Continuamos em Sei O Que Nos Figestes... Nos Últimos 525 Anos com as comemorações (e bebemorações) da fundaçom do Reino (Suevo) da Galiza, um feito que aconteceu 1600 anos atrás.
E fazemo-lo com a publicaçom dumha reportagem fotográfica (realizada pola nossa colaboradora Leonor de Bourbon e por mim próprio) nos quatro lugares chamados Suevos que na Galiza há:




Quatro lugares, dous pares de Suevos. Como vedes dous destes lugares (os Suevos situados nos concelhos de Arteijo e Abanha) dam nome às suas respetivas paróquias homónimas (Sam Martinho de Suevos e Sam Mamede de Suevos, respetivamente). Cumpre lembrar neste ponto que a paróquia (a diferença do concelho que, bem como a rede de esgotos, a medicina, educaçom, vinho, orde pública, irrigaçom, estradas, a água da traída, e segurança social, lho devemos ao Império Pequeno) é umha divisom administrativa que devemos aos nossos gloriosos antepassados Suevos (vid. Parochiale Suevorum).
NOTA: Todas as fotos som de Jenaro Jesus Marinhas exceto as feitas no concelho de Arteijo que som de Leonor de Bourbon. As quatro fotos da nossa amiga e colaboradora que hoje publicamos fam parte dumha extensa reportagem fotográfica que será objeto do seu próprio post. Permaneçam atent@s aos seus ecráns.

Para nom abrir boca (de aborrecimento) apresentamos hoje o último sucesso dum grupo de rock tam ourensano e tam suevo como o mesmíssimo Estraviz. Estamos a falar, como nom, do grupo Los Suevos e do seu hit La Galiña Azul:
La Galiña Azul
Los Suevos
[Música: La niña de azul, Los Suaves]Eres la Galiña Azul
Antes eras Galescola
Dependías de Quintana
Ahora de Beatriz Mato
Imponías el gallego
Ahora hablas castellano
Ya no tienes banderola
Ni mandilón identitario.Las vueltas que da la vida
El destino se burla de ti
¿Donde vas, Anxo Quintana?
¿Donde vas triste de ti?
¿Donde vas triste de ti?¡Uno, dous, three!

Os deploráveis restos dum exército formado por galaico-romanos e suevos cruzam a fume de caroço as terras altas de Trives, seguindo a antiga calçada romana que une Astorga com Braga. Fogem dum outro exército que os persegue: os visigodos. As tropas galegas acabam de sofrer umha humilhante derrota militar na batalha do rio Órbigo que, como o seu próprio nome indica, deveu ser umha batalha de órdago.
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