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Segunda, 08 de Fevereiro de 2010

8-F: o nunca visto
Umha exclusiva de...
seoique

8-F: o nunca visto (6'49'').

J.J.M. | Compostela. Sabedes o que figemos tal dia como hoje, 8 de fevereiro, hoje há um ano. 8 de fevereiro do ano passado foi Domingo Oleiro, 8-F, Sunday Pottery Sunday.

Neste ano o Domingo Oleiro adiantou-se umha semana a respeito do ano passado. Ontem nom, que foi Domingo Corredoiro, o Domingo Oleiro já foi o anterior domingo, 31 de janeiro.

E de Sei O Que Nos Figestes... Nos últimos 525 Anos quigemos comemorá-lo (e bebemorá-lo) cumha festa ridiculista que começou já na véspera (às nove horas do sábado-30-noite na Casa das Crechas) e que foi avante até as quatro e meia da manhã (horas pequeno-imperiais) do domingo 31 de janeiro, Domingo Oleiro.

E, polos vistos, nom fomos nós os únicos a comemorar à moda ridiculista o Domingo Oleiro. Segudo informa Aguilhoar (Centro Social da Límia) no seu site dúzias de limiaos ridiculiza[ra]m à Garda Civil no Oleiro.

Mas é só hoje, 8 de fevereiro de 2010, que comemoramos (embora nom bebemoremos por estarmos de serviço) o primeiro aniversário do 8-F, que foi um Dia de Glória para nós mas que também nos trouxo consequências (Castighados por palhaços 1 e 2, Toureiro e picoleto, solidariedade!, 'Contramanifestaçom ridiculista', 'contradictio in terminis', Toureiro e Picoleto: Venceremos nós!, Toureiro 'indultao').

E queremos comemorá-lo dando a conhecer umhas imagens do 8-F que tinham permanecido inéditas até esta data. Todo o mundo pudo ver (GzVídeos, A Nossa Terra Diário, LaSexta...) o que aconteceu na Alameda de Compostela e, horas mais tarde, na Rua General Pardinhas (VídeOQuê). Mas só quem estivo alí sabe o que se passou entre um e outro momento.

Depois de dar a murga durante horas na Alameda o bloco ridiculista Bilingüismo Mr. Marshall encaminhou os seus passos para a estátua de "Rosa Díaz", aliás, Rosalia, no Passeio da Ferradura. Depois de celebrarem umha Missa de Campanha (e sem vinho de missa) na honra da que um ano depois é a política melhor valorizada do Império Pequeno e perante a impossibilidade de irem tomar um "vinho espanhol" ao "Franco" (pois a Zona Velha estava tomada por polis & cacos) @s ridiculistas decidiram ir tomá-lo à "Plaza de José Antonio", na Zona Nova de Santiago (y cierra España).

Graças à Gennara del Bruzzo e à 3A, que os imortalizarom com as suas vídeo-câmaras, podemos um ano depois desfrutar duns delirantes momentos que, com todo o merecimento, passarám aos anais da história do ridiculismo e do subversivo-esmorgueirismo em geral.


Actualizado: TER, 09-FEV-10 (09h30, hora portugalega = GMT)

Devido a umha falha ténica na primeira ediçom do vídeo intitulado 8-F: o nunca visto, publicada ontem, nom incluímos as imagens gravadas polo nosso grande amigo, colaborador ocasional e comentarista habitual Vixía . Para, como faria Dom Quixote, “endireitar os tortos e desfazer agravos e sem-razões” publicamos hoje umha segunda ediçom do mesmo (revista e ampliada) que, ademais das gravadas pola Gennara del Bruzzo e a 3A, inclui as exclusivas imagens gravadas pol'A Vixía de Suviña:

8-F: o nunca visto (ediçom revista e ampliada)(8'49'').


Escrito às 10:33 nas castegorias: Jenaro Jesus Marinhas, O ecrám barato, Gennara del Bruzzo
Email , 505 palavras • Chuza!

Quinta, 12 de Novembro de 2009

'Contramanifestaçom ridiculista', 'contradictio in terminis'
Umha exclusiva de...
Jenaro Jesus Marinhas

Xornal de Galicia, DOM, 08-NOV-09, contra-capa (recorte).

No passado domingo, 8 de novembro de 2009, o Xornal de Galícia publicava na sua contra-capa umha notícia, intitulada Nove meses de “Bilingüismo Míster Marshall”, em que a jornalista Cris Moss (outro para ti, preciosa!) se fazia eco das denúncias recebidas por um toureiro e um guarda civil ridiculistas na sequência dos acontecimentos do 8-F.

Na foto de Tamara de la Fuente que ilustrava a notícia apareciam o picoleto, de frente, e um spaniard, de costas viradas, que eram erroneamente qualificados de “Contramanifestantes” no pé da imagem.

Nom duvidamos das boas intenções d@s noss@s amig@s do Xornal, como tampouco duvidamos das dos noss@s amig@s de GzVídeos que no próprio 8-F nos colocaram o rótulo (“Contramanifestaçom ridiculista”, 00:48-00:53) na vídeo-crônica de emergência que publicaram poucas horas depois de produzidos os fatos.

Mas visto que este é um erro que se repite com certa frequência (e no que até @s nossos super-amig@s caem), ainda que a nós nos pareça que está mais que explicado (em Bilingüismo, Mr. Marshall! (O Cartaz) e 'Macário' demissom!!!, por exemplo), se é necessário voltamos a explicá-lo umha vez mais.

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Escrito às 00:00:00 nas castegorias: Se estám passando, Jenaro Jesus Marinhas
Correio-e , 1747 palavras • Chuza!

Domingo, 29 de Março de 2009

Com a NaSA na rua
Umha exclusiva de...
Jenaro Jesus Marinhas

Fotos: 3A

Anteontem, sexta-feira 27 de Março (Dia Mundial do Teatro), às 18h30 (hora pequeno-imperial, menos umha hora na Galiza), a compotelana Sala Nasa convocou um ato ridiculista em favor da liberdade de expressom e em contra das falsas acusações contra ela vertidas polo porta-voz municipal do Partido Popular Gerardo Conde Roa.

Várias/os colaboradoras/es de Sei O Que Nos Figestes... (Franco Vicetto, Gennara del Bruzzo, Hermerico Pinheira, Jenaro Jesus Marinhas, Manuel Morrinha e Maria Parrulinho) e mil ghaiteiras/os mais marcamos presença no Obradoiro para botarmos umhas risadas e darmos o nosso apoio a estes rapazes e raparigas que estám a começar ;)

Paco Rodríguez (o fotógrafo de La Coz) e M. Beceiro deixarom-se ver por alí. 3A, máquina fotográfica em riste, e GzVídeos também.

Escrito às 13:56:03 nas castegorias: Jenaro Jesus Marinhas, O ecrám barato
Correio-e , 137 palavras • Chuza!

Quinta, 26 de Março de 2009

Sala Nasa convoca 'acto ridiculista' na defesa da liberdade de expressom
Umha exclusiva de...
Jenaro Jesus Marinhas

"Assim é como alguns querem que nos vejas"
[Fazer click em cima para alargar]

"Assim é como somos na realidade"
[Fazer click em cima para alargar]

Como todos e todas lembraredes a finais do ano passado (com motivo da celebraçom nas suas instalações da II Festa pola Liberdade organizada pola Plataforma Cidadá Que Voltem a Casa) a compostelana Sala Nasa foi vítima dum terrorífico ataque pola parte do líder do PP compostelano Gerardo Conde Roa (seré tu alcalde vampiro, vampiro, Popular, Popular mi Partido...).

Dous meses mais tarde, na sequência dos incidentes do Domingo 8 de Fevereiro (Sunday, Pottery Sunday), Conde Roa voltou à carga contra a sala compostelana. E nom só. Desta volta o chefe da oposiçom municipal fijo extensivos os seus ataques à Associaçom de Vizinh@s As Marias e aos Centros Sociais Henriqueta Outeiro e O Pichel, locais sem licença (nem que seja de tablao!) onde segundo ele "los batasunos gallegos" se reuniriam para organizarem a "kale borroka".

Acções legais
No passado 14 de Fevereiro, por meio dumha notinha de imprensa (e ponto), A Gentalha do Pichel anunciou que iniciaria as "acçons civis e penais" que procedessem "se nos próximos dias nom houver rectificaçom pública das difamaçons lançadas". No dia 11 do mês corrente, por meio dum comunicado do seu advogado Evaristo Nogueira, a Sala Nasa também anunciou ações legais contra Conde Roa e o PP por "vincular el funcionamiento del local con grupos terroristas y actos de violencia callejera".

Mas a Sala Nasa e o grupo Chévere (pioneiros no uso do ridiculismo -avant la lettre- como estratégia de combate contra colonialismo cultural na Galiza) nom podiam conformar-se com deixar o assunto nas maos da justiça pequeno-imperial e ficarem de braços cruzados à espera de que esta resolvesse, nom.

Acçom ridiculista
Através dum comunicado que recebemos na passada terça-feira a comandância da Nasa convocou-nos às amigas e aos amigos da Sala para "um ato ridiculista na defesa da liberdade de expressom" a celebrar na tarde de amanhã, sexta-feira 27 de Março de 2009, no Obradoiro, "coincidindo com o Dia Mundial do Teatro" (para um ato de enaltecimento do terrorismo em comemoraçom do 7º aniversário do massacre de Netanya, dirám as más línguas como a do ínclito Conde Roa).

O ato (em dous atos) consistirá em deixar-se fazer dous retr-atos, o primeiro com a cara coberta por umha balaclava ou passa-montanhas (tal e qual Conde Roa e os seus sequazes querem que a sociedade nos veja) e o segundo a cara descoberta (tal e qual na realidade somos), com nome, apelidos e ocupaçom profissional.

Segundo a comandância da Sala Nasa di no dito comunicado "as duas fotos serám autografadas e enviadas às pessoas que nos acusarom de apologia do terrorismo e de planificar e executar atos de violência urbana, entre outras cousas, para que saibam quem somos e para que vejam que nom temos nada que ocultar".

VEMO-NOS AMANHÃ À TARDE NO OBRADOIRO!!!

LEMBRADE:
Sexta-feira, 27 de Março de 2009
[Dia Mundial do Teatro]
18h30
[hora pequeno-imperial, menos umha hora na Galiza]
Praça do Obradoiro
[Compostela]
Escrito às 10:32:48 nas castegorias: Jenaro Jesus Marinhas, Sei o que ides fazer
Correio-e , 533 palavras • Chuza!

Quarta, 04 de Março de 2009

Como nasceu a "Canción de la Falange"
Umha exclusiva de...
Arthur Pondal Doylhe

Documento histórico do Auto-ridiculismo

Sem lugar a dúvidas a concentração em Compostela de Galicia Bilingue marcava um fito na história das concentrações da direita espanhola na Galiza, agora validada nas urnas e celebrada nas cavernas.

Veremos que mais traz o vento e entanto aguardamos pelos gaiteiros imos com um bocadinho de memória musical para nos ir ajeitando a estética que se nos anuncia.

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Escrito às 11:15 nas castegorias: Back to the Future, Arthur Pondal Doylhe
Email , 1863 palavras • Chuza!

Quinta, 12 de Fevereiro de 2009

'Macário' Demissom!!!
Umha exclusiva de...
seoique

[O cartaz podes alargá-lo com um simples click]

No passado domingo, 8 de fevereiro, Domingo Oleiro, con superior permiso de la autoridad e sem que o tempo o impedisse, celebrou-se em Santiago de Compostela umha simpática manifestaçom sob o lema Galicia es Bilingüe. Quiero libertad para elegir.

A dita manifestaçom era apoiada "inequivocamente" polo movimento ridiculista galego (Tan Gallego Como el Gazpacho, Mesa Contra el Libertinaje Lingüístico, UPeyDeyros, As Mil Filh@s de Pita, Sei O Que Nos Figestes...), que durante as semanas prévias estivo a preparar-se para tam especial ocassiom.

Porém, as/os ridiculistas galegas/os fomos impedidos de participar na mesma (como era o nosso ardente desejo e o nosso direito constitucional) polas forças de ocupaçom (leia-se "emprego") ao mando do Sr. Manuel Ameijeiras, a.k.a. "Macário", Delegado do Governo pequeno-imperial na Galiza.

Por ser a reencarnaçom de Fernando de Acuña, de García López de Chinchilla ou de ambos, por criminalizar o movimento ridiculista galego (radicalmente pacífico, pacifista e nom-violento), por nom saber o que vale uma vaca, por herege (o Entruido é sagrado), por confundir o cortejo ridiculista (Bilingüismo, Mr Marshall!) com uma vulgar contra-manifestaçom (ilegal) conculcando o nosso direito de manifestaçom e a nossa liberdade de expressom, por meter todo o mundo no mesmo saco, por abussom, pola brutalidade com a que se empregaram os seus sequazes, polas identificações arbitrárias, a lo venganza, quando já tudo tinha terminado...

Por isso, da plataforma cidadá Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos exigimos: Macário, DEMISSOM!!!

Escrito às 12:05 nas castegorias: Se estám passando
Email , 269 palavras • Chuza!

Quarta, 11 de Fevereiro de 2009

Domingo 8-F: "¿¿¿Cómo estaba la plasa???"
Umha exclusiva de...
Jenaro Jesus Marinhas

Como estava a praça??? Que como estava a praça trasantontem domingo, 8 de fevereiro, Domingo Olé-y-ro??? Enfim, melhor que no-lo conte o Dúo Sacapuntas que tem mais piada [assistir vídeo]:

El Purga: Lintenna, ¿como estaba la plasa?
El Lintenna: ¿La plasa? ¡Abarrotá de hente! ¡Como estaba la plasa, Dios mío! ¡A tope de hente! ¡Como estaba! Bueno (...) ¡Habría 500 personas!
E.P.: Má, má, má, má, má...
E.L.: ¡Lo menos, 700 personas!
E.P.: Má, má, má, má, má...
E.L.: ¡Lo menos, 1.200 personas!
E.P.: Má, má, má, má, Lintenna...
E.L.: ¡Que má ni má, ni má! (...)

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Escrito às 12:01:22 nas castegorias: Se estám passando, Jenaro Jesus Marinhas
Correio-e , 287 palavras • Chuza!

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Começámos?

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