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    O incrível partido minguante

    Um exclusivo de...
    Ano Rosso Quintana
    Quarta, 24 de Março de 2010

    O partido de Rosaspaña, UPyD (Ultras Peyorativos y Delirantes) acaba de reformar a sua cúpula. Numha nota de imprensa, escueta como a própria militância da seita, afirma-se que o objectivo a curto prazo é consolidar-se como “quarto partido galego”.

    Pois nom, ho, nom. Andan trabucados. A quarta força política en Galiza é... o silêncio.

    E nom tem a ver com a maioria silenciosa que tam sabiamente os arúspices do governo frijolano sabem interpretar como ninguém. É o silêncio como minoria ruidosa, como gente que, em opçom para alguns discutível, mas desde logo absolutamente respeitável, decidem votar em ninguém. E isto, que é umha opçom política deliberada e consciente, deve ser tido em conta: Há milhares de pessoas que pensam que nengum representante da classe política é merecedor do seu voto, mas que ainda asim votam em vez de ficar na casa, quentinhos no mejo, porque nom querem diluir a sua voz quatrienal entre os que por diferentes razons (por lacazanaria, doença, impedimento físico ou psíquico, deslocamento, indocumentaçom, força maior ou menor, querulência ou desencanto) nom votam.

    Resultados eleiçons ao parlamentinho de cartom 2009:
    UpyD: 23.529 votos, 1’46%
    Voto en branco: 27.813 votos, 1’71%.

    Fica claro, portanto, que UpyD nom pode consolidar-se como quarta força política em Galiza, pois nom o é. É a quinta. E fica claro que, ante os resultados eleitorais, há mais galegos que prefirem ver os escanos do parlamentinho de cartom baleiros, que ocupados polo cu dos representantes desta banda glotocida e pailana.

    Dito isto como lembrança aos demais mass media (nós já o somos graças a vós, bem-amados leitores) da insignificância deste grupúsculo radical, acrescentemos como evidência desta tendência minguante a própria (des)composiçom da nova direçom política en Galiza de UpyD. E nom o dizemos nós, senom um militante da banda no seu próprio blogue:

    Desde o estabelecimento de UpyD levam meia dúzia de coordenadores, (Antonio Cascón, Ildefonso Cejudo, Carlos Rubido, José Anido, Eloy González e agora Andrés Mosquera); a deserçom en massa da tropa fai que as eleiçons internas virem um exercício de “cooptación” (sic), e dado que nom há militantes davondo para formar agrupaçons locais (mínimo de 15) o partido (en tanto que representantes) fica reduzido aos sete integrantes recém elegidos do Conselho Territorial e 4 delegados provinciais.

    E se ademais somamos as purgas rosalinistas e a capacidade da sua lideresa de fazer amigos na Galiza... Sic transit gloria mundi.

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    Escrito às 9:37 nas categorias: Se estám passando, Ano Rosso Quintana

    Rosa diz

    Um exclusivo de...
    Jenaro Jesus Marinhas
    Segunda, 01 de Março de 2010

    O que mais se pode dizer acerca do que sobre NÓS disse a asque-rosa Rosa Díez que ainda nom se tenha dito... ou que sim se tenha dito já? Pouca cousa, na verdade. Mas de Sei O Que nos Figestes... nom podíamos ficar sem dizer nada no que diz a este respeito e, dicionário da RAE em mão, ocorreu-nos dizer, aliás, fazer o seguinte:

    [Fazer click em riba do tríptico para alargá-lo].

    Contudo "el sentido más peyorativo del término" que a palavra gallego tem continua a parecer-nos que nom é o de tonto (parvo) ou tartamudo (tatejo, tartamudo, gago). O de "persona nacida en España o de ascendencia española" (espanhol) parece-nos muitíssimo pior. Tonto ainda pode-se dizer carinhosamente ("Estate quieto, tonto"). Espanhol, nom.

    - Rosa Díez? Umha ideia que a defina!
    - Poderia ser "gallega", no sentido mais pejorativo do termo. De facto é umha espanholaça.

    gallego, ga.
    (Del lat. Gallaecus).
    1. adj. Natural de Galicia. U. t. c. s.
    2. adj. Perteneciente o relativo a esta comunidad autónoma de España.
    3. adj. En Castilla, se dice del viento cauro o noroeste, que viene de la parte de Galicia. U. t. c. s.
    4. adj. Ant., Arg., Col. y Ur. Dicho de una persona: Nacida en España o de ascendencia española. U. t. c. s.
    5. adj. C. Rica. tonto (? falto de entendimiento o razón).
    6. adj. El Salv. tartamudo.
    7. m. Lengua de los gallegos.
    8. m. C. Rica y Nic. Especie de lagartija crestada que vive en las orillas de los ríos y nada con mucha rapidez.
    9. m. C. Rica. libélula.
    10. m. Cuba y P. Rico. Ave palmípeda de plumaje ceniciento, rabadilla, vientre y cola blancos, patas, pico y párpados rojizos.
    11. m. Cuba. En un ingenio, dispositivo que aplana y nivela la caña antes de ser molida.

    2 rosa 10
    Arrodeada de amig@s 'galleg@s' (Alfonso Rueda, Ignacio Lópèz-Chaves, Carlos Negreira, Gorrina Porro, Ana Pastor...) Rosa Díez manifestava-se "contra la imposición del gallego" polas ruas da capital da Galiza no Domingo Oleiro de 2009.

    Mais sobre Rosa Díez em SeiOQue.Com:

    - Gente com gente! (TER, 24-NOV-09)
    - 14.019 filh@s da mãe (TER, 09-JUN-09)
    - "Tú, él y Hess" (QUI, 19-FEV-09)
    - Rosa Díez apoia teses ridiculistas (SEG, 26-JAN-09)
    - "Hablando español se entiende la basca" (QUA, 14-JAN-09)

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    "Tú, él y Hess"

    Um exclusivo de...
    Jenaro Jesus Marinhas
    Quinta, 19 de Fevereiro de 2009

    Impedido pola polícia espanhola de ir tomar um vino español à Rua do Franco (Franco! Franco! Franco!) como era o seu desejo, no passado 7 de fevereiro (Sunday, Pottery Sunday) o cortejo ridiculista encaminhou os seus passos para a Praça Vermelha, antes conhecida por Plaza de José Antonio (Presente!).

    Tam bem caracterizados iam que foram confundidos com autênticos fachas por um vizinho da adjacente Rua de Santiago del Estero quem, indignado, saiu à janela agitando umha bandeira anti-fascista igual a esta.

    O coitado nom caiu da burra até que alguém de entre as/os ridiculistas, improvisadamente, exclamou: Viva Hitler! Viva Rosa Díez! :))

    Se calhar foi essa divertida anedota a que nos inspirou este afiche, paródia do cartaz eleitoral de Unión Progreso y Democracia para as eleições ao parlamentinho de cartom do vindouro 1º de março, Domingo de Pinhata.

    Como se do elenco dumha casposa revista madrilena em gira por provícias se tratasse, nele aparecem os quatro cabeças de lista de UPyD polas quatro províncias galaicas: José Anido (pola Corunha), Andrés Mosquera (por Lugo), Aser García (El Bonico del tó -Ifrit dixit-, por Ourense) e Luís Pérez (por Ponte-Vedra).

    Umha vez apresentado o desconhecido José Anido ("Jó, se han ido!"), achamos que os outros dous protagonistas do nosso cartaz-paródia (AsqueRosa Díez e Rudolf Hess) dispensam apresentaçom! Heil Díez!!!

    Jenaro Jesus Marinhas (do Vale)
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    Escrito às 00:00:00 nas categorias: Se estám passando, Jenaro Jesus Marinhas

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