No passado domingo, 8 de fevereiro, Domingo Oleiro, con superior permiso de la autoridad e sem que o tempo o impedisse, celebrou-se em Santiago de Compostela umha simpática manifestaçom sob o lema Galicia es Bilingüe. Quiero libertad para elegir.
A dita manifestaçom era apoiada "inequivocamente" polo movimento ridiculista galego (Tan Gallego Como el Gazpacho, Mesa Contra el Libertinaje Lingüístico, UPeyDeyros, As Mil Filh@s de Pita, Sei O Que Nos Figestes...), que durante as semanas prévias estivo a preparar-se para tam especial ocassiom.
Porém, as/os ridiculistas galegas/os fomos impedidos de participar na mesma (como era o nosso ardente desejo e o nosso direito constitucional) polas forças de ocupaçom (leia-se "emprego") ao mando do Sr. Manuel Ameijeiras, a.k.a. "Macário", Delegado do Governo pequeno-imperial na Galiza.
Por ser a reencarnaçom de Fernando de Acuña, de García López de Chinchilla ou de ambos, por criminalizar o movimento ridiculista galego (radicalmente pacífico, pacifista e nom-violento), por nom saber o que vale uma vaca, por herege (o Entruido é sagrado), por confundir o cortejo ridiculista (Bilingüismo, Mr Marshall!) com uma vulgar contra-manifestaçom (ilegal) conculcando o nosso direito de manifestaçom e a nossa liberdade de expressom, por meter todo o mundo no mesmo saco, por abussom, pola brutalidade com a que se empregaram os seus sequazes, polas identificações arbitrárias, a lo venganza, quando já tudo tinha terminado...
Por isso, da plataforma cidadá Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos exigimos: Macário, DEMISSOM!!!

Como estava a praça??? Que como estava a praça trasantontem domingo, 8 de fevereiro, Domingo Olé-y-ro??? Enfim, melhor que no-lo conte o Dúo Sacapuntas que tem mais piada [assistir vídeo]:
El Purga: Lintenna, ¿como estaba la plasa?
El Lintenna: ¿La plasa? ¡Abarrotá de hente! ¡Como estaba la plasa, Dios mío! ¡A tope de hente! ¡Como estaba! Bueno (...) ¡Habría 500 personas!
E.P.: Má, má, má, má, má...
E.L.: ¡Lo menos, 700 personas!
E.P.: Má, má, má, má, má...
E.L.: ¡Lo menos, 1.200 personas!
E.P.: Má, má, má, má, Lintenna...
E.L.: ¡Que má ni má, ni má! (...)
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