Agentes duplos Separatista-Ridiculistas podem ter traído Estadista espanhol nado na Galiza, afirmou pesquisador independente esta quarta feira.

A.P.D. (Compostela)
Umque Kalou Seiokeikonen, pesquisador independente da sempre modélica República de Finlândia e autor do Livro: Os Espiões (D. Quixote, 2009), disse esta quarta na apresentação do seu Livro-Informe que, segundo estudo de fontes e documentos internos da Área de Planificação lingüística da Universidade de Vigo e informes secretos do Governo Galego, revela-se a existência de planos que apontam a uma conspiração Separatista arredor de A. Lorenzo (AKA.: Eraser Head, Lobezno...), designado por A. Núñez Feijóo (AKA: 009, Feijuto Mojamuto, Demolition Man, Alberto 'Trúñez' Feijóo, Embaustero, Inimigo Público, olhos de Husky...), Responsável Máximo da Política Linguística da Galiza e outra de teor auto-ridiculista cujas redes se estendem desde a Conselharia de Cultura até o próprio governo.
Lorenzo, segundo fontes bem informadas que o autor deseja permaneçam anônimas, seria o agente duplo separatista conhecido como “Peludez”. O agente não apenas teria informado às redes separatistas em todo momento sobre as atividades do mediático Jesus Vázquez e os seus diversos contatos com a super agente do GABI e musa da FAES, Glory Lake, quanto teria desenvolvido complicadas ações de sabotagem (tamancagem, socagem) e propaganda inversa.
Um relatório secreto da RAG interceptado pela Consellería de Presidencia, Administracións Públicas e Xustiza em meados de Janeiro afirma que tanto Lorenzo quanto outros membros emboscados da Conselharia de Educação e a de Cultura trabalharam secretamente para as forças separatistas que dominam a RAG e o Conselho da Cultura Galega. Lorenzo serviria como informador da RAG a Vitor Freixanes e H. Monteagudo em Compostela.
"Se Lorenzo disse aos seus patrões do PP o mesmo que contou aos seus superiores da RAG e o Conselho, e ainda aplicou táticas de agitação psico-sociolinguística inversa
que bem conhecia pelos seus anos de experimentação na Universidade de Vigo então Lake, Vázquez e Rajoy foram traídos", comentou o pesquisador.
Quando Anxo Lorenzo foi designado (e aceitou-se) responsável de Política linguística houve muita surpresa. Os seus primeiros movimentos arredor do agente 009 foram tão despistadores quanto assustadoras as suas manifestações e primeiros anúncios borradores. Em companha de Herr Flick, tudo anunciava um programa de Terror.
Hoje, felizmente, sabemos que era tudo parte de um maquiavélico plano desestabilizador do governo e ativador da Sociedade. Lorenzo, camaleão e sangue frio soube se ganhar a confiança dos máximos responsáveis do Governo Galego e entanto se fingia hesitante e fraco de saúde foi desenhando uma perversa estratégia que passou por aplicar, com cova e palavras de fôlego ao ouvido dos políticos, aquela máxima de Napoleão:
“Quando o inimigo está a cometer um erro, não o detenhas, antes bem: alenta-o”.
Hoje, após o inegável sucesso do 21 podemos afirmar sem dúvida que Lorenzo é um dos mais importantes ativistas lingüísticos galegos de todos os tempos e um dos mais destacados cérebros mundiais na contra-política lingüística de que temos notícia.
E o que é mais grave, quanto disto sabe ou sabia o presidente? Que papel joga nisto Roberto Varela no meio da trama auto-ridiculista? É também parte da conspiração? Que procura Feijó com esta política lingüística e cultural? Alentar, como muitos já se atrevem a dizer, o separatismo?
Talvez agora aquelas palavras desconfiadas da Super-heróina do Império pequeno Rosa 10 tenham sentido.
Comentárom: