Foi num dia igual a hoje, hoje há dous anos. Era 8 de fevereiro mas nom era terça-feira, como hoje. Era domingo, Domingo Oleiro, Sunday Pottery Sunday.
No ano passado, num dia igual a hoje (embora nom fosse domingo nem terça senom segunda-feira) comemorávamos o 1º aniversário do 8-F publicando 8-F: o nunca visto, um vídeo que, como o seu próprio título indicava, continha imagens inéditas do 8-F:
[...] hoje, 8 de fevereiro de 2010, [...] comemoramos (embora nom bebemoremos por estarmos de serviço) o primeiro aniversário do 8-F, que foi um Dia de Glória para nós mas que também nos trouxo consequências (Castighados por palhaços 1 e 2, Toureiro e picoleto, solidariedade!, 'Contramanifestaçom ridiculista', 'contradictio in terminis', Toureiro e Picoleto: Venceremos nós!, Toureiro 'indultao').
E queremos comemorá-lo dando a conhecer umhas imagens do 8-F que tinham permanecido inéditas até esta data. Todo o mundo pudo ver (GzVídeos, A Nossa Terra Diário, LaSexta...) o que aconteceu na Alameda de Compostela e, horas mais tarde, na Rua General Pardinhas (VídeOQuê). Mas só quem estivo alí sabe o que se passou entre um e outro momento.
Mas com aquela compilaçom de imagens inéditas nom se esgotava o filom do Sunday Pottery Sunday, nom. Ainda havia (e há) mais!
Hoje, com motivo do segundo aniversário do 8-F, publicamos 8-F: o nunca visto (antes), vídeo que (como o advérbio de tempo, entre parênteses, do seu título sugere) pode ser considerado umha prequela dos vídeos Rua General Pardinhas, 8-F e 8-F: o nunca visto (sequelas, por sua parte, de Sunday Pottery Sunday: The Movie).
Todas as imagens contidas em8-F: o nunca visto (antes) foram gravadas pola 3A, intrépida reporteira que ficou ao pé da Canon na Alameda de Santiago quando os focos e as câmaras dos meios de comunicaçom se tinham apagado já. O nosso eterno agradecimento a ela, hoje igual que no ano passado.
Finalmente a nossa Associação favorita e defensora da "libertaz" linguística na Galiza compreende que contra os poderes escuros de A. N. Feijó e a imposição que prepara o Conselheiro de Indecência A. Rueda não há mais caminho que o ridiculismo.
Por uma fonte amiga e especialmente por uma otra (que o segredo profissional nos condiciona a não descobrir mas à que enviamos um carinhoso saúdo) apresentamos para regalo do nosso público leitor esta fenomenal e contundente ação/documento ridiculista do coletivo Gabi, perpetrado com uma retranca desafiadora e uma barroca orquestração em castelhano da Galiza capaz de deixar o mais tolerante castelhano ao borde da apoplexia e sumido na mais absoluta perplexidade.
A informação do panfleto é absolutamente, pela técnica, o aproveitamento das ferramentas de software livre e a informação ceiva na web e ainda na web 2.0 como pelo conteúdo, ridiculista; e hilariante a expressão das ações narradas, personagens, situações e sites, descritos com minúcia contável de caricaturistas extremados no esperpento.
Portanto devíamos (e é o nosso dever ainda a inveja de não sermos nós os autores deste ágil passo) reconhecer este giro artístico e publicar tal qual, protestando carinhosamente (com uma vágua) pelo plágio de estilo destes discípulos pródigos.
Emocionados com este surpreendente aderirem o movimento ridiculista apenas podemos criticar a excessiva moralização pedagógica do conjunto e essa insistência cansativa em cenas truculentas com cativos de fundo que por vezes raia o mal gosto e mesmo o sadismo. Recomendamos, para a próxima entrega do coletivo a respeito dos professores de religião e a doutrina Mento da Seita católica, cuidarem mais a objetividade narrativa não carregando a mão - como aconselhava Cervantes - tanto em cores, folhões, feiticeiros, e gigantes para espanto do auditório, que sempre tem mais efeito no curioso leitor um realismo discreto para narrarmos as invenções, e mais sendo o leitor galego.
Em quanto a doutrina Mento, nós dizemos com o popular:
Senhor cura, senhor cura
a doutrina não lha sei
mande-me uma cantiguinha
que eu lha repenicarei...
Lamentando apenas só nos poder exprimir em Galego cerrado e não chegar deste jeito ao grande público que eles atingem com o seu domínio do castelhano de Galiza, sem mais, deixamos-vos com a cobra e a doutrina "Miento":
"Galicia bilingue" adere ridiculismo!!
Podeis descarregar o pdf "A Doctrina Miento de la Enseñanza en Galicia" (30 MB!!)
No passado sábado uma delegaçom de Seioque deslocou-se a Caldas de Reis para assistir os concertos do festival Cultura Quente, especialmente motivados para ver os nossos admirados Tony Lomba e Elio dos Santos (akka Los tres sudamaricones).
Sabíamos que a actuaçom seria magnífica, mas nom esperávamos que alguns exaltados 'dos nossos' nom conseguissem entender a ironia e o espírito ridiculista destes artistaços, provocando umha resposta de Tony Lomba que deverá passar à história.
Seja como for, e fruto desta excursom festiva, orgulhamo-nos de oferecer a seguir e em exclusivo o vídeo da interpretaçom do super-hit ridiculista Bandera Bandera.
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