Grande achado dos nossos investigadores! A nova linha de actuaçom ridiculista re-iniciada na Galiza por Sei o que nos figestes.... nos últimos 525 anos impregna noutras organizaçons nom ridiculistas... mas ridículas. Após um descanso das suas actividades públicas, umha das cabeças da hidra do movimento galegófobo filha de Tan gallego como el gallego (a.k.a. Tangas), convoca mais umha concentraçom em protesto polo antinatural facto dos galegos empregarem galego na Galiza. Os seus simpatizantes estám chamados a se manifestarem em 19 de Outubro às 17:30 (hPI) na praça do Obelisco (Corunha).
Resposta:
A semente ridiculista nom está no próprio contexto do comunicado, sito na dimensom paralela de umha Galiza monolíngüe em galego criada polos Tangas e na que exércitos de "normalizadores" vestidos de coiro e ferro passeiam polas ruas, nem no conteúdo do mesmo -que analisaremos depois-, mas na curiosa data para a concentraçom:19 de Outubro. Se calhar os nossos leitores nom reparárom de primeiras no significado dessa escolha, sabemos que som uns rojos galleguistas, mas é a efeméride dum feito fundamental no imaginário espanhol: esse mesmo dia de 1469, assinárom compromisso de matrimónio Fernando V rei de Aragom e a mal chamada rainha e mal chamada de Castela Isabel I , o qual aconteceu no Palacio de los Vivero. A mitologia espanhola mais requintada diz que nesse momento nasceu Espanha de jure e de facto, criando forma física legal para o ente aristotélico da España eterna. Melhor é impossível!
Alguém poderia pensar que a coincidência é filha do azar, do puro acaso malfadado, e da nossa interpretaçom sectária. Porém o texto que convoca essa manife contem afirmaçons que pola sua carga estética e ideológica ao menos semeam a dúvida mínima quando dim:
- [...]los políticos han abusado de la representación conferida y nos han hecho una seria avería en las libertades.
-En 1978 aprobamos la Constitución ( "que nos hemos dado entre todos" engadimos nós)
-[...]Engaño mezquino de reservar para los nativos reinstalados en la lengua-llave el feudo o coto regional mediante la exclusión lingüística de los demás españoles.
-[...] nueva fase de "normalización sin complejos", es decir, sin vergüenza, sin freno moral o jurídico, justificada y descrita en un Plan totalitario
-[...] a exigir la restitución de las libertades que votamos en 1978, arrebatadas en aras del proyecto colectivista identitario.
-[...] como lo prueba que los jerarcas de la linguocracia.
Reparem que o estilo do comunicado já nom oculta em momento nenhum a retórica apocalíptica, disfarçada no passado, e agora adopta directamente os giros e formas dos próprios projectos criados para os ridiculizar!. Essa convocatória é mimética das que poderiam convocar desde Tan Gallego como el Gazpacho, ou a Mesa contra el Libertinaje Lingüístico. Umha vez tirada a manta e adoptada a retórica do ridículo o passo seguinte e a inclusom das datas mais rancidas do espanholismo no calendário de celebraçons e convocatórias. Que este processo seja fruto da influência subconsciente do ridiculismo como arma de liberaçom nacional, ou parte dum terrível plano de "uso das armas do inimigo" é algo que os nossos reportéiros investigarám...
Comentárom: