
Equipados com a levita azul cobalto de Faraldo, sentindo-nos plenamente dandistas, temidos e respeitados logo de escutar os nossos cracks, achávamo-nos com vontade irresistível de nos perguntar pelo sono em que se debruça Galiza... um passo adiante e outro atrás...
Resposta:
mas a falta do mapa de Domingos Fontan e ainda da Carta topográfica de Dufour sobre a que nos inclinar para contemplar o vasto país que os suevos figérom independente... tivemos que recorrer ao Atlas dos amigos Barbosa, José e Heitor.
Destarte, e com um copo de licor café ritual e totémico sentimos-nos invadidos do mesmo estremecimento dos velhos e bons provincialistas e a nos interrogar para entender que caralho passa nesta incrível Galiza minguante à que outra vez os férridos e duros e e também os imbéciles e escuros que não nos entendem pretendem converter numa "Colónia da Corte" para que os galegos arrastemos de novo essa existência oprobriosa de cidadãos de segunda.
Por isso desde Sei o que..., fartos da imposição linguística do castelão, da hipocrisia do "elixir" e desta Galiza a que querem mais uma vez minguante de gente, de língua e de galego, aderimos, para estar lá mais uma vez cruéis e poderosos na data do 17 de maio, o Manifesto
Contra a imposição do castelão:
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