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    525 anos de Doma & Castraçom: um ano antes... e dous depois [3/3]

    Um exclusivo de...
    Jenaro Jesus Marinhas
    Terça, 28 de Setembro de 2010

    E, por fim, a terceira e última entrega de 525 anos de Doma & Castraçom: um ano antes... e dous depois. Antes de leres esta, lê antes as entregas um e dois.

    capa xdg 16 set 2011

    Em 15 de setembro de 1486 entravam os Reis Católicos em Santiago de Compostela, o coraçom da Galiza. Com umha semana de adianto a respeito do Outono astronômico começava a longa temporada Outono-Inverno dos 525 anos em que ainda vivemos.

    Follow up:

    O 15 de setembro (5 dias após o Gibraltar National Day e 4 após a Diada Nacional de Catalunya) poderia ser, pois, umha boa data para comemorarmos (e bebemorarmos) anualmente a Doma & Castraçom do Reino da Galiza.

    Mas Belnando (ou Isafer, que tanto monta, monta tanto), autênticos Brangelina do Quatrocento no que a sex appeal e obras de caridade se refere (vejam-se como exemplo este par de posaos [F][Y] e El Libro del Limosnero, respetivamente), permanecerom em Compostela até o dia 6 de outubro.

    Portanto, qualquer data entre 15 de setembo e 6 de outubro pode estar bem para comemorar (e bebemorar) a efeméride (especialmente se cair em fim-de-semana).

    Bom, há entre umha e outra umha data que tem umha especial carga simbólica e que também poderia estar bem. Falamos, é claro, do dia em que entra o Outono (isso, no nosso Hemisfério, acontece em 22 ou 23 de setembro, dependendo do ano). Neste ano entrou na passada quinta-feira, dia 23:

    Comeza o outono
    Actualizada: 22-09-2010 10:26

    Na noite do mércores ao xoves, xusto ás 5:09 horas do día 23, o Sol pasará polo punto Libra ou Equinoccio de Setembro, momento no que comezará o outono no hemisferio boreal e, polo tanto, a Primavera no hemisferio austral.

    No passado dia 15 do mês corrente (quarta-feira) comemorávamos, portanto, o 524º aniversário (525-1) da chegada dos Reis Católicos a Santiago de Compostela. No dia 6 do mês que vem (quarta-feira também) comemoraremos os 524 anos da sua saída (via Padrom e direçom Corunha) da capital dum cautivo y desarmado Reino da Galiza.

    No ano que vem, por estas datas, comemoraremos (e bebemoraremos) os 525 anos de Doma & Castraçom pola segunda vez. Com efeito, em 17 de dezembro de 2008, coincidindo com o 525º aniversário da decapitaçom do Marechal Pardo de Cela, de Sei O Que Nos Figestes... comemorávamos os 525 anos de Doma & Castraçom do Reino da Galiza com umha tam espontânea como histórica concentraçom no Obradoiro que terminava mais ou menos assim:

    O acto encerrou-se com a respeitosa audiçom da Marcha do Antigo Reino da Galiza em versom toque para telemóvel após a qual se ouviram-se berros de: Marcha! Marcha! Queremos Marcha! e Viva Galiza ceive, cruel e poderosa!

    Os assistentes e a assistenta conjuraram-se para, no outono de 2011, quando comemoremos o 525º aniversário da viagem dos Reis Católicos a Santiago de Compostela (umha outra data possível e alternativa para o início simbólico da nossa doma e castraçom), encher a Praça do Obradoiro (cada um e umha comprometeu-se a levar um milhar de amigos/as).

    No ano que vem por estas datas comemoraremos (e bebemoraremos) os 525 anos de Doma & Castraçom pola segunda vez (1483-2008 / 1486-2011) e o periodo vital de Sei O Que Nos Figestes... (2008-2011) terá chegado ao seu fim. E, efetivamente, a nossa intençom é despedirmo-nos ao grande, com umha enorme Manifestaçom Nacional no Obradoiro (sob o lema provissório de 1486-2011, 525 anos de Doma & Castraçom: nem esquecimento nem perdom) em que esperamos ver-vos a todas/os vós (bom, a todas/os nom sendo a umha ;))

    No ano que vem 15 de setembro e 6 de outubro caem em quinta-feira. E o Outono entrará na sexta-feira 23 de setembro, às 09h04 (GMT) exatamente. Talvez o fim-de do sábado 17 (e domingo 18) pudera estar bem. Enfim, temos todo um ano para pensá-lo, já vos avisaremos em tempo!

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    Escrito às 09:52:19 nas categorias: Jenaro Jesus Marinhas, Sei o que ides fazer

    24 comentários

    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Sim senhor, no ano que vem voltaremos a manifestar-nos no Obradoiro para comemorar os 525 anos de Doma & Castraçom como figemos há um par de anos...



    ...mas multiplicado por mil! :))
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 10:53
    Comentário from: Afonso Roda Pés [Visitante]

    Se afinal para encher o Obradoiro não faz falha um mundo de gente; com que nos ponham um palco como o que lhe puseram ao bom do Carlos Nuñez (Carlinhos Nunes-Carlitos Marrón)vai haver mesmo apupos por entrar. O do palco é só pedi-lhe-lo aos do Jacobeu 2011, que se lho puseram a um neto de comunistas não no-lo vã pôr a nós :> . E se se portam e nos põem umas cadeirinhas e, porque não, umas mesinhas e um pique-nique ... a toalha pomo-la nós. B)
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 10:59
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    :)) Esse comentário teu, amigo Afonso Roda Pés, acaba de recordar-me umha velha ideia inédita que agora, com as pretensões da Chunga de Galícia de prorrogar mais um ano o Jacobeu, cobra nova atualidade: declarar 2011 (525º aniversário da viagem dos Reis Católicos à Galiza, arranque simbólico da Doma & Castraçom) ano "Saco-cheio" (em galego cerrado brazuca "saco" é "escroto", encher o saco é "chatear, incomodar, irritar" e "estar de saco-cheio" é o que na língua do Império Pequeno se di "estar hasta los cojones"). Saco-cheio 2011, 525 anos, "hasta los cojones" de Doma & "Castraçom" ;) Será cousa de propor-lho a Nacho Santos, Roberto Varela e Trúñez Feijom! :))
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 11:24
    Comentário from: DeVighoEnomOnegho [Visitante]

    Tudo mui bonito sim, mas, estaredes a brincar quando dizedes que marchades ou? :?:
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 13:53
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Pois nom, caro amigho "DeVighoEnomOnegho". Essa era a ideia mas, tranqui, que ainda falta um ano! ;)
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 13:57
    Comentário from: La otra [Visitante]

    Mira que decís tonterías, a no ser que lo de los 525 años sea de coña. Menos mal que vinieron los reyes católicos porque los señores feudales de aqui eran unas bestias pardas. La mayoría de los campesinos y siervos aplaudió con las orejas a los "invasores" como les llamais. Se cepillaban a cuanta chavala veian, maltrataban a los siervos, mangoneaban lo que les daba la gana, ellos eran mas o menos como los de todas partes, pero ademas no había nadie que les pusiera freno. Con los reyes católicos llego un incipiente estado moderno, todavía muy alejado de garantizar derechos para todos pero por lo menos un poco mas ordenado, Galicia nunca fue nada sola, somos parte de España desde que pintamos algo, España es junto con Francia la nación mas antigua de Europa (con galicia dentro) es mejor que lo asimileis porque la gente lo tiene muy asimilado. Después os llevais los sustos y cabreos que sufristeis cuando salimos con las banderas en el mundial. os pasa por no estar preparados, por estar fuera de la realidad. porque os aprecio pequeños talibanes, os quiero felices.
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 15:27
    Comentário from: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Correio-e

    Não, la Otra, de irmos por aí, façamos bem: os galegos já éramos Hespanha quando conquistamos, os galegos, Zamora hora mais hora menos, e quando Diego de Porcelos com os seus galegos fundou Burgos, quando o Conde Ansurez do Partido dos Lara, fundou Valhadolid com ajuda dos Galegos dos Trava (que eram seu genro e cunhado), os galegos conquistaram e senhorearam Leão, Salamanca, Bejar, Ávila, Arévalo, a Extremadra e o Andaluzia e já eram hespanhóis... e ainda o Almirante Charinho e os seus tomaram Sevilha e o tal Cid, dos Cid de Ourense de toda a vida Valência,...quando nem esses lugares nem Aragão, nem Navarra nem Castela eram Hespanha...

    E a loura da rainha Isabel com essa bochehas e tipo era tão Trastamarinha, como o seu primo Fernando ou os seu primos os Castros... à sua vez primos do Marechal, dos Ossório e de toda a banda de chupões dos que descendem por linha direita ou bastarda Franco, Fraga, Feijó, Cuinha e as suas mães...

    Se o queres mais simples: é Hespanha que é uma parte de Galiza e Castela, Extremadura, Toledo e El-Andaluzia Ocidental umas ex-colônias ;)
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 19:11
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    E, efetivamente, a nossa intençom é despedirmo-nos ao grande, com umha enorme Manifestaçom Nacional no Obradoiro (...) em que esperamos ver-vos a todas/os vós (bom, a todas/os nom sendo a umha ;))

    Eu também te aprecio, La Otra, mas nom espero ver-te na manif que, no ano que vem, por estas datas, celebraremos no Obradoiro. Eu nom te espero, nom ;)

    Camarada Pondal Doylhe, por favor, "no me mentes la bicha", esse "cao galego" do Cid Campeador! ;)

    (...) Galicia, un viejo reino al que se ha negado históricamente cualquier autoexplicación (negadas y hasta ridiculizadas sus pretensiones de hacer su propia historia) para sustituirla por el legendario ajeno, que nos hace muy sabios en lo que le ocurrió a Guzmán el Bueno (¿) , que Dios guarde, o al Cid Campeador, “perro gallego”, como le llamaban al de Vivar los árabes del sur, para los que todo el norte era Gallaecia, cuando aquí sólo había España (el valle del Guadalquivir, sobre todo), la Gallaecia histórica bajo diversas extensiones, formas y reinos, y algunos enclaves menos conocidos.

    (FERMÍN BOUZA, El Cid Campeador, perro gallego, EL PAÍS 22/01/2010)

    En las fuentes árabes se impreca generalmente al Cid con los apelativos de tagiya ('tirano, traidor'), la'in ('maldito') o kalb ala'du ('perro enemigo'); sin embargo, se admira su fuerza bélica, como en el testimonio del siglo XII del andalusí Ibn Bassam, única alusión en que la historiografía árabe se refiere al guerrero castellano en términos positivos; de todos modos Ibn Bassam habitualmente se refiere a Rui Díaz con denuestos, execrándolo a lo largo de toda su Al-Djazira fi mahasin ahl al-Yazira... (Tesoro de las hermosas cualidades de la gente de la Península) con las expresiones «perro gallego» o «al que Dios maldiga».

    http://es.wikipedia.org/wiki/Rodrigo_D%C3%ADaz_de_Vivar#El_Cid_en_la_literatura
    Terça, 28 de Setembro de 2010 @ 20:52
    Comentário from: la otra [Visitante]

    Pra empezar, que yo sepa, Traba se escribe con B no con V aunque con este vaivén de cambios una ya se pierde. Deduzco que en vuestro delirio, habeis decidido que Alfonso Raimundez, es decir Alfonso VII, se convieta en Rey de Galicia y por lo tanto todas sus conquistas se las atribuís al reino de Galicia. Alfonso vii para más señas emperador de Hispania fue coronado en León y de ahí y del resto era rey. Galicia no era más que un condado. ¿No os da vergüenza autoenañaros e intentar engañar a la gente que no tiene conocimientos de Hitoria medieval de Galicia? AYYYY talibanciños, no vale jugar sucio.
    Quinta, 30 de Setembro de 2010 @ 17:03
    Comentário from: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Correio-e

    Tás certa?... não me sejas galega anda, que já até os castelhanos vão dizendo algumas cousas...

    http://blogs.20minutos.es/arsenioescolar/2010/09/26/la-invencion-de-castilla/




    Quinta, 30 de Setembro de 2010 @ 19:23
    Comentário from: la otra [Visitante]

    A ver Arturiño, que me tienes hasta nombre de rey. Puedes poner todos los enlaces a chorradas múltiples, yo te sacaría el As de oros en forma de tratado sobre la Galicia Medieval de Victoria Armesto, pero evidentemente en internet eso es imposible. Por lo tanto apelo al sentido común de los lectores que pudieran estar confusos y les invito a comprobar un dato irrefutable. Alfonso VII se hizo coronar en León (podía haberlo hecho en Santiago pero lo hizo e León) y que Galicia solo era un condado se puede comprobar facilmente viendo qué título ostentaba su madre Doña Urraca, es decir Condesa de Galicia. Si sigues así vas a acabar como el Brais Breogán ese o como se llame, ese que da charlitas de historia de Galicia en las librerías. En lenguaje talibánico a la charla chámanlle "palestra" (Haz una buena obra, Arthur y aclárame de donde se han sacado el palabro porfa plis que me tienen en un ay)
    Quinta, 30 de Setembro de 2010 @ 23:13
    Comentário from: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Correio-e

    Mulher, não me tires o as que isto é simplesmente poker... Tenho na casa esse livro de contos e também os divertidos livros de Augusto Assia (especialmente geniais as crónicas Los Ingleses en su isla que recomendo com os de Fernandez Florez, a todos os que estais empenhados em escrever castelhano da Galiza) e até te diria que eram ambos personagens curiosos que na intimidade soltavam-che umas cousas, na meia distância outras e na longa (old Voz Style) outras... e como todas sendo diferentes eram-lhes proveitosas para a sua casa e peto também...

    Palestra é puro latim (ainda que já palavra grega)... significa um espaço público onde se combate ou faz espetáculo... espetáculo entre, os que romanos, consideravam a política e a oratória forense; em português conservou metonimicamente esse uso, mas em castelhano (não apenas da Galiza) tem também esse significado na expressão de "Salir a la palestra"...
    Sexta, 01 de Outubro de 2010 @ 09:18
    Comentário from: la otra [Visitante]

    Resumiendo: Portugués.

    Por mí vale. Solo os pido que cuando vayáis a cambiar xamón por presunto, me aviséis a través de esta página para emigrar. No soporatía pegarle un bocado a un bocata de JAMÓN como si estuviera mordiéndole la rabadilla al ex novio de la Pantoja.
    Sexta, 01 de Outubro de 2010 @ 14:49
    Comentário from: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Correio-e

    Sem problemas, mas acho que deverias contatar com estes outros para isso, nós apenas somos os choqueiros e peliqueiros que vão barulhando arredor.

    Arthur

    P.s. Venho vendo que tu andas desencaminhada com nós: a cousa é que nós somos talibãozinhos monistas e acreditamos que galego e português são um único deus verdadeiro, não nos confundas com esses outros fanáticos dualistas...:)):)):))


    Sexta, 01 de Outubro de 2010 @ 16:31
    Comentário from: la otra [Visitante]

    Oye, lo de dualistas no lo había oido nunca. Nosotros les (ya os he sacado del saco...de nada) llamamos de muchas maneras: fanáticos, chupones, lava cocos, torturadores de niños, jetas, ceporros, mentirosos, difamadores, filo terroristas...etc, pero sobre su naturaleza dual nunca había oído comentar nada. Que descanses Arturiño. (seguro que te estás cagando en mis muelas, una ya está acostmbrada a los palos del otro lado, pero me gusta ser fiel a mi misma y confiar, soñar que puede haber una excepción, así que, como no creo que lleguemos a conocernos,tú sigue siendo correcto y yo alimentaré mis sueños de lograr un mundo mejor. Aayyyy, que riquiños somos los gabis.
    Sábado, 02 de Outubro de 2010 @ 20:46
    Comentário from: Arthur Pondal Doylhe [Membro] Correio-e

    Obrigado, que tenhas tu também bons sonhos com mundos melhores, não já bi, senão tetralíngues ou mais...


    Sábado, 02 de Outubro de 2010 @ 21:56
    Comentário from: Vakulinchuk [Visitante]
    *****

    Não. Eu discordo. Vocês não podem abandonar a tarefa. Somos muitos que vamos ficar órfãos... vamos ficar "aduaneiros sem fronteiras" . A naçom é resistente também culturalmente.Poderian reconsiderar a rendição? Obrigado.
    Domingo, 03 de Outubro de 2010 @ 21:53
    Comentário from: Manuel Morrinha [Membro] Correio-e
    *****

    Tampouco o vira, pela mesma razao do que o outro. Haveria que pensar na possibilidade de nao nos render como pedem muitos visditantexs. Jás nos auto-imolamos uma vez e desta deveríamos seguir: de derrota em derrota até a vitória final:>:>:>:>>
    Terça, 08 de Fevereiro de 2011 @ 19:24
    Comentário from: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Correio-e

    Como, parafraseando o Moncho Reboiras, digeram os Subcomediantes da VA-CA na hora da sua triste imolaçom: "Que importa que nos matemos se deixamos semente de vencer!!!"



    "De derrota em derrota até a vitória final", sim senhor! Já agora, de quem é essa citaçom? Do Ché? Do Churchill? Do Chavo del Ocho? ;)
    Quarta, 09 de Fevereiro de 2011 @ 10:23
    Comentário from: Eu [Visitante]

    hehehe, me parto, sodes a hostia bendita!!
    Quinta, 25 de Agosto de 2011 @ 21:34
    Comentário from: Eu [Visitante]

    A ver se podo ir a conmemorar o evento :((
    Quinta, 25 de Agosto de 2011 @ 21:36
    Comentário from: Eu [Visitante]

    Non, definitivamente non vou ir. Conforme o meu algoritmo programático en base decimal, ese día teño cita co meu veciño senegalés para ir ó cine ver a última peli futurista en galego... Vaia,oh:p
    Sexta, 26 de Agosto de 2011 @ 15:32
    Comentário from: Eu [Visitante]

    Ultimamente estou obsesionada co meu veciño senegalés ( a quen coñecí no 15M). É ademáis de negro, para tocar as pelotas, mudo. Pero a min cáeme ben e ten un toque dun atractivo estraño que me recorda a alguén de Galicia Bilingüe, se cadra por iso me atrae tanto nunha mestura perversa entre o ben e o mal. Ten unha moza latinoamericana (a quen tamén coñecín no 15M) e teñen un fillo a quen lle ensinan castellano. A muller se esforza por falarme en galego a pobriña, pero non sabe e eu... quéroos igual
    Terça, 30 de Agosto de 2011 @ 15:41
    Comentário from: Eu [Visitante]

    E xa para rematar a historia, contarvos que ultimamente, como en Santiago chovía moito, decidimos ir á praia de Ponzos pola noitiña, a bailar distintas músicas ( eu cántolles e tócolles músicas de aquí e eles de alá, o colega non canta, toca e baila)... Eles levan os seus amigos e eu levo os meus (aínda que non o saiban...). En realidade non esperamos nada, porque non confiamos en ningún bo e xeneroso que nos veña salvar (xa non quedan Ghandis). É triste o século XXI.Estades todos convidados (non valen imposicións gramaticais)
    Terça, 30 de Agosto de 2011 @ 18:26

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