
É bem sabida a teima do presidente votado com o carro do presidente botado. Após insistir e insistir com o Audi blindado do Touriño, que custava mais do que o do Obama (nem que Touriño tivesse um air force one!), na manhá de ressaca pós-eleitoral Alberto Núñez Frijol voltou a repetir que venderia o Audi e compraria um Citroën, para apoiar a indústria franco-viguesa, que tam maus momentos está a atravessar.
O conto é que na planta olívica só se fabricam dous modelos: O Picasso e o Berlingo, e nom o austero C6 que usa Sarco I de França, e que se fabrica no outro extremo do Caminho Francês. Se Frijol quer cumprir a súa promessa de usar um carro viguês, deve escolher: Fregoneta ou Manolovolumen.
Nom sabemos com quê gadgets contará o batmóvel do superagente 009 Frijol, mas daquí aplaudimos o seu gesto. Depois do Papamóvel, chega a Feijoneta! Bem-vindo ao ridiculismo!


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