
O nosso programa fetiche anda à procura de nova repórter, com certeza inspirando-se na pioneira iniciativa que protagonizou esta casa.
O caso é que três som as lindas moças que chegárom à final. Três belas mulheres para um único lugar.
Poucas vezes concorremos em competições internacionais, salvo quando a ocasiom o merece... e neste caso nom é para menos, porque umha das três finalistas é amiga nossa![]()
Em concreto, Alba Lago Díaz, amiga nossa de velho no chintófano do Facebook e ex integrante da mesa cor-de-rosa de Superpinheiro Superpatriota 
Dito isto, encorajo-vos a votardes na web do programa por Alba. E se nom o figerdes, andai com olho, porque eu polas minhas amigas (do Facebook) maaa-to ![]()
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Ah, polos vistos o nome da ganhadora conhecerá-se no dia 11 de janeiro.
No dia de hoje, 25 de novembro de 2009, o poeta e dramaturgo espanhol Félix Lope de Vega, se vivesse, faria 447 anos.
Respeitável idade, certamente. Mas nada (pouco mais que a metade) em comparaçom com os 969 anos aos que morreu Matusalém segundo a Bíblia. Todo um Monstro da Natureza, sem dúvida, qualificativo que, junto com o de Fénix dos Engenhos, Miguel de Cervantes dedicou a Lope de Vega.
E dizemos que "faria 447 anos" porque com ocasiom do bicentenário doutro ilustre galegófobo, Mariano José de Larra (celebrado no passado 24 de março, 8 meses e 1 dia atrás), nalgum meio de comunicaçom pequeno-imperial podíamos ler cousas como estas:
"el próximo mes de marzo, el padre del periodismo moderno cumpliría 200 años." [Época]
"Tiene huevos que pongáis que hoy cumpliría 200 años... claro como lo normal es cumplir dicha edad...
Espero no ver el día 24 de diciembre de este año, hoy cristo cumpliría 2010 años..." [Comentário de Rj em 20minutos.es]
Brincadeiras aparte, aproveitamos o 447º aniversário do nascimento de Félix Lope de Vega para publicarmos umha célebre citaçom sua citada, entre outr@s, por Mari Pili Garcia Negro em Do racismo ao paternalismo, sem pasarem pola História ou Xabier Lago Mestre em Desprezo dos galegos na literatura castelã. Trata-se dos célebres três primeiros versos deste panegírico do Conde de Lemos incluido no seu livro Laurel de Apolo (Madri 163):
493
«Galicia, nunca fértil de poetas,
Mas sí de casas nobles,
Ilustres capitanes y letrados,
Por no dejar sus partes imperfetas,
Cual blanca palma entre robustos robles,
Por donde los cabellos coronados
494
De mirto y de verbena,
El Sil anciano blandamente suena,
Un príncipe llamaba
De LEMOS y del monte de Helicona,
Porque juntar pensaba
Al coronel de perlas
Del árbol de las musas la corona,
Y de un círculo solo componerlas;
Que perlas y laureles juntamente
Adornan bien de un gran señor la frente.
Mas como ya pisaba las estrellas,
O le besaban ya las plantas ellas
Con manto militar y insignia verde,
El claro y siempre amado señor mío
Las esperanzas pierde,
Y volviéndose más, se anega el río,
Que entrándose en el llanto de sí mismo,
De río se hizo mar, de mar abismo,
Y todos juntos, río, mar y enojos,
No pueden igualarse con mis ojos.»
Special Thanks to Eutamsóeu Tam Só Eu & Arthur Pondal Doylhe polas suas barís vozes e a Franco Vicetto pola intermediaçom. Sem a sua entusiasta colaboraçom a realizaçom deste vídeo nom teria sido possível.
Citações Célebres anteriores:
* Miguel de Unamuno (II)
* Luís de Góngora
* José Ortega y Gasset
* Mariano José de Larra
* Anónimo (I)
* Miguel de Unamuno (I)
* Pipi Estrada
Participación Activa
¿Cuándo te has avergonzado de ser español?
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