CA), a Conspiradora Anti-Colonial Armada (CA-CA), os Aduaneiros sem Fronteiras, a Frente Retranqueira Anti-Colonial (FREAC) e, mais recentemente, as iniciativas ridiculistas de Tan Gallego como el Gazpacho, proclamamos a Resistência Fútil contra a colonizaçom mental do Império Pequeno.

    O pretexto é, mais uma vez, a comemoraçom de uma efeméride: os 525 anos do que Castelao, citando (livremente) os Anais de Aragom de Jerónimo Zurita, denominou a «doma e castraçom do Reino de Galiza». Um processo de centralizaçom política que podemos acoutar simbolicamente entre duas datas: o mês de Dezembro de 1483, em que o rebelde Pardo de Cela foi decapitado «por cruel e poderoso», e o mês de Novembro de 1486, em que os Reis Católicos vinhérom comer uma mariscada a Santiago de Compostela, capital duma Galiza já submissa ao poder real. Portanto, e se nom
    nos dá antes a Frouxeira, serám três anos (2008-2011) para comemorar (e bebemorar) a tradiçom e a mitologia galeguista em clave pop e renovar os nossos votos a favor de Joana, a raínha que para os espanhois é «la Beltraneja» e para os portugueses é «a excelente Senhora».

    Utilizaremos as mesmas armas que os nossos colonizadores. E com isto nom estamos a referir aos anti-distúrbios, senom à retórica e a gramática da imprensa rosa e os programas do coraçom que, a dia de hoje, constituem um dos principais e mais eficazes agentes espanholizadores. Daí o nome da nossa plataforma: «Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos». O sítio web www.seioque.com será o nosso órgao de comunicaçom e servirá para centralizar as nossas actividades. O humor, a paródia, a substituiçom simbólica e o surrealismo político serám o nosso castelo roqueiro frente ao pequeno-imperialismo espanhol. Viva Galiza ceive, cruel e poderosa!

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    Escrito às 12:59 nas categorias: Vários

    6 comentários

    *****

    Que viva! Que viva!!!!!
    Domingo, 05 de Outubro de 2008 @ 20:57
    Comentário de: Diego [Visitante]
    *****

    Moi raro esto de ser Galego/Arxentino

    ¿Quién debe a quien?

    Aquí pues, yo, Guaípuro Cuauhtémoc, descendiente de los que poblaron la América hace cuarenta mil años, he venido a encontrar a los que se la encontraron hace quinientos.

    Aquí pues, nos encontramos todos: sabemos lo que somos y es bastante. Nunca tendremos otra cosa.

    El hermano aduanero europeo me pide papel escrito con visa para poder descubrir a los que me descubrieron

    El hermano usurero europeo me pide pago de una deuda contraída por Judas, a quien nunca autoricé a venderme.

    El hermano usurero europeo me explica que toda deuda se paga con intereses, aunque sea vendiendo seres humanos y países enteros sin -pedirles consentimiento.

    Yo los voy descubriendo

    También yo puedo reclamar pagos, también puedo reclamar intereses.

    Consta en el archivo de Indias, papel sobre papel recibo sobre recibo, firma sobre firma, que solamente entre el año 1503 y el l660 llegaron a San Lúcar de Barrameda 185 mil kilos de oro y 16 millones de kilos de plata que provenían de América.

    ¿Saqueo?... ¡No lo creyera yo!... Porque es pensar que los hermanos cristianos faltan a su séptimo mandamiento.

    ¿Expoliación?... ¡Guárdeme el cielo de figurarme que los europeos, igual que Caín, matan y después niegan la sangre del hermano!

    ¿Genocidio?... ¡Eso sería dar crédito a calumniadores como Fray Bartolomé de Las Casas, que calificaron el encuentro de "destrucción de Las Indias", o a ultras como el doctor Arturo Píetri quien afirma, que el arranque del capitalismo y de la actual civilización europea se debió a la inundación de metales preciosos arrancados por ustedes, mis hermanos europeos, a mis también hermanos de América!

    ¡No! Esos 185 mil kilos de oro y 16 millones de kilos de plata deben ser considerados como el primero de varios préstamos amigables de América para el desarrollo de Europa.

    Lo contrarío sería presuponer crímenes de guerra, lo que daría derecho, no sólo a exigir devolución inmediata, sino indemnización por daños y perjuicios.

    Yo, Guaípuro Cuauhtémoc, prefiero creer en la menos ofensiva de las hipótesis para mis hermanos europeos.

    Tan fabulosas exportaciones de capital no fueron más que el inicio de un plan "Marshallzumaj" para garantizar la reconstrucción de la bárbara Europa, arruinada por sus deplorables guerras contra los cultos musulmanes, defensores del álgebra, la arquitectura, el baño cotidiano y otros logros superiores de la civilización...

    Por eso, una vez pasado el Quinto Centenario del Préstamo, podemos preguntarnos:

    ¿Han hecho los hermanos europeos un uso racional, responsable o, por lo menos, productivo de los recursos tan generosamente adelantados por el Fondo Indoamericano Internacíonal?.

    Deploramos decir que no. En lo estratégico, lo dilapidaron en las batallas de Lepanto, Waterloo, Armadas Invencibles, Terceros Reíchs y otras formas de exterminio mutuo, para acabar ocupados por las tropas gringas de la OTAN como Panamá (pero sin canal).

    En lo financiero han sido incapaces -después de una moratoria de 500 años- tanto de cancelar capital e intereses, como de independizarse de las rentas líquidas, las materias primas y la energía barata que les exporta el Tercer Mundo.

    Este deplorable cuadro corrobora la afirmación de Milton Fríedman, conforme a la cual una economía subsidiada jamás podrá funcionar y nos obliga a reclamarles -por su propio bien- el pago de capital e intereses que tan generosamente hemos demorado todos estos siglos.

    Al decir esto, aclaramos que no nos rebajaremos a cobrarles a los hermanos europeos las viles y sanguinarias tasas flotantes de un 20 por ciento y hasta un 30 por ciento anual que los hermanos europeos les cobran a los pueblos del Tercer Mundo -nos limitaremos a exigir la devolución de los metales preciosos adelantados, más el módico interés fijo de un 10 por ciento anual acumulado durante los últimos 300 años-.

    Sobre esta base, aplicando la europea y usurera fórmula del interés compuesto, informamos a los descubridores que sólo nos deben, como primer pago de su deuda, una masa de 185 mil kilos de oro y 16 millones de kilos de plata, ambas elevadas a la potencia de trescientos. Es decir, un número para cuya expresión total serían necesarias más de trescientas cifras y que supera ampliamente el peso total de la tierra.

    ¡Muy pesadas son estas moles de oro y de plata!

    ¿Cuánto pesarían calculadas en sangre?

    Aducir que Europa en medio milenio no ha podido generar riquezas suficientes para cancelar este módico interés sería tanto como admitir su absoluto fracaso financiero y/o la demencial irracionalidad de los supuestos del capitalismo.

    Tales cuestiones metafísicas, desde luego, no nos Inquietan a los Indo Americanos.

    Pero sí exigimos la inmediata firma de una carta de Intenciones que discipline a los Pueblos deudores del viejo continente; y los obligue a cumplir sus compromisos mediante una pronta privatización o reconversión de Europa que les permita entregárnosla entera como primer pago de una deuda histórica.

    Dicen los pesimistas del Viejo Mundo que su civilización está en una bancarrota que les impide cumplir con sus compromisos financieros o morales.

    En tal caso, nos contentaríamos con que nos pagaran entregándonos la bala con que mataron al poeta.

    Pero no podrán; porque esa bala es el corazón de Europa.

    Luis Britto García

    Britto García, Luis (1940- ), abogado y escritor venezolano que se ha dedicado al periodismo y a la docencia, desempeñando la cátedra de Historia del Pensamiento Político en la Universidad Central de Venezuela.

    Quinta, 09 de Outubro de 2008 @ 01:38
    *****

    E eu ainda digo mais:
    Enquanto nom tomemos conciéncia de que o consumo dos ricos é a causa dos males dos pobres, nunca rematará esta cadeia de colonialismos.
    Pensemos antes de mercar compulsivamente telefones moveis, PSP, PDA WI, e argalhadas várias, correr com nossos carros e encher tanques de gasolina, mercar roupa por um baixo prezo e encher os roupeiros , de onde vem tanta prosperidade. Porque o que di este senhor está a pasar agora.
    Pensemos um chisco e compremos com sentidinho. Milhor qualidade que cantidade e milhor umha cousa que um cento, ainda que seja mais cara. Porque, detrás dos objectos, fica a vida de muitos.
    Só quando aprendamos a comprar mudará o mundo. Porque é a única arma que nos queda fronte aos poderosos do planeta.
    A conciéncia solidária de clase, fica desarbolada. Tudos queremos ser burgueses e ter casas, roupas, e carros de alto nível e em abundáncia sem nos importar de onde vem. Os grandes magnates das multinacionais fregam as mãos e, quando chegue o momento, se é que chega, hão de nos tratar como tratam agora aos congolenhos que tiram da terra o Coltam, aos nigerianos, guineanos e demais que tem o petróleo, ou a quaisquer pais que tem matérias primas ou mão de obra barata.
    Os trabalhadores europeus vivimos num mundo de abundáncia cruel para com os nossos irmãos do mundo.
    Recuperemos o espírito da Internacional fronte ao consumo compulsivo, veredes como lhe fazemos pupa ao capitalismo.
    Três messes sem compara mãs que o necessário e nas tendas dos bairros, e cagam pola pata abaixo.
    Quinta, 09 de Outubro de 2008 @ 10:52
    Comentário de: Manuel Morrinha [Membro] Email
    *****

    Ainda nom lera o nosso maravilhoso manifesto
    Terça, 09 de Dezembro de 2008 @ 14:05
    Comentário de: Vixía [Visitante] · http://torrevixia.blogspot.com
    *****

    Viva Galiza ceive... CRUEL E PODEROSA!
    Sexta, 19 de Dezembro de 2008 @ 03:11
    Comentário de: Gómez Pereira [Visitante] · http://www.plazadearmas.tv/pro/pb058.htm
    *----

    Se reclama la nación étnica, prerrevolucionaria y antepuesta a la nación política. Pura derecha extravagante en la tradición germánica.

    Dejad el autoodio y saludad a la nación política. Dejad el dialecto, la lengua regional (que hay que reconstruir para que sea medianamente funcional o inventar, como el bable o el vascuence) seguir su curso hacia la desaparición y usad el español, lengua Imperial. Como el latín, el inglés y todas las demás lenguas internacionales surgen de los imperios históricos lo que les ofrece una variedad conceptual de todo tipo (estética, jurídica, geográfica, etc etc) que nunca podrá tener un idioma regional como el gallego (el portugués no es gallego ni viceversa). Palabras como materia, dialéctica, concepto, objeto etc se fueron incorporando al castellano desde un primer momento en la Escuela de Traductores y otras ideas, como la idea de nada, que tanto dio que hablar a los alemanes en el s.XX, son de origen español. Al convertirse el castellano en español se da el salto desbordando los límites de la Castilla histórica, y comenzando a constituirse en idioma nativo, y aún con características locales propias respecto de otras muchas circunscripciones de la sociedad española y, más tarde, de otras sociedades americanas, africanas o asiáticas.

    Cuando un vasco habla de la antigüedad del vascuence hay que recordarle que cuanto más antiguo se diga más se parecerá a los chimpancés. Y con esto se quiere poner de manifiesto el argumento histórico: que una lengua no es un regalo del cielo sino un producto histórico.

    El español es el idioma, el nuestro, el que conocéis e ideologicamente ("la castra y doma") no utilizáis dando lugar al famoso autoodio de los nacionalistas fraccionarios, de los 400 millones y la mejor plataforma con la contamos frente a los imperios realmente existentes hoy en día. No es una "cantidad despreciable" que podamos tirar por la borda.

    No seáis paletos. Se os merendarán desde otros ámbitos. En Europa nos encontraremos, dicen ilusos pensando en la "universalidad" de la cultura gallega, a lo que hay que añadir: nos encontraremos sí, pero hablando inglés, claro.




    "¡No! Esos 185 mil kilos de oro y 16 millones de kilos de plata deben ser considerados como el primero de varios préstamos amigables de América para el desarrollo de Europa.

    Lo contrarío sería presuponer crímenes de guerra, lo que daría derecho, no sólo a exigir devolución inmediata, sino indemnización por daños y perjuicios"

    Pura leyenda negra funcionando a todo tren. De la más burda e indocta.
    Este LLuis Britto García recuerda al propio Chávez hablando de indigenismo en español y rezando al niño Jesús. Un sin sentido. ¡Qué material antropológico quieren remover para llegar al los indígenas! ¿A la antropofagia o los sacrificios humanos? Aunque quieran no pueden porque son tan deudores históricamente de la Monarquía Hispánica como nosotros. Es lo que hay.


    Este programa realizado desde México os pondrá en la buena dirección: http://www.plazadearmas.tv/pro/pb054.htm

    Sexta, 31 de Dezembro de 2010 @ 05:33

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