
“Desde los Reyes Católicos han comenzado los castellanos a cargarse pueblos, cuando el gallego no hay quien se lo cargue... ‘”¿Usted de dónde es?”, decían los castellanos, “Yo gallego...”. Y ¡zas! se lo cargaban”.
[Andrés do Barro, em Mundo Joven, 20 de Novembro de 1971. Via A Regueifa].
Em 22 de Dezembro de 1989 a Andrés do Barro tocava-lhe o gordo da Lotaria do Natal. Num dia igual ao de hoje, 20 anos atrás, deixava-nos Andrés do Barro.

“Desde los Reyes Católicos han comenzado los castellanos a cargarse pueblos, cuando el gallego no hay quien se lo cargue... ‘”¿Usted de dónde es?”, decían los castellanos, “Yo gallego...”. Y ¡zas! se lo cargaban”.
[Andrés do Barro, em Mundo Joven, 20 de Novembro de 1971. Via A Regueifa].
Em 22 de Dezembro de 1989 a Andrés do Barro tocava-lhe o gordo da Lotaria do Natal. Um dia como hoje, há 19 anos, deixava-nos Andrés do Barro.
Com licença de Dom Pero Pardo de Cela, Andrés Lapique do Barro (Ferrol, 1º de Outubro de 1947 - 22 de Dezembro de 1989) é um dos nossos maiores heróis. Como dizia a tristemente desaparecida VA-CA (Via Anti-Colonial Activa) no seu incendiário coMUUUUnicado #10, publicado precisamente logo após o incêndio da torre Windsor de Madrid, que agora resgatamos:
"Méritos tem de sobra. Foi o maior artista pop galego de todos os tempos. Foi um autêntico precursor da substituiçom simbólica que preconiza a nossa organizaçom. Segundo conta o seu amigo e letrista Xavier Alcalá, Andrés do Barro tinha um objectivo principal na sua vida: varrer do mapa da Galiza o Manolo Escobar"
Em homenagem a Andrés do Barro, 1º de Outubro foi declarado pola VA-CA Dia do Orgulho Neofalante.
De hoje num ano comemoraremos o vigésimo aniversário da morte de Andrés do Barro. E daquela, como hoje, como sempre, sentiremos saudade dele. Saudade de ti.
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