Editado por Borja de Hérnia (03/07/2010)
Finalmente imos combinar na Praça da Roxa às 20:00 h. (horário pequeno imperial) para ir ver o jogo junto com todos os paraguaios de Compostela (si, si, esses que aparecem nas fotos arriba).Dress code: Um "paraugas" chévere, uma camisola de qualquer equipa coas mesmas cores que o Paraguai, branco e vermelho (coma o Lugo) [também podeis trazer camisolas brancas e seioque disponibilizara fita adesiva vermelha] ou fruta da estação (paraguaios, etc.)
É importante ser pontuais para apanhar sitio.
Para ledícia das lojas chinesas (que devem estar a fazer em junho e julho o seu agosto) La Roja (y Gualda) superou, nom sem passar apuros, a primeira fase (perdendo para a Suíça e ganhando para Honduras e o Chile) e os oitavos de final (desqualificando Portugal). Mas, nom entre em pânico, pessoal, porque chegou a maldiçom dos quartos a.k.a. o Paraguai. SERÁ! SERÁ! SERÁ O GUARANÁ GUARANI!!!
"Guay del Paraguay"
Depois de doze anos, e também com motivo do confronto numha Copa do Mundo entre o Império Pequeno e o Paraguai (independente desde 1811) o Hino Nacional paraguaio (para quê? paraguaio!) voltará a ser interpretado em Terras de Santiago. No recuado ano de 1998 interpretara-o o grupo Chévere na Sala Nasa antes do início do jogo, retransmitido dentro da programaçom especial que sob o engenhoso rótulo de A Copa do Mundo é NaSA programara a Nave de Serviços Artísticos com motivo daquele Mundial. Com a música de El cóndor pasa a letra do hino paraguaio dizia mais ou menos assim:
"Que guay, que guay, que guay, que guay, que guaaay,
que guaaay, quee guaaay, del Paraguay,
que guay."
Pero Para guay, Galiza!
Anos mais tarde, no Natal de 2005, o pessoal da Burla Negra (braço tonto listo de Nunca Mais em que Chévere e a própria NaSA tiveram grande envolvimento) idealizou umha acçom a implementar no compostelano Estádio Multiusos de Sam Lázaro com motivo do jogo natalício e amigável dumha ressucitada seleçom galega contra a seleçom do Uruguai.
A acçom consistia em compor a frase Uruguay guay pero Para guay Galiza abrindo ao mesmo tempo 29 guarda-chuvas (paraguas na língua do Império Pequeno), nada menos, um guarda-chuva por letra, ou vice-versa, num dos fundos do recolhido estádio compostelano.

Durante o bipartido a seleçom galega jogaria ainda três jogos (partidos na língua do Império Pequeno) mais, contra o Equador, os Camarões e o Chile Irám), mas chegou olhos de husky e mandou parar.
Mas com quem Demolition Man nom contava era com os bravos e arroutados Seareir@s Galeg@s quem, nem curtos nem preguiceiros disserom, "se eles nom querem o povo fara-o". Meu dito, meu feito. Em 26 de dezembro do ano passado umha seleçom galega com sabor a mista e sem qualquer apoio institucional disputou no compostelano Estádio de Santa Isabel o já tradicional jogo natalício e amigável contra um combinado internacional que vestia as cores... do Paraguai!!!
Graças à boicotagem da Chunga de Galícia (o governo anti-galego) e à im-pressionante capacidade organizativa d@s Seareir@s, aquele velho e belo sonho da Burla Negra fijo-se umha realidade. Por fim, nas canchas verdescentes da nossa Terra, se disputava um Galiza-Paraguai (ou, mutatis mutandi, Para guai, Galiza).
Larissa Riquelme, Patriota Galega!!!
Sei O Que Nos Figestes... nom é um partido político (ao menos por enquanto). Por isso, como Sé Lo Que Hicísteis... (o programa televisivo das Patícia Conde, Pilar Rubio, Berta Collado, Cristina Pedroche, Paula Prendes...) nom temos necessidade de ser politicamente corretos. Por isso, e porque como diz o provérbio "tiram mais duas tetas que calabrote de barco" (teta, chucha, mama, peito, pêra ou seio, quê?) nom temos reparo em usar como reclamo a que sem dúvida é a sensaçom do Mundial: Larissa Riquelme.

A manequim paraguaia fijo umha porra: se o Paraguai chegar às meias finais ela fica "em porrás" ("pelada" como um paraguaio). Mais umha razom, aliás, mais duas razões de peso para amanhã sábado torcermos pola seleçom paraguaia contra Espanha.
Desde que yo nacim(-e)
siempre me ghustarom
las mugheres
em porrás, em porrás,
em porrás, em porrás,
hasta el mismo cementério[Em Porras, por Os Ressentidos, com O Gestal]
Para guay, Lugo!
Por se todas estas crueis e poderosas razões nom fossem suficientes permitide-nos acrescentar, last but not least, umha mais: como o seu próprio apelido indica Fernando Lugo, o atual presidente do Paraguai (como o presidente pequeno-imperial Rodríguez Zapatero, segundo a ínclita Rosa Díez), poderia ser galego no sentido mais pejorativo do termo. I'm from Lugo & I don't deny it!

Editado por Borja de Hérnia (03/07/2010)
Finalmente imos combinar na Praça da Roxa às 20:00 h. (horário pequeno imperial) para ir ver o jogo junto com todos os paraguaios de Compostela (si, si, esses que aparecem nas fotos arriba).Dress code: Um "paraugas" chévere, uma camisola de qualquer equipa coas mesmas cores que o Paraguai, branco e vermelho (coma o Lugo) [também podeis trazer camisolas brancas e seioque disponibilizara fita adesiva vermelha] ou fruta da estação (paraguaios, etc.)
É importante ser pontuais para apanhar sitio.
"Gallegos racistas, ¡dan risa!" [PÚBLICO.ES, SEX 02-JUL-2010]
"Gallegos racistas", "les tenemos hambre desde 1492" o "el sábado el menú es torito español" [MARCA, SEX 02-JUL-2010]
CHÁKE ESPAÑA: ¡ÑAMBODISPARÁ A LA "FURIA"!¡ARRANCA PARAGUAY! [Diario POPULAR, SEX O2-JUL-2010]
Fálano oito millóns de persoas
O guaraní, arma secreta do Paraguai
Redacción . Os futbolistas da selección de Paraguai, como sempre fan con rivais latinoamericanos, falan entre sí en guaraní para transmitirse instrucións. Segundo o seu dianteiro Roque Santa Cruz 'para eles é como se falásemos xaponés'
02.07.2010 | 12:16
O castelán tamén é oficial no país, pero a lingua maioritaria é o guaraní, que defenden con orgullo e utilizan sempre ante rivais que falan en castelán. Contan os xogadores arxentinos, chilenos e uruguaios que é un espectáculo ouvilos no campo. "Énos de moita utilidade, sobre todo nas xogadas de estratexia", explica Roque Santa Cruz, o dianteiro do Manchester City que estivo oitos anos no Bayern.
Respecto ás raíces
Falar o guaraní é case unha obriga na selección do Paraguai que se enfrontará mañá en cuartos de final á selección de España. O vocabulario futbolístico é estenso, desde os termos máis clásicos, como embohasa (pasa a pelota!), eike (entra!), esê (sae!), ejopy (apértao!) e epoi (centra!), até outros menos ortodoxos como epyvoi (zóscalle!). Todos son habituais no vocabulario guaraní.
Os xogadores séntense cómodos falando na súa lingua. "Para nós é un privilexio, somos o único país que recoñece o seu idioma de orixe. É unha prioridade, é o ensino que se fai na primaria e nos colexios", apunta Santa Cruz. En moitas zonas do Paraguai, sobre todo no interior, é a lingua máis usada, por diante do castelán. "É unha forma de darlle voz a unha das nosas raíces, a indíxena, e valorar o propio sen ningún sentimento de atraso ou culpa", asegura o xornalista Bruno Peron.
O guaraní é falado por algo máis de oito millóns de persoas. Coñéceno cerca do 85% de paraguaios e o 27% deles son monolingües. Tamén se utiliza en rexións moi concretas de Arxentina, Bolivia e o Brasil. O seleccionador Gerardo Tata Martino, nacido en Rosario, xa se defende con esta linguaxe que subsistíu tantos anos de colonización e cultura españolas.
[A NOSA TERRA DIARIO]

¿Tú sabes cual es el chiste que hacen los paraguayos? Dicen que su bandera es la más bonita de Latinoamérica, porque es una francesa echada. Claro, al darle la vuelta a la... No es que das la vuelta a la bandera y es igual que la bandera francesa solo que... es una francesa echada.
- Buenas, soy paraguayo y he venido para pedirle la mano de su hija.
- ¿Para qué?
- Paraguayo!
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