
No passado 18 de outubro Pachi Vázquez, secretário geral do PSdeG-PSOE, participou na manifestaçom convocada pola plataforma Queremos Galego. Naquele dia, em declarações aos meios de comunicaçom, manifestou:
“Feijóo supón o maior perigo que ten o galego neste momento”, ademais de laiarse “de que o presidente sexa o maior inimigo público do noso principal sinal de identidade”, algo que, di, “non se deu nunca na historia de Galicia”.
Embora, a julgar por como o maltrata, pudera parecer que o que fora conselheiro de meio ambiente e desenvolvimento sustentável do governo bipartido tampouco lhe quer muito bem ao Galego, valorizamos muito positivamente o fato de que se tenha manifestado assim contra os planos de aniquilaçom linguística de Alberto Núñez Feijóo, inimigo público Nº 1 da nossa língua.
Nove dias depois Pachi Vázquez, completamente metido no papel de Melvin Purvis (advogado e agente do FBI interpretado no filme Inimigos Públicos polo ator galês Christian Bale) voltou a qualificar Feijóo de "inimigo público número um", desta volta em referência às políticas "sociales" [sic]:
Para o PSdeG é "inimigo público"
O secretario xeral do PSdeG, Pachi Vázquez, reprobou onte que sexa "o mesmo Feijóo" quen suprima o complemento autonómico das pensións non contributivas, despois de que na oposición sinalase que estes 200 euros implementados polo anterior Goberno galego eran "pouco" . Considerouno "o inimigo público número un das políticas sociais" e advertiu de que os socialistas fixarán unha "liña de defensa" para evitar o "desmantelamento" da sanidade pública e a mingua das pensións.
[GH, SEG, 28-OUT-09].
Quem vencerá o braço de ferro entre os agentes Pachi Vázquez (FBI) e Feij009 (MI6)?
O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo perguntou algumas questões a respeito do actual presidente do governo autonómico que Elvira Cuevilhas, com a sua ternura, descreveu como um pandilhero (malandro). Afirmou mesmo que essa definição tão ajustada procede de Olga Gallego.
Elvira contou que esteve acompanhando a Olga Gallego no acto da Casa dos Poetas em Cela Nova, no qual Olga, que esquecera o audífono, não pudo acompanhar a clara mensagem do Presidente da RAG a Feijóo, de que este não se deu por inteirado gestualmente. Ao final havia uma homenagem a Olga Gallego, a quem Feijóo se achegou para se despedir, deu-lhe umas palmas, estilo barucho, nas costas, e dixo-lhe: adios jefa, com gestos e maneiras, que não se correspondem com quem é presidente da Galiza é sim com um adolescente pandilleiro (malandro).
Elvira disse, assumindo a percepção de Olga, que temos um presidente na Galiza que, infelizmente, nos envergonha a todos os galegos e galegas, não sabe o que é educação e nas formas, estamos aviados.
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