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    Pra enterrar os teus ossos onde tenhem que estar

    Um exclusivo de...
    seioque
    Sexta, 18 de Dezembro de 2009

    [Fazer click em riba da imagem para alargá-la]

    Em dezembro do ano passado umha equipa de investigaçom de Sei O Que Nos Figestes... deslocava-se a Mondonhedo e regressava aos seus quarteis de inverno cumha sensacional exclusiva, a localizaçom exata da sepultura do Marechal Pardo de Cela e de Pedro Miranda, seu filho.

    Em 17 de dezembro do ano passado, coincidindo com o 525º aniversário da decapitaçom de Pardo de Cela (e do seu filho), num artigo intitulado Onde estás, cabeçom? Temos a resposta!, fazíamos pública a descoberta e denunciávamos o lamentável estado em que se encontrava e encontra a sepultura:

    A lápide, que reclama uma urgente restauraçom [vejam se nom], pode visitar-se na nave lateral direita da catedral de Mondonhedo, justo defronte à porta da capela do Santissimo Sacramento, mais conhecida como capela da Virgem Inglesa [V. Planta]. Normalmente, está tapada polo banco da primeira foto [ei-la] e carece de qualquer sinalizaçom. Uma boa metáfora de 525 anos de doma e castraçom.

    Por isso, 525+1 anos e 1 dia depois da execuçom do Marechal, de Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos reivindicamos o imediato translado dos restos do Marechal Dom Pedro Pardo de Cela da Catedral de Mondonhedo ao Panteom dos Galegos Ilustres, na compostelana Igreja do convento de Sam Domingos de Bonaval (total, para o caso que lhe fazem alá).

    Mas queremos que vós, nobres leitores e leitoras deste blogue, nos deades umha forcinha em tam justa reivindicaçom. Como? Pois enviando as vossas cartas, cartões postais, faxes e/ou correios eletrónicos para a Diocese de Mondonhedo-Ferrol e para o Patronato Rosalia de Castro (reconvertido em Fundaçom Rosalia de Castro e responsável pola manutençom de tam galego e ilustre Panteom) fazendo vossa a nossa petiçom.

    Fundaçom Rosalia de Castro
    Casa-Museu Rosalia de Castro
    A Matança
    15917 Padrom
    Tlf: 981 811 204
    Fax: 981 811 294
    casamuseo@fundacionrosaliadecastro.es


    Diocese de Mondonhedo-Ferrol
    Praça da Catedral, 1
    27740 Mondoñedo
    Tlf: 982 521 006
    Fax: 982 521 156
    mcs@mondonedoferrol.org
    Companheiro Marechal de vida inominável
    (...)
    a ti bom companheiro que o Mudarra aleive
    matou desesperado 525 anos atrás
    prometemos-che a pedra dumha capela ceive
    pra enterrar os teus ossos onde tenhem que estar
    OU SEJA, EM BONAVAL!!!


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    Escrito às 14:04 nas categorias: Sei o que ides fazer

    «'Atao' y bien 'atao'»

    Um exclusivo de...
    Gennara del Bruzzo
    Sexta, 13 de Novembro de 2009


    Se na zona mindoniense ainda se falasse bretom...

    A começos de ano noticiávamos que gê-ponto-bê-ponto inventou o auto-ridiculismo. Pensavámos que ia ser difícil superar tais amostras de talento, mas acho que um senhor o logrou recentemente, e extractarei alguns trechos do seu breve texto para corroborá-lo (os negritos som nossos):

    La Ley de Normalización Lingüística gallega establece que los topónimos de Galicia tendrán como única forma oficial la gallega. [...] Imaginemos que [...] en la diócesis Mindoniense, también llamada diócesis Britoniana o Britonia, se gozara de cierta autonomía y se hablara todavía en bretón (lengua que se habló allí hasta el siglo XV). Y que el Gobierno de Mondoñedo decidiera que el bretón es la lengua oficial de ese territorio. Y el gallego también, por supuesto. ¿Impondría el Gobierno de Santiago en todos los topónimos de su territorio, incluidos los de Britonia, la forma gallega?

    ¿Permitiría la Xunta que los topónimos en Britonia fueran oficiales sólo en bretón? [...] Ya me parece estar escuchando los gritos de los nacionalistas bretones: ¡En Britonia queremos vivir en bretón! [...] ¡En Britonia en bretón!

    Um senhor que assina com o mesmo nome e que mora na mesma cidade diz ser médico. No hipotético caso de que seja a mesma pessoa (pouca gente haverá em Vigo com o mesmo nome e apelido basco), pois tampouco lhe imos pedir a um médico conhecimentos de história, e perdoaremos-lhe que diga que o bretom se falou na Marinha até o século XV... o importante é que saiba curar a gente (queremos al mejor profesional aunque hable la otra lengua :>).

    Fora desta pequena imprecisom, que lhe perdoaremos a este seguro que magnífico profissional, a verdade é que o exercício de história-ficçom é interessante. Eu nom ouviria berros como "En Britonia, en bretón" (quero dizer, nom em castelhano), mas talvez algo do tipo "Kalaikieg Breizh Atao!" (em traduçom perralheira, algo como "Bretanha galega sempre!").

    Infelizmente, no hipotético caso de que o bretom se falasse na Galiza no século XV ou no XXI, o problema para esta língua nom seria o galego, pois os galegos somos igual de educados que os amigos catalães (vejam se nom Era Val d'Aran). O problema seria que acima de tudo prevaleceria o pensamento de En España, en español. E claro, ficaria atao (sempre) tudo bem atao.

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    525+1: O esqueleto do Marechal

    Um exclusivo de...
    Franco Vicetto
    Domingo, 01 de Novembro de 2009

    Nestas datas de Defuntos, nom podíamos deixar de ter umha lembrança para o nosso cabeçom favorito, o marechal Pedro Pardo de Cela, cuja sepultura descobrimos o ano passado em Mondonhedo, graças à inestimável colaboraçom do deám da Catedral, Enrique Cal Pardo, e a conservadora do museu catedralício, a marquesa Simonetta Dondi dall'Orologio. Para o 525+1 aniversário, que comemoraremos o vindouro 17 de dezembro, já estamos a preparar novas surpresas:


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    Escrito às 22:09 nas categorias: Franco Vicetto, Back to the Future

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