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Quarta, 29 de Outubro de 2008La Voz de Galicia, agente do separatismoUmha exclussiva de...
Gennara del Bruzzo Galiza ficou já sem conas, perdom, sem iconas, perdom, sem ícones. Primeiro foi o Xabarín, que nós acreditávamos agente galeguizador e acabou-se descobrindo que acochava mensagens subliminais para adoutrinar a mocidade nos valores do nacionalismo intolerante, o separatismo e outras perversões. Depois foi Chuza!, a plural rede social galega que acabou em mãos do lusismo mal entendido (bicho!) e do separatismo galaicos (bicho! bicho!), segundo informa um meio independente e imparcial. E agora, a terceira punhalada, pois vimos de saber mercê duas fontes fiáveis que uma outra icona, perdom, um outro ícone da espanholia resultou desmascarado. La Voz de Galicia, baptizada polos separatistas como La Voz de su Amo, soubo-se já que era um agente do separatismo. ![]() Resposta: Resulta que, como recolhe Xornal.com, os jornais El Mundo e Libertad Digital descobrírom que a Voz enviava mensagens para adoutrinar a mocidade. Em concreto, num manual de língua galega reproduzia-se umha charge humorística da Voz com conteúdo claramente racista da autoria do radical Xaquín Marín: Isto era tudo quanto precisávamos para desmascarar a Voz, que já há tempo dera amostras claras de um comportamento esquisito, em concreto ao praticar o reintegracionismo inverso (veja aqui e aqui). Se o reintegracionismo comum considera que tudo o que é galego é português (e com essa grafia deve escrever-se), o reintegracionismo inverso afirma que tudo o que é português é galego (ou seja, espanhol) e com essa grafia deve escrever-se. Daí que as intervenções de pessoas portuguesas sejam transliteradas ao galego da Espanha e nom na língua comum espanhola. Desde logo é um comportamento bem esquisito e suspeitoso... Agora entendemos os motivos: radicais!
5 comentários
Comentário de: lurinha [Visitante]
Vaia! El Mundo e mais Libertad Digital? Que é esso? Nunca lim nada deles nem penso face-lo. Ainda que La Voz só precisa desses argumentos para "radicalizar-se mais" No radicalismo inverso, claro. São bem pessados, caralho! Que cona lhe importará aos de P.J. e aos outros o que fagamos das montanhas para acó! Que vaiam à merda! O mesmo fam os que andam todo o dia a se queixar de que Catalunya e Euskadi levem os quartos de todos, e logo não querem que se independicem. Em que quedamos? Se são umha carga, soltamos o lastre e, do contrário, calamos a boca e deixamos que cada quem arranje a sua casa como milhor lhe convém. Quem os vería se algúm vizinho fosse governar as suas cousas! Repunantes, caralho!
Quarta, 29 de Outubro de 2008 @ 10:25
Comentário de: Mescar allo [Visitante]
Eu xa o sospeitaba porque no dia das letras galegas fan a portada en galego. Por qué non a fan coma o resto do ano en espanhol? Non se pode ir imponhendo dese xeito. Non tinha preferencias pero como reacción a tanto abuso voume facer upeideiro e ademáis tanga.
Quarta, 29 de Outubro de 2008 @ 16:05
Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas (do Vale) [Membro]
Lurinha: o teu comentário fijo que me lembrasse do manifesto do Grupo 98 Por un nuevo nacionalismo español. Devias lê-lo! Mescar allo: O que me escaralho som eu com o teu comentário!
Quarta, 29 de Outubro de 2008 @ 18:43
Comentário de: Franco Vicetto [Membro]
O El País também pratica o "reintegracionismo inverso".
Sexta, 31 de Outubro de 2008 @ 16:04
Comentário de: lurinha [Visitante]
Nem sequera sabia que existiam esses senhores. Quem vém sendo? Ainda que o fam com desprezo, merecem-me respeito. Polo menos, são coerentes.Por que nom lhe fam mais caso e nos deixam auto-gestionar nossos recursos dumha vez? Por que Espanha defende a independéncia de croatas, albano-kosovares e todas as demais fóra e dentro da sua casa não? Por que tanta teima com que os bascos não façam consulta popular sobre o que querem para si mesmos? É de supôr que, como quase tudo, há razões económicas junto com as ínfulas imperiais dos poderosos militares e fascistas vários aos que não se pode anojar.
Sábado, 01 de Novembro de 2008 @ 13:50
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