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    Debate sobre o ridiculismo, no Novas da Galiza

    Um exclusivo de...
    seioque
    Segunda, 24 de Maio de 2010

    No seu último número, o 90 já, o Novas da Galiza publica na seçom "Palestra" um interessante face to face entre Xoán R. Sampedro e Isaac Lourido acerca do fenómeno «ridiculismo».

    Normalmente publicamos na seçom 'Sempre nos Meios' as nossas aparições na imprensa. Neste caso figemos umha exeçom porque, se bem na palestra nom se fala diretamente de nós, sim que se aludem feitos que nós protagonizamos.

    Passem e julguem!! ;)

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    53 comentários

    Comentário de: Isabel [Visitante]
    *****

    Caros e caras,

    É bem certo que o Ridiculismo depende sempre de um SUJEITO ou AÇÃO que ridiculizar. E por isso é acertado dizer que é uma estratégia que sempre está ligada ao inimigo: eles têm bispos? Pois os ridiculistas também. Eles têm toureiros? Pois nós também. Etc.

    Nisso é no único em que dou a razão ao autor da coluna da esquerda. No resto, acho que lhe falta bastante sentido do humor, o que é grave.

    Uma prova de que o Ridiculismo faz mais dano que qualquer globo de pintura a estourar no nariz de Feijoo é o acosso sistemático que vem sofrendo nas suas manifestações, desvelando a falta de princípios democráticos que regem qualquer atividade neste país. E, sobretudo, o pouco ou nulo proveito que tiram desse acosso as autoridades.

    Ocupar a polícia em não deixar avançar umas pessoas determinadas dentro de uma manifestação, só por irem vestidas de bispos e toureiros é, para além de muito caro (pois a polícia cobra), é realmente inequívoca mostra de que o riso e a gargalhada doem muito. E doem porque as paródias são sempre irreverentes, armas de construção em massa, poder da razão sobre a barbárie. Elevado indicador de civilização.

    São sem dúvida preferíveis a qualquer artefacto explosivo imitador dos utilizados pelos poderes totalitários deste planeta.
    Segunda, 24 de Maio de 2010 @ 21:59
    Comentário de: Libertino Cachafeiro [Visitante]

    Ouçam!
    E o Sampedro esse quem é?
    Eu sempre ficarei com a mítica frase do Sunday Pottery Sunday...

    "Esses iam de bascos, nós imos de espanholes!!!!"
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 01:05
    Comentário de: Exegeta esforçado [Visitante]

    A última frase do artigo do Xoán R. Sampedro deixou-me mareado. A circularidade argumentativa me produz labirintite. Quer dizer que jogar tinta e queimar bandeiras é um esporte patriótico como qualquer outro, como a bilharda, digamos, e portanto não-condenável? É isso mesmo ou estou delirando?

    :?::?::?:
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 07:16
    Comentário de: Franco Vicetto [Membro] Email
    *****

    Acabo de ler os dous artigos e a minha impressom é que isto nom é realmente um debate sobre o ridiculismo que, em princípio, ambos palestrantes aceitam como uma estratégia válida.

    A questom de fundo parece ser o "pique" particular que tenhem certos sectores do autodenominado "independentismo" polo facto de que determinadas pessoas ou colectivos --que eles identificam como "ridiculistas"-- ponhamos em causa alguns dos seus métodos (nomeadamente, polas nossas críticas ao lançamento de ovos com pintura e à queima da bandeira pequeno-imperial na penúltima manife de Queremos Galego). Tenho a certeza de que, de nom existirem tais críticas, nom haveria hoje esta controvérsia.

    No fundo, quem planificou a palestra no NGZ e os próprios autores dos artigos estám um pouco desnorteados. O tema que os preocupa nom é "ridiculismo sim ou ridiculismo nom", mas "soberania ou subserviência" dum movimento social a respeito das estratégias definidas por uns microorganismos políticos que se arrogam a representatividade e a liderança do conjunto do independentismo. Mas suponho que expor a controvérsia nos seus termos reais iria em contra da political correctness que tenhem assumida. B)

    Particularmente, preocupa-me bem pouco este "desengano amoroso", que é deles e nom nosso. Em SOQNF, nunca nos adscrevemos formalmente a este ou aquele movimento e sempre defendemos raivosamente a nossa própria "independência de pensamento", que para mim é o atributo principal dum verdadeiro independentista.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 09:33
    Comentário de: Libertino Cachafeiro [Visitante]

    Parabéns sinhor Vicetto, deu vostede no centro do tema!!!!

    É que esta palestra nom deixa de ser umha continuaçom de artigos no galizalivre ou comentários chungos no web de O'demo, a propósito do dandismo.

    Já do dizia o Afonso Guerra, "o que se mova nom sai na foto!"
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 10:23
    Comentário de: Libertino Cachafeiro [Visitante]

    Deste artigo falava:

    http://chuza.gl/historia/o-reintegracionismo-e-nos
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 10:25
    Comentário de: João Bernardes [Visitante]
    *****

    Estou totalmente de acordo com dona Isabel e com dom Franco. Acho que o artigo do senhor Sampedro peca de falta de humor e de sacralizar em excesso o independentismo... até o ponto de dar por válido qualquer método independentista. E, bom, eu acho que há métodos com os quais a imensa maioria não concordamos.

    «Neste caso figemos umha exeçom porque, se bem na palestra nom se fala diretamente de nós, sim que se aludem feitos que nós protagonizamos».

    Fazeis bem em colocar esta matização porque, ao meu ver, é censurável que falem de vós sem vos mencionarem diretamente. Ao meu ver, é como atirar a pedra e esconder a mão...

    Melhor fariam alguns em abandonarem a "basquite" e acolherem de melhor grau as lições que, como o ridiculismo, nos chegam dos Països Polacs. Ainda, também fariam bem em não se misturarem com aquelas pessoas que apenas vem no NH ou no LH o mesmo que outrem no TX: uma "moda", e não um modo de vida.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 12:25
    Comentário de: Afonso Roda Pés [Visitante]

    "Mas quem seguir os passos desta corrente" , a dos "independentistas "bons" e não-violentos B)( vs. independentistas radicais" :> ) ...

    Perdão!? O ridicul "ismos" é verdadeiramente radical, e não vai tirar a "toalha".





    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 13:19
    Comentário de: Pepe Furancho´s [Visitante]

    Mas vós nom sodes "ridiculistas"? Fazedes graça da guarda civil assassina mas nom dum artiguinho num periódico marginal?
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 16:18
    Comentário de: _M_ [Visitante]

    "Estou totalmente de acordo com dona Isabel e com dom Franco."

    Efectivamente, parece que o estás...
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 16:23
    Comentário de: um [Visitante]

    Fam-vos umha crítica e mira como vos ponhedes, nom teredes o ego um pouco sobrado??
    É mais, credes-vos a vangarda do sentido do humor e chorimiqueades cumha crítica (genial, por certo)??

    As provas do que digo vou-nas focar, como vós fazes, em vós mesmos:

    a) "Ocupar a polícia em não deixar avançar umas pessoas determinadas dentro de uma manifestação, só por irem vestidas de bispos e toureiros é, para além de muito caro (pois a polícia cobra), é realmente inequívoca mostra de que o riso e a gargalhada doem muito. E doem porque as paródias são sempre irreverentes, armas de construção em massa, poder da razão sobre a barbárie. Elevado indicador de civilização."

    Toda umha mostra de Teoria Política Contemporánea. Isto, polo que vejo só o devestes fazer vós. Por certo, isto passou?

    b)"Ouçam!
    E o Sampedro esse quem é?"

    Carai, há que ser "alguém" para falar dos senhoritos???


    c) "No fundo, quem planificou a palestra no NGZ e os próprios autores dos artigos estám um pouco desnorteados. O tema que os preocupa nom é "ridiculismo sim ou ridiculismo nom", mas "soberania ou subserviência" dum movimento social a respeito das estratégias definidas por uns microorganismos políticos que se arrogam a representatividade e a liderança do conjunto do independentismo. Mas suponho que expor a controvérsia nos seus termos reais iria em contra da political correctness que tenhem assumida"

    Quais seram esses termos reais?? E outra, denominades a alguem como "microorganismos", desde que parámetros se fai isto? Se calhar, deveriamos disfarçar-nos todas, abrir webs e rir-nos de todo o que tenta construir algo, assim mudaram as cousas.

    d) "O ridicul "ismos" é verdadeiramente radical, e não vai tirar a "toalha".

    Chegou a fim do relativismo VIVA !!

    Em fim, cada quem ao seu...
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 16:36
    Comentário de: _M_ [Visitante]

    "Toda umha mostra de Teoria Política Contemporánea. Isto, polo que vejo só o devestes fazer vós. Por certo, isto passou?"

    Claaaro que passou, ademais de ser os mais ciudadanistas, educados e nom violentos, também sabem parar a polícia com chistes e disfarces enquanto os outros parvos e violentos nom o conseguem na luita de rua...
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 16:45
    Comentário de: Pêro da Trova [Visitante]
    *****

    Aos amiguinhos da kale borroka parece que lhes doem os comentários: sinal de que som assisados, ponderados, equilibrados.

    Eu, como leitor habitual deste blogue, vim críticas de todo tipo, desde às forças da ocupaçom espanholas, aos aprendizes de terroristas (ou espanholistas infiltrados?) que boicotam os actos reividincativos de outra gente.

    O melhor, um comentário de acima, que assinala que há gente que usa o NH como outros a letra K ou o dígrafo TX: por moda. E na casa, falam espanhol, decerto.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 17:36
    Comentário de: Vixía [Visitante] · http://torrevixia.blogspot.com
    *----

    Establecer o debate en termos de galeguistas bos contra galeguistas malos paréceme RIDÍCULO. O inimigo está na Xunta, rapaces.

    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 18:04
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    Nom estou de acordo com o tom do meu companheiro Franco (acho que é algo duro... mas já sabemos donde lhe vem o nome :>). E, que demo, estamos aqui para polemizar, ou? :p

    Pessoalmente, nom gostei da palestra. E? Implica isso que careça de sentido do humor? Creio que nom, nem muito menos.

    Mas vós nom sodes "ridiculistas"? Fazedes graça da guarda civil assassina mas nom dum artiguinho num periódico marginal?


    Creio que isso é um insulto ao Novas da Galiza, excelente publicaçom. Nom sei se os planificadores da palestra tinham as ideias pouco claras, como afirma o companheiro Franco, mas mesmo que as tivessem, acho que o resultado nom responde ao espírito da secçom, onde deve haver dous artigos a defenderem postulados diferentes... para mim, particularmente, os dous artigos venhem a dizer cousas bastante semelhantes, parece mais umha tertúlia do que um debate.

    E para críticas, para críticas as que nos temos feito nós, e nom é falsa modéstia. Como exemplo, o artigo de despedida da nossa secçom do Novas da Galiza (http://www.novasgz.com/pdf/arevista16.pdf):

    Sabedes o que figemos... nos últimos dezasseis meses

    Em essência, dedicamo-nos a copiar e colar... de nós próprios, isso sim, diferindo um bocadinho da nossa musa A. R., quem, menos egocêntrica do que nós, copiava de outrem (mas só por erro informático).

    Seja como for, a nossa atitude, a de aplicarmos a Lei do Mínimo Esforço, foi devidamente penalizada polas leitoras e leitores do periódico galego de informaçom crítica, quem através de um inquérito (como o de Vázquez&Lorenzo? ;-)) figérom saber a sua desconformidade... e nominárom-nos para abandonar A Casa A Revista, e nós decidimos abandoná-la a pé feito.

    Portanto: That’s all folks!!!
    N.B.: a festa continua na tasca www.seioque.com


    Isto, acho, é umha crítica em toda regra ao nosso comportamento, que durante 16 meses (quase ano e meio!) realizamos umha secçom mensal a base de copiar e colar conteúdo do blogue... lei do mínimo esforço devidamente castigada polo público do Novas. E crítica mais dura do que essa nom vejo nessa palestra...

    E para o atento leitor ou leitora deste humilde (nunca soberbo nem como ego subido) blogue, nom passariam despercebidos muitos outros exemplos de auto-crítica. Porque a auto-crítica sempre deve ser própria, o contrário lembra-me a isso de "vou-che fazer umha auto-crítica" :>

    É mais, credes-vos a vangarda do sentido do humor e chorimiqueades cumha crítica (genial, por certo)??


    Nem muito menos somos os melhores. Decerto, nom o somos, nem o dixemos nem o pensamos. Nem aspiramos a sê-lo. Somos como somos e haverá que querer-nos ou odiar-nos assim ;)

    Um dia faremos umha grande compilaçom de todas as nossas cagadas... e ides-vos cagar pola pata abaixo!! :D

    NOTA BENE

    O que sim é necessário notar é que há gente que ainda nom perdoa um post que se publicou aqui há pouco mais de um ano.



    À gente que se ofendeu com esse post, reiteradamente citado em foros da internet ou no dia-a-dia com virulência, só lhes podo dizer o que o amigo Franco: «Particularmente, preocupa-me bem pouco este "desengano amoroso", que é deles e nom nosso».

    Nós defendemos o amor a todas as criaturas, também aos trolls :>>

    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 18:42
    Comentário de: Joaquim Reboiras [Membro] Email

    Para polemizar sobre um tema um pouco bem, se calhar era bom que os 'palestrantes' se pugessem primeiro de acordo sobre que estám a falar. Porque, sinceramente, ainda nom sei que é o que entende cada um deles por ridiculismo.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 19:03
    Comentário de: Hermerico Pinheira [Membro] Email
    *****

    Eu concordo tanto com o companheiro Vicetto como com a companheira del Bruzzo, que discorda de começo com o primeiro. Assim somos nós, capazes de geniais pichacarneiros argumentais. Algo aprendido após anos de estudo da microbiologia da espécie microindepentistus taificus escindii, que enche de toxinas o médio (e os media) quando nom gosta da proliferaçom de outros indivíduos do seu gênero ainda quando souber que é a sua própria é umha espécie esteril, impedindo o progresso doutras vias genéticas. Umha verdadeira reviravolta darwiniana.

    Depois do anterior, especificar à quatrielle Gennara que muitas das críticas que os meus ouvidos tenhem escutado venhem por um meu artigo no que alguns, nas simples e infantis linhas do desenho querem ver umha profunda crítica e deconstruçom, assim como um rejeitamento frontal, total, demarcativo de forma e discurso, desde o ridiculismo para com os movimentos "indepes" que tenhem por estratégia/hobby guindar ovos em manifes variadas. Como autor só podo dizer que... depende.

    Do companheiro Vicetto difiro no do desengano amoroso, que certo que pola nossa banda nom existe, aliás imprime-se em termos contrários: Nos nos adscrevemos, mas amamos com raiva a toda esta gentinha, nom é assim? :D
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 19:28
    Comentário de: Hermerico Pinheira [Membro] Email
    *****

    Postcriptum: Se algo caracteriza a minha membresia neste grande balandro de tolos pola libertaçom nacional de Sei o que nos Figestes... nos últimos 525 anos é máxima directora de:
    Nada é sagrado, nada é intocável, nada é tabú. E se nom sabes rir de ti mesmo... és um espanhol.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 19:31
    Comentário de: Borja de Hérnia [Visitante] · http://www.seioque.com
    *****

    Xoan R. Sampedro atina nalguns pontos, mais penso que quedou demasiado com o tema da manifa de Galicia Bilíngüe, a Fiesta Española e o tema dos globos de pintura...

    A Isaac Lourido não o entendo muito bem mas semelha que tem o tema trabalhado (no eido teórico).

    E acrescento, parece mentira que inda há gente que não saiba que o primeiro do que rimos é de nós próprios.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 19:33
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    Sim, Hermerico, o teu guia de civismo também contribuiu algo, sim :>>

    Ah, e fago minha a tua sentença:

    Nada é sagrado, nada é intocável, nada é tabú. E se nom sabes rir de ti mesmo... és um espanhol.


    Acima critiquei a "palestra" nas formas (pareceu-me umha tertúlia, nom um debate). Quanto ao conteúdo, dou-lhe razom ao Sampedro em muitas cousas, mas cuido que a caga:

    1) Quando associa ridiculismo exclusivamente ao que aconteceu no Sunday Pottery Sunday, como já apontou Borja.

    2) Quando chama a nom condenar (e logo, nós condenamos algumha vez alguém???) e a nom fazer diferenças entre "indepes bons" e "maus", mesmo acusando-nos de "fraqueza democrática" [sic]... enfim... bom, se calhar interpretei mal, e se assim for venha o aludido responder aqui.

    Quando ao Lourido, cuido que também a caga no final, pois também fala de divisom e de lhe fazer o jogo ao inimigo comum...

    Mas bom, muito falei de CAGAR e som só opiniões... que som como o CU: todos/as temos o nosso :>
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 19:53
    Comentário de: La otra [Visitante]

    Me lo pase teta ayer viendo la entrevista de Carlos Luis en la galega. Cómo toreo Gloria a aquellos 4. el vendido el pelota el chiflado y el cutre. Y lo que dijo de las listas del PP fue la patada en la canilla más bien dada que le han largado al super-soberrrrbio de Frijolito.

    Me parece que nos espera mucha diversion queridos míos.
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 22:49
    Comentário de: Maurício F. [Visitante]
    ****-

    Na verdade, só estão um pouco incomodados porque apareceu um "movimento ridiculista" que faz concorrência com o seu "movimento auto-ridiculista". É que não entendeis que quando a gente começou a rir as vossas ocorrências já faz tempo que a humanidade em geral ria as deles :>> .
    Terça, 25 de Maio de 2010 @ 23:53
    Comentário de: Alfredo Tascas [Membro] Email

    Eu só direi umha cousa: Fijem-se en quem se sinte molesto polos chistes galegueiros e sem dúbida muito caralhans deste trangalheiro blogue.
    DIENTES DIENTES :>>:>>
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 00:06
    Comentário de: cacheiruda [Visitante]

    Como humilde leitora, obrigada por fazer-me rir.
    O da palestra, bom, mira ti, que queres que te diga.

    Acerca dos independentistas ofendidos (mas só os ofendidos, seguro que há outros muitos independentistas nom ofendidos), realmente entendo que nom lhes fizeram graça alguns dos post, acho que os do Hermerico, e devo confessar que eu mesma nom entendi muito bem a insistência do tema. Mas acho que o senso de humor nom é universal, que há discrepâncias e que nom tudo o que faz rir a um vai ter o mesmo o efeito noutro. E ainda bem! Celebro as discrepâncias no humor, do contrario isto acabaria sendo algo assim como planeta dos simios. Agora bem, que a reaçom aos post "incómodos" deste blogue por parte dos "molestados" seja empreender um debate para fazer ver aos seus autores como inimigos do seu movimento político parece-me demasiado semelhante a forma de actuaçom de algumha autoridade religiosa, e acho-o, por certo, muito decepcionante (suponho que nom fará falta por como exemplo o da caricatura de mahoma ou o do video do Krahe cozinhando um crucifixo.

    Gennara, me encantas, qual é o teu segredo de beleza :oops:

    E finalmente, eu também acho que tudo e subsceptível de ser ridiculizado, inclusive o SOQNF :P

    Beijos
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 04:30
    Comentário de: Libertino Cachafeiro [Visitante]

    http://www.youtube.com/watch?v=b_z1AejwVOc

    Sapore di mare, antimilitare
    yo no son terrorista, ma no son pacifista.
    Yo no credo en la guerra, ma yo fato el amore.
    Sapore di mare es la libertée

    La mejore defensa, es la tua resistensa,
    contra tuto podere, ma qui a te no respeta.
    sapore di mare, antimilitare.
    Il terror populare contra questa miseria.

    Nos controlan las calles y nos cierrran los bares
    nos confiscan las cosas que ellos creen ilegales
    y nos jodan las fiestas sin hacer mal a nadie
    lo que más les molesta que no siga sus claves.

    La mejore defensa, es la tua resistensa,
    contra tuto podere, ma quia no te respeta.
    sapore di mare, antimilitare.
    Il terror populare contraco esta miseria.

    Sapore di mare...
    (Tonino Carotone)
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 10:02
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    Obrigada, Cacheiruda :oops:
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 10:39
    Comentário de: um [Visitante]

    Pensamento base do ridiculistas tipicus:

    EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEU
    EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEU
    EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEU
    EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEU
    EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEU
    EUEUEUEUEUEUEUEU


    Em definitiva o eu-eu-eu no centro de todo. Neoliberalismo de manual
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 10:41
    Comentário de: Nitinho [Visitante]

    Pensamento base dos lanza-ovus-queima-bandeirarum:
    A minha causa está acima de tudo, e quem não partilha não é pessoa...
    En definitiva, guerra justa. Comunitarismo de manual :yes:
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 11:15
    Comentário de: Joaquim Reboiras [Membro] Email

    "EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUE
    UEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUE
    UEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUE
    UEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUE
    UEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUE
    UEUEUEUEUEUEUEUEU"
    Ladrando o rancor pola esquinas... :>>:>>:>>:>>
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 11:31
    Comentário de: Hermerico Pinheira [Membro] Email
    *****

    Obrigado "um" por nos ensinar umha grande liçom: Que o salto de carro automático nom está implementando nos comentários do blogue XD
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 11:42
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    Obrigado "um" por nos ensinar umha grande liçom: Que o salto de carro automático nom está implementando nos comentários do blogue XD


    Certo :yes: Mas pode-se corrigir manualmente, como figem EUEUEUEUEUEUEUEU :>>
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 12:17
    Comentário de: Afonso Roda Pés [Visitante]

    A censura é enganada se a quebra da proibição ("sabotagens com pintura ou a queima dumha bandeira"...por exemplo) for disfarçada por uma idéia :!: que não denote algo proibido (como UM insulto dito como UM elogio, ).
    Segundo Freud, o humor, seria uma forma de enganar a censura.

    frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd

    "A avaliaçom das diversas estratégias deve ser ligada a critérios de adequaçom e eficácia", os "resultados" "devem ser localizados sobre todo na mudança dos imaginários e dos esquemas de experiência da cidadanía".

    O humor, seria uma forma de enganar a censura e portanto provocar alívio e por conseguinte o riso.

    frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd-frEUd

    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 12:30
    Comentário de: Casdeiro [Visitante] · http://www.casdeiro.info/textos

    Alédame ver que a palestra do Novas trouxo "cola" ;-D e que se está a debater.

    Eu coido que se cadra, se abandonásemos a teimosía de denominar a estas accións como _ridiculismo_ e recoñecésemos que fan parte dunha estratexia máis ampla denominada _guerrilla da comunicación_ poderiamos ver con máis claridade o contexto e a utilidade.

    Por certo, que eu votei porque o Novas conservase a páxina a Seioque pero non me fixeron caso (como en todo o demais, coido eu!).
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 12:52
    Comentário de: Casdeiro [Visitante] · http://www.casdeiro.info/textos

    ...Segundo o devandito, o _ridiculismo_ non sería a estratexia, senón a táctica, sendo aquela a _guerrilla da comunicación_

    Por certo que seguindo a terminoloxía do _Manual da guerrilla da comunicación_ o que aquí se (auto?)denomina _ridiculismo_ entraría na categoría da _sobreidentificación_ (como cando se berraba "Gallego y portugués, la misma mierda es" nas concentracións dos Vilingües).
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 12:57
    Comentário de: Hermerico Pinheira [Membro] Email
    *****

    Casdeiro, cuido que os integrantes de Seioque estamos muito familiarizados com o conceito de guerrilha da comunicaçom, sobreidentificaçom, etc. Sobretodo os camaradas Vicetto e Marinhas do Val, verdadeiros teóricos do Movimento.
    Passa que num exercício de metonímica cara o mass media tomamos (tomarom) a parte polo todo para a nossa denominçom.
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 13:06
    Comentário de: Casdeiro [Visitante] · http://www.casdeiro.info/textos

    En resumo: ridiculismo si, queima de bandeiras tampouco :>>
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 13:08
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    Olá, Casdeiro! Pois obrigada porque quigesses a permanência da secçom!! :yes:

    É de justiça reconhecer que a magnífica gente que elabora o Novas da Galiza, sim nos propujo manter a colaboraçom, ainda que se veria reduzida em espaço pola nova maquetaçom.

    No entanto, o Igarti Buru Batzar, máximo órgão de Seioque.com entre caralhada e conachada, decidiu declinar amavelmente o convite devido a problemas de agenda (*).



    ----

    (*) Traduçom: na anterior etapa do NGZ, o prazo de entrega de materiais era por volta do 13 de cada mês, e durante 16 meses entregamos sempre tarde. Na nova etapa, com mais páginas, o prazo adiantava-se ao dia 9... demasiada disciplina para gente tam irreverente :>>
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 13:13
    Comentário de: Manuel Morrinha [Visitante]
    *****

    Nem tempo dá a ler tanto comentário. Obrigadíssimo a Isabel que entendeu muito bem a história. Claro que não há nada sagrado: nem a violência, nem a não-violência nem, evidentemente o ridiculismo. Por enquanto, passamo-lo bem e que se foda Mr. Bean:D:D:D
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 15:02
    Comentário de: Manuel Morrinha [Visitante]

    Como podem ver estou degradado a visitante, não faz mal, mais uma prova do que somos:p
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 15:03
    Comentário de: Ano Rosso Quintana [Visitante] · http://www.seioque.com

    Despois de ler esta interesante palestra, caín da burra cegado por un lóstrego diamantino, mentres unha voz que se asemellaba vagamente á de Moncho Reboiras (ou Luis de Camões?) declamaba dende uns nubeiros chubascosos "Ano Rosso, por qué nos persegues?"
    Foi aí cando entendín que un verdadeiro indepe xamais debe rir, senón ficar instalado nun permanente, inmutabel e pétreo estado de mala hostia, pois o riso, como di o Sampedro, (ou é Jorge de Burgos?),é pecaminoso e blasfemo. Peor aínda, é amosar fraqueza democrática, porque fai quedar mal a quen opta por táticas máis combativas, que só poden condenar os tribunais, e se o fan, é porque son tribunais feixistas. Como Garzón!.
    Por iso, meus caros, afirmo que dende hoxe os meus beizos non volverán a debuxar no meu rostro un sorriso, senón que camiñarei decote escurecendo a miña mirada baixo as miñas cellas fruncidas, amosando, evidenciando, o tormento vital que supón o meu perenne compromiso coa causa (a que sexa) e o meu malestar pola imposibilidade de que esta causa teña algún efecto. Se vós queredes separarvos (desnecesariamente) da acción revolucionaria, eu tamén o farei separándome de calquera veleidade hedonista.
    E para iso, non dubidarei en axeitar as miñas accións a criterios de adecuación e de eficacia. Verbigracia, permitirei emborrallar os muros da miña casa con grafitis esclarecedores, e emborrallarei os dos meus veciños. Ou ben considerarei calquera mobiliario urbano material inflamable, para alumear o verdadeiro camiño a quen vive na esuridade, e amparareime para facelo en concentracións humanas que deberán así compartir conmigo os meus compromisos.
    Hoxe mesmo emborquei con ovos un comercio españolista que vendía souvenirs españoles a turistas españoles. Lisquei correndo pero alcancei a ver por riba do ombro cómo saía o seu dono daquel antro de iniquidade, cos ollos asulagados de bágoas, seguramente de recoñecemento e gratitude (como non podía ser doutra maneira), ante a pertinencia e utilidade da miña táctica revolucionaria. Aínda así, pregúntome cántos ovos máis farán falla para convencelo de que se suscriba a Galiza Livre, e se é mellor usar ovos da casa ou facerlle o xogo a unha empresa distribuidora multinacional imperialista capitalista e españolista e mercarlos nun súper.
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 18:15
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    A verdade fará-te livre... algum dia.

    O humor fará que a espera che seja leve.
    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 19:47
    Comentário de: Adegas Ghillermo Vasques [Visitante]

    Meus neninhos, o ridicoulismo e a estratexia definitiba do indipindintismo frente ao complexo porreiro-botelloneiro dos petardeiros-laranxeiros que non se sabe se son mas tontos que pixote ou lles dan a pagha semanal no Menisterio do Interiore pequeno-impirial do setenta, e durmen a chea na casa do Beiras Forrado.

    Coná!!! voume que veñen os da gharda sivil.



    Quarta, 26 de Maio de 2010 @ 20:20
    Comentário de: Lume [Visitante] · http://lume.tumblr.com

    O debate de fundo é super interessante, mas de superfície é fraquinho. Um bocado tipo "Noria".

    O que acho que se esquece é se queremos ganhar ou preferimos ser as eternas vitimas. A violência é um meio e não um fim, e como meio pode ser utilizado ou nom; em qualquer caso, de ser utilizado, deberá ser para acadar esse fim e nom por desporto. Por muito que goste de ver arder a bandeira da imperio pequeno, pode que com o obradoiro cheio de gente não seja o melhor momento de fazela arder, e asi sucesivamente. E se por riba ainda nom se pode criticar esse facto, já a cousa começa a feder.

    A ideia nom é fazer o maluco para estar fora do sistema, senom tira-lo abaixo e para isso hai que ser habil na demoliçom e utilizar a testa.
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 01:02
    Comentário de: Read&cool&istmo [Visitante]

    Vou terciar aquí, polo tercio familiar:
    -Creo esaxerada e desenfocada a crítica do Ridiculismo este.Non creo que resposte este, ademáis, a unha postura independentista ad-hoc. Eso sí, deben ser todos reintegratas, mais non todos os reintegratas son independentistas (ollade para os habitantes de Valença do Minho, sen ir máis lonxe ;)
    -O que sí penso é que o Ridiculismo do que falamos, ou a súa plasmación, tampouco dan para tanto coma un movimento social ou cousa así. Será unha postura puntual, estratéxica nun momento dado. Pero como algo sistemático ou movemento cultural/social/político queda escaso, a medio prazo. E incorre no perigo do máis do mesmo, da repetición do chiste. Creo que disfrazarse continuamente de garda civís ou folklóricas e demáis parafernalia españolísima foi unha boa ocorrencia para un momento concreto, pero si se converte en costume perde efectividade, graza, e acaba parecendo un xeito de síndrome de Estocolmo inconsciente.
    Así que, na miña humilde opinión, ou renovarse ou morrer de gustarse a sí propios/as, e ficar nunha iniciativa dirixida ao propio limitado grupo (que non ten nada de malo) pero non a unha audiencia ou número de xente amplo e variado.
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 06:20
    Comentário de: Camarada 64-Dr. Cat Ink. (abans de ser professionals: Lliga Anticolonial) [Visitante] · http://www.catigat.org
    *****

    Us escric en català per no quedar com un panoli fent servir el traductor automàtic.:roll:

    Carta oberta als lectors de SQNF i seguidors del debat: ridiculisme si :>> ridiculisme no >:XX.

    El 1994, deu anys després que George Orwell (filocatalà per uns, traïdor per altres) vaticinés un món gris i unipolar, l'escriptor barceloní David Duran va elaborar una nova i surrealista estratègia per emancipar Catalunya del jou espanyol. La batejà: Cataconya. La via ridiculista a la independència.

    El 2001 l'estratègia adquiria consciència de sí mateixa i naixia la Lliga Anticolonial B) que vebent del pensament Dr.Cat, abogava i aplicava la via subversivo-barrilaire per acabar amb la colonització. el diagnòstic fou que els colonitzats/des patien una malaltia curable (zombisme) que provocava manca d'autoestima i d'autocentrament nacional. Inspirats, entre altres, pel moviment Yippie d'Abbie Hoffman, la Lliga Anticolonial aplicà entre altres, el mètode del ridiculisme invers, consistent en desvelar el patètisme colonial amagat darrera fenomens pseudo-guais com la Roja, els militars d'Afganistan o gent com Carmen Chacon :> i Albert Boadella |-|.

    El 2003, la VA-CA, inspirada en la pròpia Lliga, ;) activava la pròpia via: la subversivo-esmorgueira, però com a Catalunya el nom que quedà, fou l'equívoc i i inexacte terme de ridiculisme. La seva estratègia superava (sense denostar-la) certa rigidesa instal·lada en l'independentisme. Actuant com una ànima lliure dins el MNLG, es mogué sense fils de titella; insuflà aire fresc traient bones cares al mal temps; inspirà campanyes (Neofalantes); feu autocrítica corregint i augmentant (SQNF); fins a treure de l'armari l'orgull luso-reintegrata, un anatema fins i tot per a Bngacionalistes.

    Davant d'aquestes evidències, els fill del Dr.Cat, com l'Obi Wan, hem estats superats pel deixeble. Amb la diferència que aquest està del costat lluminós de la força. Per tant, només podem treure'ns el barret i proclamar: May the force be with you! I tothom a balhar... Rooooooxaaanne! A lusofonia, A lusofonia! C-C-C-P-P-P-P-P-L-L-L-L-L-P-P! :D:pB):D:pB)
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 09:19
    Comentário de: Gennara del Bruzzo [Membro] Email

    Read&cool&istmo, como bem assinalas, o dos guardas civis e toureiros foi algo exclusivamente de um momento concreto que não se voltou repetir.

    Aliás, se segues o nosso blogue, verás que agora estamos por reivindicar o dandismo...

    Quanto ao de "renovar-se ou morrer", é lei de vida. Cuido que o de renovar o vamos cumprindo, variando periodicamente os nossos alvos. E, quanto ao de morrer... a risco de parodiar o ínclito Luis Aragonés, este blogue nasceu com data de caducidade: 2011. Lembro o que diz o nosso manifesto fundacional (e em parte epitáfio), o Manifesto Cruel e Poderoso:

    O pretexto é, mais uma vez, a comemoraçom de uma efeméride: os 525 anos do que Castelao, citando (livremente) os Anais de Aragom de Jerónimo Zurita, denominou a «doma e castraçom do Reino de Galiza». Um processo de centralizaçom política que podemos acoutar simbolicamente entre duas datas: o mês de Dezembro de 1483, em que o rebelde Pardo de Cela foi decapitado «por cruel e poderoso», e o mês de Novembro de 1486, em que os Reis Católicos vinhérom comer uma mariscada a Santiago de Compostela, capital duma Galiza já submissa ao poder real. Portanto, e se nom nos dá antes a Frouxeira, serám três anos (2008-2011) para comemorar (e bebemorar) a tradiçom e a mitologia galeguista em clave pop e renovar os nossos votos a favor de Joana, a raínha que para os espanhois é «la Beltraneja» e para os portugueses é «a excelente Senhora».
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 09:42
    Comentário de: Nitinho de Canghas [Visitante]

    88| 88| 88| 88| 88| 88| 88| 88| 88|
    2011???
    Com o que gosto eu deste blogue não podeis pechar e já! Tendes fans! :no: ;D
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 13:50
    Comentário de: Franco Vicetto [Membro] Email

    Read&cool&istmo, concordo em que o disfarce de "lagarterana" nom supom de seu uma estratégia nem muito menos conforma um movimento social. Como diz a Gennara, obedeceu a circunstâncias concretas, cumpriu o seu cometido e seria absurdo aferrar-se a ele.

    Em SOQNF (e antes na VA-CA) nem sequer nos sentimos especialmente cómodos com o termo "ridiculismo", como explica o Camarada 64. Trata-se, isso sim, de superar certa rigidez nos músculos faciais associada ao independentismo e fazê-lo com independência de critério e um pouco de sentidinho. E aí concordo 100% com a intervençom de Lume.
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 14:45
    Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Email
    *****

    Incorporo-me um pouco tarde (talvez tarde de mais) a este apaixonante debate sobre o "Ridiculismo" que das páginas do mensal "Novas da Galiza" pulou para esta humilde página web. Se nom me incorporei antes nom foi por falta de vontade de fazê-lo, nem por covardia. É que nestes dias andei, ando, ocupado noutros mesteres e é muito choio para tam pouca cabecinha ;)

    Antes de mais, agradecer publicamente ao amigo Isaac Lourido o seu magnífico artigo “na defesa” do "Ridiculismo". Vários dos colaboradores deste site (no mínimo três) fomos convidados polo “Novas da Galiza” para escrevé-lo e todos declinamos amavelmente o convite. Fum eu quem sugeriu ao pessoal do "Novas" o nome de Isaac Lourido. Felizmente para tod@s ele sim que aceitou escrever o artigo.

    Também reconhecer ao nom menos amigo Xoán R. Sampedro o mérito de ter aceitado o triste, dificil e complicado papel de dizer mal do Ridiculismo. Curiosamente foi o Xan a primeira pessoa a dar notícia do nascimento de “Sei O Que Nos Figestes...” na imprensa escrita ("Humor emancipador", Galicia Hoxe, 31-JUL-08, pág. 28) quando nom tínhamos no ar mais que o nosso manifesto fundacional ("Manifesto Cruel e Poderoso") e nom tínhamos desatado as nossas hostilidades ainda.

    Após a leitura dos seus 2 artigos e dos 42* subsequentes comentários d@s noss@s distint@s leitoras/es haveria muito a dizer mas, por medo a resultar maçador (agora sim, pura covardia), conformarei-me com tentar esclarecer um par de conceitos. Comecemos polo princípio. De que falamos quando falamos de “Ridiculismo”? Falam os mestes (da Lliga Anticolonial dos Països Polacs):

    Ridiculismo: DAVID DURAN, insigne escritor garrafenco, propôs em 1996, no seu livro CATACONYA, LA VIA RIDICULISTA D'ACCÉS A LA INDEPENDÈNCIA (ed. La Magrana) esta teoria. Basicamente, o ridiculismo propõe que os catalães se ponham a fazer todo tipo de acções tão estrambóticas e ridículas que as potências coloniais decidam retirar-se dos territórios ocupados por pura vergonha alheia. Seguindo as suas pegadas, nasceu durante o 2003 o MOVIMENT RIDICULISTA D'ALLIBERAMENT NACIONAL (PROVISIONAL), mais conhecido por MRAN-P. Vários coletivos realizaram acções ridiculistas mais ou menos ortodoxas (Comando Avellana, L'Escamot d'Alliberament Nacional dels Barrets...)

    [http://www.catigat.org/conceptes.htm]


    'Stricto sensu' isto, e nada mais do que isto, é o "Ridiculismo".

    Como bem dixo amigo Casdeiro o “Ridiculismo” pode ser considerado como umha forma de “super-identificaçom” (tal e qual é definida no "Manual de Guerrilla de la Comunicación", VirusEditorial.Net, págs. 54-57). Já o dizíamos nós num artigo de fundo (intitulado 'Contramanifestaçom ridiculista', 'contradictio in terminis') publicado aqui em 12 de novembro de 2009:

    “Contramanifestaçom ridiculista” é umha 'contradictio in terminis'. As/Os ridiculistas nom se contra-manifestam. Nunca jamais. Manifestam-se super-a-favor (super-identificaçom). Sempre.


    Nem tudo é, portanto, "Ridiculismo". Das ações empreendidas por SOQNF nos seus escassos dous anos de vida, como ridiculistas só podem ser consideradas 'stricto sensu' as seguintes:
    -“En Galicia en Castellano” (Manif MLL, Corunha, 19-OUT-2008);

    -“Bilingüismo Mr Marshall” (Manif GB, SÁB 07 & DOM 08-FEV-2009, Domingo Oleiro, Sunday Pottery Sunday);

    -“Fiestas Españholas” 12-OUT (C.S. O Pichel 2008 & C.S. A Esmorga 2009).

    O resto das ações e conteúdos aqui publicados (incluidos os artigos que escarneciam o lançamento de ovos de pintura e a queima de bandeiras pequeno-imperiais, estanqueiras, no contexto de manifes pola língua convocadas por terceiras pessoas), 'stricto sensu', nom podem ser considerados como tal.

    O conceito de “Ridiculismo” foi importado pola Via Anti-Colonial Activa (VA-CA, de 12-OUT-2002 a 26-ABR-2006) dos Països Polacs (os seus malogrados Subcomediantes participaram no "I Sopar Ridiculista dels Països Catalans", celebrado em Barcelona em 13 de junho de 2003, onde conheceram o pai do "Ridiculismo", o escritor David Durán).

    A VA-CA (junto com Maribolheras Precárias, Burla Negra, Aduaneiros Sem Fronteiras e C.S. Atreu) colaborou na organizaçom da mítica “Umha Grande Rachi” (Corunha, 19/20-N 2005), açom ridiculista convocada por Mil filh@s de Pita.

    De todas as ações que (co-)organizou a VA-CA (que nom se definia como “ridiculista” mas como “subversivo-esmorgueira”, a imagem e semelhança da “subversivo-barrilaire” Lliga Anticolonial) esta é a única que podemos considerar como ridiculista 'stricto sensu'. O resto de ações político-humorísticas levadas a cabo pola VA-CA (encontro “de puta matrix”, 19-DEZ-2003; manif “somos galegos e nom nos entendemos”, 25-JUL-2004; “Ceias dos Patriotas”, 24-JUL-2004 & 22-JUL-2005); “Gibraltar is not Spain, neither is Galiza”, 10-SET-2005, etc.) nom forom ridiculistas tal.

    E já que trasantonte foi 25 de Maio (Dia ta Toalha & Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata) aproveitaremos para esclarecer que a celebraçom do DdoOLeR tampouco é Ridiculismo nem tem nada a ver com Seioque.com. “Ludo-reintegracionismo” acai-lhe melhor.

    Poderíamos considerar ações ridiculistas 'avant la lettre':
    - A.G.L.I.T.A.G.A.YA. (Asociación Gallega por la Libertad del Idioma en el Teatro y las Artes en General ¡Ya!) contra a encenaçom de quatro peças de Valle-Inclán, em castelhano, polo CDG (16-SET-1998);

    - PUN+ETA (Plataforma por umha Universidade Normalizada + Escola de Teatro Alternativa) contra a encenaçom da também valle-inclanesca “La Cabeza del Dragón”, em castelhano, pola “Aula de Teatro” da USC (Dezembro de 1998?).

    Na Galiza blogues ridiculistas temos o de Tan Gallego Como el Gazpacho (TGCG), o da Mesa Contra el Libertinaje Lingüístico (MCLL) e Upeydeiros. Seioque.com nom é um blogue ridiculista (como tampouco o era a sua predecessora Va-ca.org). De SOQNF às vezes pomo-nos em “modo ridiculista” mas, se reparades bem, isso é mais bem a exceçom. Já o dixo antes o meu colega Hermerico Pinheira (já agora, outro para ti, precioso!) bastante claramente:
    Passa que num exercício de metonímica cara o mass media tomarom a parte polo todo para a nossa denominaçom.

    É por isso que ao confundir “Ridiculismo” com “Sei O Que Nos Figestes...” o nosso amigo Xoán R. Sampedro incorre num erro de base (erro no que também cai um pouquinho o Isaac Lourido quando identifica como ridiculista “o aproveitamento do humor para rever e actualizar os mitos da tradiçom resistente, mesmo em sentido terapêutico e revitalizador”). A “reivindicaçom da história nacional” nom é um “posicionamento político concreto” do Ridiculismo mas o dumha plataforma cidadá cuja autodenominaçom completa é, e isto nom é por acaso, “Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos”. Por exemplo.

    Como a amiga Cacheiruda “devo confessar que eu mesma nom entendi muito bem a insistência do tema” (som-che as teimas do Hermerico) mas também devo dizer que confundindo o mais que merecido “escárnio” dumhas patéticas, ridículas “sabotagens” (“cagadas fora do vaso” seria melhor dizer?) com umha “condenaçom” o amigo Xoán R. Sampedro está a cometer, ele sim, umha grave equivocaçom.

    E até aqui podo escrever (que já nom tá nada mal). Desculpai a maçada :P

    * Este comentário foi escrito, 'off line', após a leitura dos 42 primeiros comentários, é dizer, antes de ler os 6 últimos (de Lume, Read&cool&istmo, Camarada 64, Gennara del Bruzzo, Nitinho de Canghas e Franco Vicetto).
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 17:21
    Comentário de: Hermerico Pinheira [Membro] Email

    Vaia rollo que les he soltao espetou o camaradeiro Jenaro Jesus após o bloco anterior.

    Assim a lo tonto, a lo tonto condensou bem condensado os matizes ideológicos, as variantes na praxe e na teórica e as flexons múltiples de todo o movimento subversivo-esmorgueiro (denominaçom que quase todos aceitamos como mais correcta). BRAVO, BRAVO, OLÉ, OLÉ y OLË
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 18:11
    Comentário de: Jenaro Jesus Marinhas [Membro] Email
    *****

    88| 88| 88| 88| 88| 88| 88| 88| 88|
    2011???
    Com o que gosto eu deste blogue não podeis pechar e já! Tendes fans! :no: ;D


    Muitíssimo obrigado, Nitinho de Canghas! Se no Outono de 2011 (525 aniversário da viagem dos Reis Católicos à capital do "vencido y desarmado" Reino de Galiza), em que voltaremos a comemorar os 525 anos de "Doma e Castraçom" (já os comemoramos em 17 de dezembro de 2008, 525º aniversário da decapitaçom do Marechal Pardo de Cela), conseguimos ENCHER O OBRADOIRO poderemos reconsiderar a nossa decissom ;)
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 18:37
    Comentário de: Read&cool&istmo [Visitante]

    Eu, matizando algo o que dixen, non sei si os disfrazes folclórico-cañis se repetiron moito, pero sí consignas e slogans simpáticos unha vez, quizás dúas, pero que non son a quintaesencia ou a pedra filosofal do humor (como non o é ningunha ocurrencia: o humor hai que facelo sobre a marcha e "non se vale" repetir o gag moitas veces). Por eso pediría con humildade mais con denodo (si se dí así) que esta "corrente" ridiculista non caia na auto-complacencia ou no guetto para iniciados, si se me acepta o consello/observaçao.
    E ao que escribiu a crítica no Novas da Galiza dirialle que semella que tiña que encher ese papel no debate, e fixo como Quevedo naquel soneto que lle mandaba facer Violante, e que burla burlando xa ían os dous versos por diante (era Quevedo?). Vaia, que colleu o nabo polas follas, porque non vexo eu á "troupe" ridiculista portando cócteles Molotov en botellas de Veterano ou Anís Castellana (el anís de España) e tirandoos a golpe de pasodoble torero. Non lles acae, sería mesmo..ridículo.
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 22:15
    Comentário de: Read&cool&istmo [Visitante]

    Ehem...o soneto era de Lope de Vega:oops:
    Quinta, 27 de Maio de 2010 @ 22:18

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