Esquivar una multa en Cataluña y Galicia resulta relativamente sencillo, sobre todo si el motivo de la sanción es un mal estacionamiento. Sólo hay que comprobar si la señal de tráfico de prohibido aparcar, zona azul o cualquier otra está escrita exclusivamente en catalán. Si es así (cosa que ocurre en el 100% de los casos), la batalla está ganada.
Chegou à nossa redacçom referências de um correio electrónico que circula desde há um tempo em diferentes círculos. Os nossos informantes afirmam que nas últimas semanas é especialmente popular nas roldas de correio de funcionários públicos da Xunta de Galicia. A mensagem viral chama a recorrer as multas de trânsito nas comunidades “bilingües” argumentando que os sinais redigidos em vernáculo som um incumprimento da norma viária estatal, que estabelece que o castelhano é a língua obrigada.
O “truque” nom é novo, há tempo que aparece em diferentes paginas de fãs do motor – e de obviarem na medida do possível as consequências económicas de infringir as normas de circulaçom- e o passado ano o jornal decano da imprensa espanholista adicava umhas linhas ao tema, e que começavam como só o ABC sabe:
Hay quien desayuna con el periódico, otros prefieren ojear una revista, y Jofre, un excentrico barcelonés, tiene la costumbre de tomarse el café con leche repasando las normas de circulación.
Sendo um tema de libertá-libertá[paletosaldeanos]-libertá os nossos queridos amigos do ouriço cacho falaram do tema nesse templo do humor que é o seu foro. Polo que podem ler o tema está mui presente na rede. Porém surpreende a ausência de referências do primeiro valente que alçou a voz em público contra essa tolemia de escrever as cousas na língua do lugar onde se está. Desde Sei o que Nos Figestes... nos últimos 525 anos reclamamos a quase esquecida figura do Corunhês Apátrida. Homem íntegro e empático com o próximo e que se preocupava nas ondas de rádio pola integridade vital dos turistas madrilenhos que nom entenderam os avisos sobre “xelo na estrada”. A cívica intervençom desse patrício da estradas demonstra que na Galiza sempre tivemos gente com “acusado sentido de la libertad”, como diria Miss Lago.
Cumprimentada a nossa obriga moral com esse pai fundador do protesto pilingui, temos que falar claramente do tema da sinalizaçom do trânsito em galego/catalam/euscara como escusa “infalível” para esquivar as multas. Poderíamos abduzir, como tantas vezes, que todos os europeus alfabetizados -condiçom esta necessária para obtermos a licença- tenhem umha capacidade mínima para ler e perceber um mínimo de informaçom em todas as línguas romances, e até em inglês. Também poderíamos indicar que o simbolismo, os ícones -e iconas- de trânsito tanto em estrada como em cidade som quase-universais, tanto que até em Euskal Herria ou no Japom ninguém teria um mínimo de problemas para saber onde estacionar -e onde nom- e como chegar até o cemitério ou o hospital. Que desde a Revoluçom Francesa o formato de indicaçom das horas, em números hindi-árabes em módulos de 24 ou 12 -no mundo anglosaxom- está mais que estendido... poderíamos em fim dar muitos argumentos para derrubar o argumentário trapalheiro que procura escapulir das obrigas monetárias, ou simplesmente protestar por amolar. Mas nom imos fazer nada disso, aliás queremos encorajar que continuem com essa campanha.
Sim. Reclamem todas as multas por sinais em galego. Mas se fam favor, sobretodo para os amantes da liberdade, nom fiquem lá. Continuem polo percurso lógico evidente: neguem-se a obedecer as indicaçons que nom estejam en-la-lengua-que-nos-une-a-todos. Lembrem que noutras naçons hispanohablantes os carros som parados por um vermelho e claro PARE, como no também bilingüe Puerto Rico -exemplo da convivência entre línguas em paz, na linha Feijóo-, e nom por um impositor STOP. Se cuidam que é umha medida mui exagerada e radical, lembrem que os seus antecessores e fundadores já o praticaram. Dignifiquem a sua memória. Com todo, sabemos que a militância lingüística é dura – a militância em castelhano, claro está, nom em galego que todos sabemos que nos pagam por falar – e o melhor e começar polas pequenas cousas, com pequenos passos, aliás com um passo adiante e decidido, ignorando as mensagens nos passos de peons de muitas cidades que indicam: “Miren á esquerda antes de cruzaren”.
Obrigado.

, deveriamos exigir umha mensagem em ga-Lago, ou melhor, em "cerrao", que diga algo assim com "OLLO Á PASSAGEM DE PEÓNS, MILITÂNCIA LINGUÍSTICA LIVRE", assim, no caso de que por acidente atropelemos alguem, sempre poderemos recorrer ao "truque"
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