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    Terça, 26 de Maio de 2009

    Finalmente o dicionário...

    Aconchegado na morneza mole de um cadeirão do Reform Club e a indicação do sócio Ano Rosso Quintana os meus olhos pousam delongadamente na entrevista a X. R. Barreiro que Paula Obelleiro nos oferece em O'El PAIS.

    Resposta:

    Velhos amadores da questão linguística do nosso país não podemos senão pasmar-nos ante certas -e "sintomáticas" adverte Rosso- apreciações:

    P. Por que a Real Academia Galega aínda non editou un dicionario cos últimos cambios da normativa?
    R. Está na imprenta en Madrid e sairá en setembro. Facer un dicionario é complicado, leva moito tempo. E nesta edición inclúese un dicionario fonético do galego.

    P. Poderáse consultar en Internet?
    R. A dixitalización ten que facerse, pero aí chocan intereses. Se se dixitaliza non se vende. As empresas editoras pedíronnos agardar. Non temos orzamento para facelo e temos que defender os dereitos dos editores e dos libreiros. Pero a dixitalización do dicionario virá case de seguida.

    P. Están previstos máis cambios normativos?
    R. Non. Os que non queren falar galego ampáranse en afirmar que hai tanto cambio normativo que xa non se sabe o galego que falamos. É unha parvada. O último cambio normativo veu dado pola guerra que había nas escolas. Non se podía consentir que houbese tres normativas: a oficial, outra paraoficial e unha terceira lusista. Iso creaba uns problemas tremendos. Houbo que chegar a unha concordia a través do consenso de todas as forzas. Estamos ante unha cousa moi consensuada que tiña como un obxectivo chegar a unha normativa oficial única, e asi foi, para ter paz lingüística. Conseguido ese obxectivo, a sociedade pode estar tranquila: a Real Academia non prevé, nin a corto nen a mediano prazo, un novo cambio da normativa.

    O Dicionário, pensamos, por fim, o Dicionário. E com fonética... consenso, paz...sem mais mexer na norma... homérico... uma bágua sentimental escoa dos nossos olhos.

    Desde 2003... Não foi sem tempo, dirão os críticos, mas foi.

    Agora: nada de internet?... Mas claro, a defensa dos interesses editoriais e dos livreiros... Compreendemos, sem recursos, dinheiros nem apoio da Xunta pouco é que se pode fazer.

    Mas um parágrafo se nos atravessa na gorja como se viéssemos de trasfegar um copo de metílico e nos aboura retumbante:

    Está na imprenta en Madrid e sairá en setembro.

    em Madrid, em Madrid?, em Madrid!?

    Vem-nos a mente num flash o sentidinho da Operação Lâncara à que aludira o agente Brétemas.

    Sem perder um minuto desligamos o telefone e contatamos com a nossa co-irmã, em Madrid, uma moça de Riva d'Avia, que namora com um moço que trabalha no restaurante da Casa de Galicia de Madrid que tem um cunhado que trabalha numa das mais importantes editoras madrilenhas...

    Fruto destas gestões (lembrem que o ouvido galego estende-se até a Casa Branca) podemos dar como exclusiva a maqueta provisória da capa e a Advertência do Dicionário:

    ADVERTENCIA


    A presente edición do Dicionario estaba en vésperas de saír à venda cando as hordas revolucionarias, que, ao servizo de poderes exóticos, pretendían sumir a Galicia para sempre na ruína e na abxeción, se enfrontaron en 2005 co prestixioso Partido Popular.

    Perseguidas con diabólica saña baixo a tiranía marxista e nacionalista cantas institucións encarnaban o verdadeiro espírito do noso pobo, non se podía agardar que a vesania dos usurpadores do poder respectar a vida da Academia. Preguntada e despois ignorada cando se negou a aceitar nos seus ditames as chantaxes gobernamentais. Mais en silencio a douta corporación traballaba sem descanso e agardaba pola alborada da Reconquista, entrementres a casa solarenga da Corporación, o seu patrimonio e as súas publicacións quedaran secuestradas na capital da nación ata o felicísimo día da súa liberación total.

    A casa editora que tiña en deposito as publicacións da Academia viuse na obriga de por en circulación un curto número de exemplares do Atlas sociolingüístico (que estaban nas librarías desde Xaneiro de 2009) o que provocou um sen número de acedas críticas contra a Institución; pero hoxe ao tempo que recobra, con sentido, forza e idea de consenso, protagonismo e con íntima satisfacción o uso dos seus emblemas tradicionais e o seu título secular de REAL ACADEMIA GALLEGA, quere que a nova edición do seu Dicionario se difunda xa polo mundo co selo da nova España Imperial. Por iso trocouse o primeiro prego da obra e púxose como data a do Glorioso Ano da Vitoria, 2009.

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    Escrito às 17:25 nas categorias: Se estám passando

    3 comentários

    Comentário de: Isabel [Visitante]
    *****

    É demasiada honra para eles, Sr. Pondal, isso de outorgar-lhes o "ano da vitória" a esses trapaças da RAG, e mais este ano, que é o ano em que a Academia GaLega acaba de ser reconhecida oficialmente como interlocutora da Galiza em Portugal.

    O seu projeto isolacionista não vai a nenhures e agora todo o mundo o sabe. Selado e rubricado. "e non vai"

    Quarta, 27 de Maio de 2009 @ 13:17
    Comentário de: Lume [Visitante] · http://lume.tumblr.com/

    RAG, que nojo!!

    Além do isolacionismo que se lhe presupom, o problema é o pepismo, papanatismo, desleixismo, espanholismo... and so on.

    Quarta, 27 de Maio de 2009 @ 17:22
    Comentário de: Ano Rosso Quintana [Visitante]
    *****

    Obrigado pela referéncia. Nom era preciso, outros figerom o trabalho duro!
    Quinta, 28 de Maio de 2009 @ 12:08

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