
Sempre nos meios (como El Jueves). Ontem sábado saimos em La Brújula, Agenda de Ócio, Cultura e Tempos Livres do jornal El Progreso de Lugo:
Aniversario del Manifesto de Lugo
> La plataforma ciudadana Seio o que nos figestes... y la asociación cultural Cultura do País de Lugo conmemoran el 91º aniverario de la I Assembleia Nacionalista [sic]
> 18.30 A Cova da Terra
Tertulia con Luís G. Blanco [sic], Comba Campoy y Antón Somoza
> 22.30 Bodegón Tuiriz
Fiesta dandy
A plataforma cidadá Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos e a associaçom Cultura do País de Lugo comemoramos (e bebemoramos) este sábado o 91º aniversário da I Assembleia Nacionalista, que tivo lugar nessa magnífica e decadente capital a 18 de novembro de 1918:

Artwork by Maria Parrulinho.
Os fastos comecarám às 18h30 (hora pequeno-imperial) n'A Cova da Terra (rua Nóreas, 12), com umha tertúlia de sábios protagonizada por Antón Somoza (especialista em história contemporânea), Comba Campoy (jornalista e coordinadora do livro O nacionalismo galego nos seus programas politicos) e o nosso imprescindível Luis G. Blasco "Foz" (crack em geral).

Luis, Comba e Antón
E, às 22h30 (hora pequeno-imperial), no bodegom Tuiriz (rua dos Paxarinhos) terá lugar umha exclusiva Foliada Dandy, com a elegante presença do Dandy DJ e muitas surpresas mais. A assistência à jornada está sujeita a umha estrita etiqueta indumentária ou dress code: dandy para eles (Beau Brummell, Oscar Wilde, Blanco Amor...) e quaintrelle para elas (Coco Chanel, Marlene Dietrich, Amparo Alvajar...). A festa continuará all night long polos antros mais chic da noite luguesa.
Por último, mas nom por isso menos importante, recomendamos que vaiades memorizando o hino dandy da jornada, que cantaremos a modo de massa coral:
Companheiros e companheiras, VIVA ANTES!

Hoje, terça-feira 18 de Novembro de 2008, comemora-se o nonagésimo aniversário (XC ou 90º, como vocês quiserem) da assinatura do Manifesto Nacionalista em que “os persoeiros das Irmandades da Fala reunidos en asambleia magna tida na cibdá de Lugo nos dias 17 e 18 do mes da data” plasmaram as suas “conclusiós”. A primeira delas (e “prévia”) era que:
“Tendo a Galicia todal-as caracteristicas esenciaes de nazonalidade, nós, nomeámonos, d-oxe pra sempre, nazonalistas galegos, xa que a verba rexonalismo non recolle todal-as aspiraciós nin encerra toda a intensidade dos nosos problemas”
“A Asambreia que aprobou iste manifesto [a primeira dum total de sete que as Irmandades da Fala celebrariam até 1931] asistiron persoeiros de tódal-as Irmandades [todos varões, 63 segundo a Galipédia e 64 segundo as nossas contas; um autêntico bosque de nabos [1], nunca melhor dito]; estiveron representadas 67 sociedades agrarias, cinco centros culturaes; e mandaron sua adhesión cinco federaciós agrarias, once Concellos, mais de 40 Asociaciós e numerosísimas persoalidades de Galicia”.
O Manifesto Nacionalista, assinado “na cibdá de Lugo a noite do dazaoito de Samartiño do mil novecentos dazaoito” e considerado polos especialistas a acta de nascimento do nacionalismo galego, constituirá a base comum de todos os programas dos nacionatas até a Guerra Civil espanhola. Nele define-se Galiza como naçom, reclama-se a sua autonomia integral e ainda a cooficialidade do galego.
Actos comemorativos (e bebemorativos) previstos para hoje
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