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Terça, 23 de Dezembro de 200817 de Dezembro de 2008 - O VídeoUmha exclusiva de...
seoique Seis dias após celebrado o acto (e cinco após a publicaçom aqui das fotos e a crônica do mesmo) procedemos à publicaçom do vídeo da concentraçom (cruel e poderosa) celebrada no passado 17 de Dezembro de 2008, 525º aniversário da decapitaçom do Marechal Pardo de Cela, na compostelana Praça do Obradoiro. As imagens foram cortesmente cedidas pol'A Vixía de Suviña. Obrigadíssimo, campiom!
Sexta, 19 de Dezembro de 2008Concurso: "Pardo de Cela politicamente correcto"Umha exclusiva de...
Franco Vicetto ![]() Após 525 anos da sua decapitaçom em Mondonhedo, Pardo de Cela continua a dar guerra, já nom entre galeguistas e espanholistas, senom entre os diferentes sectores de Galiza Nova. O detonante foi este artigo da secretária-geral, Íria Aboi, que define o marechal como «símbolo da fin da resistencia galega fronte o proxecto imperialista dos Reis Católicos». Esta visom do marechal é contestada neste outro artigo de Paulo C. López, do Espazo Socialista Galego, em que Pardo de Cela é visto como «un cabaleiro malfeitor, un tirano» para apresentar os irmandinhos como os autênticos precursores do nacionalismo, porque «adquiriron unha conciencia de clases explotadas para tratar de derrocar o poder oligárquico». Sem intençom nenhuma de nos meter em debates internos da organizaçom juvenil do BNG, nom podemos ficar calados ante esta azeda controvérsia, tam comum no rolho nacionata, do qual modestamente fazemos parte. A saco: apesar de que Pardo de Cela resistiu na Frouxeira como um campiom o assédio militar dos Reis Católicos, nom merece ser lembrado porque… «Aaaah! Era um senhor feudal, e portanto um cabronaço». Este argumento é utilizado polos mesmos que apresentam os irmandinhos como uns bolcheviques avant la lettre, apesar de que, na realidade, conformavam a incipiente burguesia (os «mestres» em palavras de Marx e Engels) que tinham a sua própria luita de classes contra os «oficiais», que mais tarde dariam lugar ao proletariado galego. Como alguém afirmou no nosso inquérito, Pardo de Cela seria um filho da puta, mas era o nosso filho da puta. Mas… como deveria ser para concitar a adessom unánime do nacionalismo? Eis algumhas hipóteses:
Envia a tua própria achega ao «Pardo de Cela politicamente correcto» nos comentários desta entrada. A melhor definiçom (isto é, a mais cruel e poderosa) receberá como prémio um magnífico balom de praia assinado polos membros de Sei o que nos figestes… nos últimos 525 anos.
Quarta, 17 de Dezembro de 2008Onde estás, cabeçom? Temos a resposta!Umha exclusiva de...
seoique ![]() Este banco está ocupado por um pai e por um filho. Hoje cumprem-se 525 anos do 17 de dezembro de 1483. Emulando a Lara Croft, a plataforma cidadá "Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos" quer comemorar a efeméride da decapitaçom de Pardo de Cela com uma grande exclussiva: a localizaçom da sepultura do marechal e o seu filho Pedro Miranda, executados naquele fatídico dia. A principal fonte documental sobre o túmulo de Pardo de Cela é a famosa Relaçom da Carta Executória, achada no paço de Taboi, no município de Outeiro de Rei, e escrita, quase com total segurança, por un membro da família dos Saavedras, cerca de 1515. Este texto, um dos poucos redigidos em galego cerrado durante os Séculos Obscuros, refere-se ao enterramento do marechal nos seguintes termos:
Para comprovar a veracidade da fonte, a nossa intrépida equipa de investigaçom dirigiu-se à catedral de Mondonhedo, onde se entrevistou com a marquesa Simonetta Dondi dall'Orologio, conservadora do museu catedralício, e Enrique Cal Pardo, deám da catedral: ![]() Enrique Cal Pardo e Simonetta Dondi dall'Orologio. Eis o espectacular depoimento de D. Enrique, em exclussiva para www.seioque.com: As peças do puzzle encaixam! A princípios do século XVII, um descendente do marechal Pardo de Cela, que era arcediago na catedral de Mondonhedo, decidiu ser sepultado no mesmo lugar em que estavam os ossos do seu antepassado (isto é, junto ao púlpito do Evangeo, como dizia a Relaçom da Carta Executória), deixando um quantioso legado para evitar que os esqueletos fossem removidos. Após séculos de esquecimento, o túmulo foi descoberto, com ocasiom dumas obras, na década de 60 do século passado, em que foi trasladado à sua actual localizaçom. ![]() A sepultura do marechal. A lápide, que reclama uma urgente restauraçom, pode visitar-se na nave lateral direita da catedral de Mondonhedo, justo defronte à porta da capela do Santissimo Sacramento, mais conhecida como capela da Virgem Inglesa. Normalmente, está tapada polo banco da primeira foto e carece de qualquer sinalizaçom. Uma boa metáfora de 525 anos de doma e castraçom. ![]()
Segunda, 15 de Dezembro de 2008Tertúlia cruel e poderosaUmha exclusiva de...
seoique ![]() A torta de Mondonhedo nom podia faltar na comemoraçom Quando faltam apenas 48 horas para que se cumpram 525 anos da decapitaçom do marechal Pero Pardo de Cela Aguiar e Ribadeneyra, publicamos as fotos da cruel e poderosa tertúlia de sábios que aconteceu a sexta-feira, 12 de dezembro, na cidade episcopal que, já agora, estava empapelada de cartazes de "Sei o que nos figestes... nos últimos 525 anos": O acto foi apresentado por Luis Gonçales Blasco "Foz", que leu um dos Contos do Valadouro, recolhidos por Xesús Pisón, Manuel Lourenzo e Isaac Ferreira, para salientar a importância do marechal Pardo de Cela na tradiçom popular. O historiador Uxio-Breogán Diéguez Cequiel referiu-se à recepçom da figura do marechal no galeguismo contemporâneo. A personagem histórica de Pardo de Cela foi analisada polo lingüista Antonio José Meilán e o medievalista Carlos-Andrés González, que achegou interessantes dados sobre as (boas) relaçons entre os irmandinhos e Pardo de Cela na época em que este era alcaide de Viveiro. A tertúlia finalizou com um animado debate sobre a misteriosa figura de Fonsa Eanes, que a tradiçom popular apresenta como querida do marechal. A historiografia mais autorizada, porém, indica-nos que a tal Fonsa era na realidade um Fonso (ou Afonso). Esta revelaçom deu pé a uns interessantes mexericos sobre a homossexualidade na Idade Média. Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) & Franco Vicetto
Sexta, 12 de Dezembro de 2008Vemo-nos HOJE em Mondonhedo!Umha exclusiva de...
seoique Quatro sábios tertulianos (de esquerda a direita e de riba a baixo): Uxio-Breogán Diéguez, Carlos-Andrés González Paz, Antonio José Meilán García e Luís Gonçales Blasco "Foz".
Num fatídico 17 de Dezembro de 1483 o Marechal Pardo de Cela era decapitado, "por cruel e poderoso", na Praça Maior de Mondonhedo. Na vindoura quarta-feira comemoraremos, portanto, o 525º aniversário do que para, muitas/os galegas/os, simboliza o início da nossa Doma e Castraçom. A cinco dias de tamanha efeméride Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos compraze-se em convidar-vos a todos e todas à tertúlia de sábios que, sob o título Onde Estás, Cabeçom? (525 anos sem Pardo de Cela), terá lugar hoje, sexta-feira 12 de Dezembro, às 19h00/20h00 (horas galega e pequeno-imperial, respectivamente) na Casa da Juventude de Mondonhedo. Falarám:
Agradecemos igualmente a sua colaboraçom a Prudencio Viveiro Mogo (historiador do Conselho da Cultura Galega), que finalmente nom vai poder estar connosco por problemas de última hora. Onde vai ser a movida? Vemo-nos em Mondonhedo!!! Viva Galiza ceive, cruel e poderosa!!!
Quarta, 10 de Dezembro de 2008Patrícia Conde: "Vamos a liarla 'parda'!"Umha exclusiva de...
Jenaro Jesus Marinhas [Para assistir a decapitaçom de Patrícia Conde, Condesa de Requete, premir aqui]
Em declarações exclusivas a Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos Patrícia Conde, Condesa de Requete e popular apresentadora do programa Sé Lo Que Hicísteis..., de LaSexta, confirmou a sua assitência à tertúlia de sábios que sob o título de Onde estás, Cabeçom? (525 anos sem Pardo de Cela) terá lugar depois de amanhã, sexta-feira 12 de Dezembro, às 19h00/20h00 (horas galega e pequeno-imperial, respectivamente), na Casa da Juventude de Mondonhedo. A cinco dias do 525º aniversário da decapitaçom do Marechal Pardo de Cela (executada na Praça Maior mindoniense em 17 de Dezembro de 1483) Patrícia Conde marcará presença na que até 1833 foi capital dumha das sete províncias do antigo Reino da Galiza. "Com o coraçom na mao e a cabeça em baixo do braço podo prometer e prometo que lá estarei" dixo aos nossos microfones a explosiva loura acrescentando "nobreza obriga" e ainda umha enigmática frase: "Vamos a liarla 'parda'!"
Sexta, 05 de Dezembro de 2008Tertúlia de sábios em MondonhedoUmha exclusiva de...
seoique Baixa o cartaz em pdf, imprime e espalha a notícia!
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